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terça-feira, 10 de setembro de 2019

Mais uma nova etapa



O primeiro dia de um novo ano letivo é sempre um marco importante. Se calhar mais para nós, pais, do que para eles :)

Hoje, foi o primeiro dia de aulas do Francisco, naquele que muito possivelmente será o último ano de pré-escolar.

É tão bom vê-los crescer. É tão mágico e comovente. É a beleza da vida a acontecer <3

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Quando o conhecimento tem como base a Disney

Estava com o Francisco a lavar os dentes quando ele pega na escova, olha para ela com atenção e depois pergunta-me:

"Mamã, a escova de dentes é feita de palha, madeira ou tijolo?"

(tão fofo!!)

terça-feira, 27 de agosto de 2019

Summer (and extra love) time!



Dizer que adoro o verão é pouco e, desde que tenho filhos, o sentimento saiu reforçado.

Desde esse momento que o verão me dá muito mais do que sol, praia e mar. Ele dá-me a oportunidade de ser mãe a tempo inteiro, sem pressas, sem rotinas e sem agendas para cumprir. E ainda que isso me deixe maluca muitas vezes, sinto-me profundamente grata por poder estar com eles assim, neste registo.

É também desde esse momento que as férias de verão, talvez por antecederem um novo ano letivo, servem para eu constatar, de uma forma ainda mais vincada, como eles crescem rápido (e, nestas idades, a diferença de um ano para o outro pode ser abismal). Isto traz-me um misto de felicidade gigante e algum saudosismo.

Este ano o Gonçalo irá entrar no 4º ano e o Francisco será finalista do pré-escolar; o que faz com que cada um deles vá dar um passo de gigante à sua maneira.

Eles crescem mesmo muito rápido e por mais que eu tenha essa noção bem presente, no verão fico ainda com mais ânsias de aproveitar bem cada segundo que passo com eles. Aproveitar enquanto me dizem, como acontece com frequência, que sou a "melhor mãe do mundo", que sou "bonita", que gostam muito de mim, ou quando me dão abraços e beijos sem lhos pedir. E isto é tudo tão bom e compensa tanto as alturas em que me deixam maluca!! :D




segunda-feira, 22 de julho de 2019

Akuna quê?

Este fim-de-semana fomos ver o "Rei Leão" (nós e mais de metade dos portugueses, pelo que já percebi :) ).

Eles já tinham visto o filme e, portanto, a história e as músicas já lhes eram familiares.

Na parte do filme em que os personagens cantam a mítica canção "Akunamatata", não foram raras as pessoas que estavam no cinema que começaram a cantarolar também. O Francisco, que estava ao meu colo, também se juntou ao coro. E eu fartei-me de rir quando percebi que ele cantava, todo feliz, com uma versão muito própria (e original). Era mais ou menos assim: "AKUNABATATA, é tão fácil de dizer... AKUNABATATAAAA   AKUNABATATAAA!"🦁🥔

😂😂😂


Ora a minha vida, hein?


É cada vez mais habitual ir dar com os bolsos do Francisco cheios de paus e pedras.

Sim. Paus e pedras! E depois é logo às mãos cheias.

Há dias tinha estas pedras todas no bolso.

Eu bem lhe disse para ele brincar à vontade com estas coisas, mas que escusava de as trazer no bolso. Ao que ele me respondeu que as trazia porque queria brincar com elas em casa.

Coitado!!! Não lhe devem chegar as carradas de brinquedos que tem no quarto!!!

Enfim... se continua assim, começo a pensar seriamente em oferecer-lhe, no Natal, uma caixinha cheia de paus e pedras. Sempre sai mais barato! :P

quarta-feira, 3 de julho de 2019

Não me devo ter feito entender!

Estava eu entre mãos com o jantar e a roupa, quando fui ver o que o Francisco estava a fazer. Fui dar com ele no quarto, com os brinquedos todos espalhados no chão. Até me ia dando uma coisinha! Respirei fundo e disse-lhe:

"Olha Francisco, acho ótimo que brinques com os teus brinquedos, mas quem vai arrumar isto és tu."

"Poquê, mamã?!"

"Ora, porque foste tu que desarrumaste! Além disso, tu já viste o que ainda tenho que fazer hoje? Estou a fazer o jantar, depois tenho de arrumar a cozinha e tenho aquela roupa na sala para dobrar..."

"Então... tens tanta coisa para "fazêi", que podes "arrumái" também isto."

Francisco, 4 anos e uma grande lata!

(E não, não arrumei. E hoje quando saí ficou tudo espalhado. E só eu sei, que sou obcecada com a arrumação, como isso me custou!!)

terça-feira, 18 de junho de 2019

Existindo ou não destino, só se vive uma vez!


