terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Tanto amor!

Lembram-se de há uns tempos vos ter falado no facto do Gonçalo adorar dar abraços ao irmão, mas que este, mais para o arreliar do que outra coisa, está sempre a dar-lhe para trás?

Ontem eles os dois não se viram à noite. Fui buscar o Francisco à escola e fui direta com ele para o Hospital (isto dará um post para outras núpcias; preciso de ter a cabeça mais descansada para o fazer) e quando chegámos a casa já o Gonçalo dormia.

Não vos sei dizer quantas vezes é que o Francisco perguntou pelo irmão, mas foram muitas.

Hoje, acordámos os três na mesma cama e o Francisco, que não gosta nada que o irmão vá para ao pé dele, mal abriu os olhos e viu o irmão, deu-lhe o abraço mais sentido que eu já vi. É que aquele abraço tinha quilos de amor!

Nunca tive dúvidas, mas são estas pequenas situações que reforçam a minha convicção de que as coisas só fazem realmente snetido quando estamos os três. Juntos.

sábado, 8 de dezembro de 2018

Ainda os abraços

O Gonçalo está sempre atrás do irmão para lhe dar abraços e beijos, mas o irmão está sempre a dar-lhe para trás. O Gonçalo queixa-se e noto mesmo tristeza na voz dele quando me diz que o mano só me dá abraços a mim e que não gosta dele.

Hoje de manhã a cena repetiu-se.

"Ó filho, é claro que ele gosta muito de ti. Ele também não te dá abraços, mais para te chatear. Além disso, se ele desse abraços a toda a gente menos a ti, podias desconfiar, mas ele só o faz mais comigo. Mãe é mãe Gonçalo, sobretudo quando os filhos são bebés." - expliquei.

"Mas mãe..." - disse-me murchinho - "eu preciso dos abracinhos dele!"

Achei delicioso. Não só a meiguice e o amor dele para com o irmão, como também por constatar que a genética pode ser tramada! É como se diz, tal mãe tal filho!

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Curas das boas ❤😊




Como é que eles aprendem isto?

Ontem ligaram-me da escola do Francisco porque ele estava com febre. Lá fui eu buscá-lo (depois do habitual mini-ataque de pânico e apneia quando olhei para o telemóvel e vi que era da escola).

Após os mimos redobrados quando o vi, perguntei-lhe o que lhe doía e se estava mal disposto.

"Dói-me a cabeça." - respondeu-me.

"Oh amor... fico preocupada. Vamos ver se ficas bom rápido, sim? Se amanhã continuares assim, não podes ir à escola." - disse-lhe.

"Pois... tou doente. Amanhã não posso ir à escola."

"Logo se vê. Mas olha que se continuares assim, não podemos ir no sábado ao espetáculo, nem à festa da Carmo."

"Amanhã tou doente, mas nos anos da "Cámo" já tou bom!"

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

É aproveitar estes mimos ao máximo

Estava a levar o Francisco para a escola quando ele me pergunta porque é que não podia ficar comigo. Expliquei-lhe que na escola ele aprendia muita coisa gira, que podia brincar com os amigos e que, além disso, eu também tinha de ir trabalhar.

Depois de ouvir a minha a explicação, respondeu-me com a voz mais doce do mundo:

"Mas mamã, depois eu fico com tantas saudades tuas!"

(E agora digam-me: como é que é possível não nos derretermos com estas declareções de amor?! <3)

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

...

Mal soube que a autora de "O Deus das Pequenas Coisas"  (Arundhati Roy) ia lançar um novo livro, fiquei em pulgas e corri logo a comprá-lo assim que saiu.

Com o nome "O Ministério da Felicidade Suprema", achei logo que a obra tinha potencial. Contudo, revelou-se um dos livros que mais me custou a ler. Não por ser mau, de todo, mas por não ser "leve", pelo menos na fase da vida em que estava a viver (atenção que "leve"talvez não seja a expressão mais indicada, porque até prefiro livros com história e alguma complexidade, mas acho que entendem a ideia).

A meio do livro desisti.

Voltei a pegar nele mais de meio ano depois e comecei a lê-lo do início e, desta vez, foi mais fácil. Bem mais fácil. E que livro fantástico que é!

Acabei-o hoje e, curiosamente, ou talvez não, as suas últimas linhas têm uma mensagem que interpretei ser para mim. Pode parecer parvo, mas... vem a calhar.


Ho Ho Ho


E achavam mesmo que eu ia fugir às fotos da praxe? :)

Nem pensar!!!

E agora, depois da árvore já montada, é "só" responder, todos os dias, à pergunta "Quando é que é Natal?" :P




segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Um dia com muitos sorrisos e (ainda mais) amor


É o que dá não conseguir ter uma regularidade diária no blog.O aniversário do mais pequeno foi há mais de uma semana e eu ainda não tinha tido oportunidade de escrever um post sobre o grande dia.

Como já é nossa tradição, ele foi brindado com o pequeo-almoço na cama e todos os mimos dignos de um príncipe e o irmão fez-lhe dezenas de desenhos e recortes para lhe oferecer. O Francisco não percebe, porque ainda é pequenino, mas o carinho e dedicação com que o Gonçalo preparou tudo era revelador do amor gigante que ele sente pelo irmão.

Depois de uma manhã repleta de mimos e brincadeiras, o Francisco teve a sua primiera festinha de aniversário com os amigos. E estava tão feliz!!! Ele e eu :)

É tão bom ver os nossos filhos assim. Enche o coração! <3


A festa com os amigos teve como tema os Super Wings.

O bolo do jantar foi feito por mim. Bem mais básico, como podem constatar :)


domingo, 2 de dezembro de 2018

Amor


Andava para ir ver esta exposição desde que ela inaugurou. Chama-se "Quel Amour!?" e está no CCB.

Confesso que não é nada do que estava à espera, mas não fiquei desiludida. Esperava algo romântico, glamouroso...

A senhora que nos vendeu os bilhetes fez a descrição perfeita. Como o bilhete dá para as três exposições que lá têm em exibição - esta, a da Saudade e da Coleção Berardo - o conselho dela foi: "Comecem pela do Amor. É uma exposição... densa."

Fiquei a pensar nisso. É que de facto é isso que o amor é muitas vezes: denso.


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