A vida é engraçada e chega a ser irónica. O tempo vai passando e há pessoas que vêm, outras que vão, outras que se mantêm enraizadas em nós, outras que reaparecem... e esse mesmo tempo tem-me vindo a provar que em todas as situações há um motivo para ser exatamente assim. Fica quem tem de ficar, vai quem não faz falta e reaparece quem faz sentido naquele momento. Como se todos os encontros e desencontros tivessem uma razão de ser.

Mas, apesar destas contas parecerem tão matemáticas, não vos posso dizer que acredite no destino. Acredito, sim, que somos guiados, mas depois são as nossas escolhas, ou seja, nós, que definimos o nosso destino.

Há dias dei por mim a pensar nisso. "E se as minhas escolhas tivessem sido outras?"

Este fim-de-semana um amigo de há muitos anos, com quem já não estava há algum tempo mas com quem sempre mantive contacto, confessou-me, para minha total surpresa, que quando nos conhecemos (quase no tempo da monarquia!!!) ele tinha tido uma paixão assolapada por mim. Mostrei-lhe a minha admiração e ele perguntou-me se teria mudado alguma coisa se ele me tivesse dito.

Não soube responder. Tanto poderia mudar tudo, como poderia não mudar nada. Mas a pergunta deixou-me a pensar. Muito.

Assumindo que o destino não existe, e mesmo sem saber o que vem lá, termino como comecei: a vida é engraçada e irónica. E a grande lição é que há que aproveitá-la bem porque, sendo cliché ou não, é mesmo verdade quando se diz que só se vive uma vez!

Namaste <3 🙏

sexta-feira, 29 de março de 2019

Start over

Foto: Pinterest

Quem segue este cantinho já percebeu que, ultimamente, tenho estado mais desaparecida do que o habitual. Não há nenhum motivo especial associado a isto. Simplesmente, tenho sentido necessidade de estar mais afastada das redes sociais e de me focar num objetivo a que me propus e que, de certo modo, também advém de uma necessidade: reorganizar a minha vida. 

Comecei pelo mais fácil, ou seja, pelas coisas materiais (escusado será dizer que o objetivo é que isto se reflita a nível emocional). De maneiras que ando há várias semanas a reorganizar/ arrumar a casa. A deixar ficar apenas o que me faz falta e o que gosto mesmo e a livrar-me de tudo o que está lá só porque sim, a ocupar espaço, a ganhar pó e a dar-me trabalho; sem trazer nenhuma real mais-valia ou valor acrescentado à minha vida.

Digamos que é uma espécie de minimalismo, mas mais descontraído (na medida em que não posso dizer que tenha assumido este princípio como estilo de vida).

Neste momento, estou prestes a acabar as arrumações. Se houvesse um mapa geográfico desta minha "jornada", diria que me falta menos de um quarto do caminho para acabar esta "reorganização". E, acreditem ou não, à medida que o tempo passa sinto-me cada vez mais leve. E mesmo que seja psicológico, admito que possa ser, vale a pena! De certo modo, sinto que preciso de fazer este caminho para começar de novo. E com toda a energia!

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

40

Foto: Pinterest
Ontem dei entrada nos "entas". Agora, só saio desta se chegar aos 100 :D!

A avaliar pelo dia 1, os 40 vão ser fabulosos! Vão ser uma espécie de segunda rodada, mas em muito melhor! <3

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Culpa (sempre ela)


Já levo mais de 8 anos de maternidade e não há meio de aprender a lidar e livrar-me da maldita culpa. Ela persegue-me pelos mais variados motivos: ou porque às vezes sinto que não tenho a paciência que devia de ter com eles; ou porque gostava de brincar mais com eles mas não consigo; ou porque não me apetece mesmo brincar; ou porque em algumas situações fico com receio de não ser a mãe que os meus filhos precisam...

Mesmo nas circunstâncias em que não posso fazer nada, por exemplo, se tenho o jantar para fazer, a roupa para tratar, etc, é normal que não tenha como conseguir brincar com eles, mesmo assim, sinto culpa.

No nosso dia-a-dia somos nós os três. Ou seja, em teoria passamos muito tempo juntos. Mas só mesmo em teoria, já que durante a semana eles estão na escola e eu no trabalho e, ao final do dia, não dá para nada. O tempo é pouco para os banhos, fazer jantar, dar-lhes jantar, fazer os trabalhos de casa (quando há), ler a história e deitá-los ainda a uma hora decente (esforço-me para eles já estarem a dormir às 21h30).

No meio desta lufa-lufa, a história é o "nosso momento".  O nosso pedaço de céu.

Depois, ao fim-de-semana, há tanta coisa para fazer que, mesmo havendo tempo para momentos de qualidade, porque há, nunca parecem ser suficientes. Não dão para me saciar dos mimos que lhes quero (e preciso) dar.

Isto para dizer que apesar de estar todos os dias com eles, estou numa fase em que sinto saudades deles o tempo todo. Faz-vos sentido?

No trabalho dou por mim a desejar ir buscá-los rapidamente, para os abraçar, dar-lhes beijos, enchê-los de mimos... mas depois, mal os vou buscar, começam logo a fazer birras e disparates, e fico com vontade de os levar de volta para a escola. E lá vem a culpa outra vez!

Preciso muito de tempo de qualidade com os meus filhos. Sem stresses, sem afazeres domésticos à minha espera, sem nada que me preocupe na cabeça.

Até lá, tento viver ao máximo todos os pedacinhos com eles e agarro-me (e amparo-me) na certeza de que estou a dar o meu melhor.


quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Só para dizer...

... que os meus filhos ontem já estavam com um comportamento normal. Não me fizeram músicas, não limparam a casa, nem estavam feitos anjinhos.

Antes assim, se não ainda ficava preocupada!

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Domingos especiais


Sol quentinho, um livro delicioso, uma boa companhia, uma conversa rica de conteúdo e interesse, risos, um passeio sereno...

O meu domingo teve todos estes ingredientes e não podia ter sido mais simples. No entanto, foi o suficiente para me fazer sentir leve e feliz. Para ter sido perfeito, faltaram os meus filhos.

Decididamente - e apesar de gostar, apreciar e precisr de alguns momentos só meus de vez em quando - à medida que os anos passam tenho mais a certeza de que sou uma pessoa de relações humanas e de afetos. (Não que alguma vez tenha tido dúvidas sobre isso!). E, neste ponto, o Gonçalo sai tanto a mim!

Este domingo não foi um domingo qualquer. Há pessoas, lugares e situações que nos ajudam a ver e viver alguns momentos menos bons de uma forma mais pacífica. Que nos dão força, energia positiva e, muito importante, a certeza de que há um mundo cheio de coisas boas à nossa espera. Ao longo da minha vida, o destino, ou Deus, (como eu acredito) tem-no feito sempre E se há coisa que não me posso queixar é disso! 🙏

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Tanto amor!

Lembram-se de há uns tempos vos ter falado no facto do Gonçalo adorar dar abraços ao irmão, mas que este, mais para o arreliar do que outra coisa, está sempre a dar-lhe para trás?

Ontem eles os dois não se viram à noite. Fui buscar o Francisco à escola e fui direta com ele para o Hospital (isto dará um post para outras núpcias; preciso de ter a cabeça mais descansada para o fazer) e quando chegámos a casa já o Gonçalo dormia.

Não vos sei dizer quantas vezes é que o Francisco perguntou pelo irmão, mas foram muitas.

Hoje, acordámos os três na mesma cama e o Francisco, que não gosta nada que o irmão vá para ao pé dele, mal abriu os olhos e viu o irmão, deu-lhe o abraço mais sentido que eu já vi. É que aquele abraço tinha quilos de amor!

Nunca tive dúvidas, mas são estas pequenas situações que reforçam a minha convicção de que as coisas só fazem realmente snetido quando estamos os três. Juntos.

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

O Tempo


Encontrei esta foto há dias. Aqui, o Gonçalo era mais novo que o irmão...

Não pensem que gostava que o tempo andasse para trás, nada disso, mas às vezes gostava que ele não passasse tão rápido!

Se for a ver bem, esta fotografia não foi tirada há assim tanto tempo, mas já aconteceram tantas coisas e a minha vida mudou tanto desde então, que parece que foi há uma eternidade!

A felicidade e o conforto de ver os meus filhos crescerem bem, com saúde, compensa, de longe, qualquer saudosismo que surja, mas que me dá umas saudades gigantes dele assim, isso dá :) >3

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Sem "mas" ou reticências

Foto: Pinterest

Um dia, já lá vão um par de anos, estava a "discutir" com uma amiga o conceito de amizade. Falávamos da dificuldade em encontrar pessoas com quem tenhamos realmente empatia.

Ela é uma pessoa toda boa onda e bem-disposta, toda dada ao esoterismo, e, a dada altura, disse-me que para além da empatia, do respeito, da "tolerância" face às diferenças das duas pessoas e das coisas que têm em comum, uma das coisas que mais valorizava num amigo, e também num  namorado, era a forma como essa pessoa a fazia sentir. Que não precisava de estar sempre com essa pessoa, mas quando estava era importante para ela sentir que era vista como um ser de "luz", porque se assim não fosse era uma forma de não ser valorizada e de não a verem  como ela realmente merecia ser vista.

Esta semana lembrei-me desta conversa e creio que só agora é que consegui perceber realmente o que ela quis dizer.

De facto, uma amizade pode ter reticências e "mas". As pessoas são diferentes e é normal que assim seja. Mas o limite para esses "mas" e reticências existem. Existem, exatamente, na forma como nos veem.

Moral da história: costuma-se dizer que a idade nos traz sabedoria. Esta minha amiga é mais sábia que eu lololol

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Agora sim!


E eis que no domingo voltou tudo a ser como deve. O Gonçalo regressou das férias com os avós e, apesar disso significar o regresso da canseira, trouxe consigo uma enorme sensação de conforto. Como se as peças tivessem voltado ao seu lugar. Porque no fundo é disso que se trata; o nosso lugar é juntos, os três.


sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Pronto, já chega!


Como já partilhei convosco, tenho estado sozinha com o Francisco. O Gonçalo está nos avós.

O Gonçalo é a definição pura de "furacão" e, por isso, estes últimos dias têm sido uma calmaria absoluta. De tal modo que o irmão anda apagado, triste, coisa que ele não é, ao ponto de me terem ligado da escola a perguntar se andava tudo bem! (a sério!).

Não vou negar que estes dias me têm sabido bem. O Francisco é uma criança muito fácil e eu precisava muito de me restabelecer das nossas férias, já que eles foram bastante... como dizer... insuportáveis!

Mas agora já chega! Eu só sou eu, só me sinto completa, com eles os dois, juntos, perto de mim. Mesmo que fique esgotada, não interessa. Enquanto eles forem pequenos, até quererem seguir o rumo deles, nós os três somos um e é assim que faz sentido.

Que saudades que eu tenho do meu furacão!!!

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Pelo menos avisou-me!

Como já tinha partilhado convosco, o Francisco tem mostrado uma enorme resistência em ir para a escola. Diz que não quer ir e que não gosta de lá estar porque fica com saudades minhas. Chorou na semana passada, esta segunda-feira também, e eu fico de rastos e ele percebe isso.

Ontem, mal acordou, a conversa foi a mesma dos dias anteriores. Perguntou-me se ia à escola e, quando eu disse que sim, começou a "lenga lenga" do "não quero", "não gosto da escola", etc. Até que rematou muito sério, com olhar de "gato das botas": "e olha, quando chegái à escola, foi ficái a choái (chorar)!"

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Não vivem um sem o outro


Os meus filhos estão naquela fase em que é mais o tempo que passam a zangarem-se um com o outro, que outra coisa. Um com 3 e outro com 7, é normal, mas não deixa de ser muitíssimo cansativo!

No entanto, apesar de andarem sempre às turras, amam-se de paixão. E se eu não tinha dúvidas disso, agora tenho ainda mais certezas.

O Gonçalo foi ontem de manhã para os avós, onde vai ficar toda a semana, mas o Francisco ficou cá, comigo.

O Francisco é, na sua essência, uma criança alegre e bem disposta. E se é verdade que isso não mudou, desde ontem que o sinto meio desnorteado. A sensação que tenho é a de que parece que lhe falta um bocado.

Ontem à noite e hoje de manhã, perdi a conta ao número de vezes que ele me disse que estava com saudades do mano e ontem, quando finalmente falou com ele ao telefone, os olhos dele até brilharam. E não estou mesmo a exagerar! Todo ele ficou feliz!!!

O amor destes dois é, mesmo, um dos meus maiores tesouros!


sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Vai custar sempre!

Já se sabe que depois das férias os miúdos podem demonstrar alguma resistência em voltar à escola (se nós sentimos resistência em voltar ao trabalho... :)).

Na segunda-feira, quando deixei o Francisco na escola, notei que ele ficou sentido comigo. Como se eu o estivesse a abandonar.

Já conheço o meu filho, as expressões dele, a forma como ele morde o lábio para controlar as emoções e abracei-o com força. Disse-lhe que tinha de ser. Pedi-lhe para não ficar triste comigo. Expliquei-lhe que também tinha que ir trabalhar e que iria ter imensas saudades dele. Que o dia ia passar rápido, que ele iria divertir-se com os amigos...

Mas se na segunda me custou, hoje foi muito pior. Ainda em casa, ele não controlou o choro. Veio ter comigo, abraçou-me e disse-me baixinho ao ouvido que não queria ir para a escola. E depois chorou e eu fiquei com o coração do tamanho de uma formiga e pouco faltou para chorar também.

Sempre achei que, com o passar dos anos, iria aprender a gerir melhor estes momentos. Que me iriam custar, sim, mas não tão intensamente.

Estava enganada.

Hoje concluí que vai custar sempre, e muito. E que os anos não suavizam em nada a impotência e a dor de os ver assim.

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