sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Esta campanha está um ESPETÁCULO!!!


Vejam esta campanha de marketing com a assinatura da Wunderman. A sério que vale a pena!

Isto só vem provar, uma vez mais, que o que é nacional pode ser MUITO BOM! :)


Para grávidas cool e que gostam de roupa barata!




Fui uma grávida de verão, ou seja, nos meses em que estive mais gordinha (olha o eufemismo!) já estava bom tempo, o que facilitou bastante em termos de vestuário: um vestidinho, umas calças com uma túnica ou t-shirt e já estava feita a toilette

Não comprei praticamente roupa nenhuma, porque me custava a ideia de gastar rios de dinheiro para usar a roupa meia dúzia de meses. Por outro lado, a verdade é que também tive a sorte de me emprestarem muita coisa.

No entanto, houve uma peça que tive de comprar, pelo menos dois pares: calças de ganga. Não passo sem calças de ganga. Adoro!

Recebi um press release da Vertbaudet com a coleção que eles têm nesta área e tenho de a partilhar com vocês, porque acho que realmente reúne aquilo que se quer: são práticas, elegantes e, MUITO IMPORTANTE, são baratas! :)


quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Vou-me ali chicotear e já volto!


Estava eu a pensar que era hora de me ir deitar, porque me sinto exausta e amanhã tenho mil coisas para fazer, quando a minha cabeça me tramou. Lembrei-me que tinha ali uns mini Snickers guardados.

Eles não nasceram ali no armário, não é? Eu é que os comprei. Eles estavam lá na prateleira do supermercado e eu peguei neles e voltei a pô-los na prateleira umas 3 vezes. A sério! Às tantas pensei: "Vou levar. Eu sou forte e se for preciso resisto." E trouxe. Sabendo eu perfeitamente que isto era mentira. Que eu não iria resistir coisa nenhuma. Agora olha. Vou ali comer o chocolate, um ou dois, e depois vou-me chicotear.

... depois vou lavar os dentes e, finalmente, vou para a cama!

Já ganhei o dia!

Venho com ele da escola a subir as escadas de casa. Tenho-o ao colo (apesar dele já ser crescido, de vez em quando sabe-me bem tê-lo assim, mesmo que as minhas costas não gostem muito deste sentimentalismo!). De repente, ele abraça-me com força e começa a dar-me muitos beijinhos.

Ao meu espanto e surpresa boa inicial, seguiu-se a baba total quando ele me disse:

"Apeteche-me dá-te muitos beijinhos!"

É tão bom!... mas custa um bocadinho!


Ontem, o dia foi uma azáfama tal que nem vim aqui relatá-lo como deve de ser. É que foi um dia especial!! :) Foi o primeiro dia de escola do Gonçalo, na sala dos 3 aninhos.

Para além de ter mudado de sala, também houve outra grande novidade a assinalar esta rentrée: ele já foi para a escola só de cuecas (entenda-se, sem fralda)!

E lá estava ele. O meu crescido. Na sala dos 3 anos, sem fralda e com todo um estatuto que deixa o bebé lá para trás. E estas coisas derretem-me! Fico emocionada e super feliz com estas evoluções mas, ao mesmo tempo, sinto aquele nó na garganta. Aquele de quem sente o tempo passar rápido demais e se sente incapaz de o acompanhar de vez em quando!

Este ano o pirralho já vai ter inglês e informática, vejam só! Daqui a nada começam a ter programação no berçário :P

Estou a brincar. Não acho mal!

Quando o fui buscar à escola estavam a mudá-lo. Tinha acabado de fazer cocó nas cuecas. O chichi ele ainda vai controlando, mas o cocó está mais difícil. O que é fixe para mim, que curto à brava lavar, À MÃO, cuecas todas borradas (a seguir vão para a máquina)!

Às vezes nem sei o que sentir. Queremos que eles cresçam, estamos sempre a sobrevalorizar o "ser crescido", queremos que eles deixem as fraldas, que andem, que comam sozinhos, que larguem a chucha... mas depois tudo isso acontece e ficamos com aquela saudade de quando eles eram bebés. Sentimos saudades de os ver a gatinhar, de os ver com aquele rabo grande de fralda, de os ver com aquele ar doce e angelical com que ficam quando usam chucha...

(Estou a falar no plural, mas não sei se este é um sentimento partilhado ou não!)

Meu Deus, como crescem!!! E é bom. É muito bom vê-los crescer mas, ao mesmo tempo, custa um bocadinho!

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Argumentação é com ele!

Situação: O Gonçalo estava a comer carne estufada com arroz e decidiu comer a carne toda e o arroz está quieto.

"Gonçalo, vá lá. Come também o arroz."

"Eu não goto do arroz."

"Essa é nova. Desde quando? Vá, come lá."

"Há pechoas que não gotam de arroz... e outras pechoas sim! (pausa) Quéo água."

E pronto. Contra factos...

NOVA RUBRICA!!! Uma Mulher. Uma Dieta. Um Diário.


A tirania da balança afeta muitas mulheres. Não são raras as amigas ou mães de amigas, ou até mesmo a minha mãe, que volta que não volta me dizem que estão a experimentar a dieta não-sei-das-quantas. Na maior parte das vezes, o que vejo é um grande entusiasmo e esperança inicial que, ao fim de poucos dias ou semanas, esmorece ou, simplesmente, desaparece.

Se isto acontece por falta de força de vontade ou porque elas não veem os resultados esperados, isso já não sei dizer.

Esta rubrica foi-me sugerida por uma grande amiga, que está a fazer uma dieta conhecida: a Lev. Uma outra grande amiga comum já a fez  há uns anos e os resultados foram, de facto, surpreendentes.

Será que desta vez também serão? Dependerá da dieta ou da pessoa?

Nesta rubrica quinzenal, vamos poder contar com a partilha de todas as emoções de uma mulher que resolveu experimentar esta dieta e acompanhar a sua evolução. Será um relato cru e sem papas na língua!

Feitas as apresentações, apresento-vos a introdução da rubrica

Uma Mulher. Uma Dieta. Um Diário.


Semana 0
Peso: 83,90 Kg
Altura: 1,68m
Quilos Perdido: (não queriam mais nada! Isso queria eu! Emagrecer só com o pensamento!)


Quando o fecho das calcas já não fecha, ou o buraco do cinto está cada vez mais perto da fivela, temos duas opções: ou entramos em negação e culpamos a máquina de lavar roupa, que deve ter mudado sozinha os programas e a fez encolher, ou então assumimos que temos uns quilos que não era suposto estarem ali!

Tenho 36 anos. Culpar a máquina de lavar não me pareceu uma desculpa muito madura, até porque já eram muitas peças de roupa nesta situação. Por isso, optei por aceitar a realidade e assumir que, de facto, estava gorda!

O primeiro passo estava dado, assumir a situação, agora era altura de arregaçar as mangas e agir. Mas o que é que podia fazer?

Tenho hipotiroidismo, diagnosticado há já 18 anos, ou seja, metade da minha vida. Basicamente, o meu metabolismo anda mais devagarinho do que o normal, por isso fazer dieta sem qualquer tipo de ajuda iria fazer com que demorasse muito tempo até conseguir obter algum resultado prático; o que podia facilmente fazer com que abandonasse a dita a qualquer momento.

Influenciada pela silhueta de algumas amigas, optei pela dieta Lev. O slogan é apelativo: "comer para emagrecer". 

Ok, não iria passar fome. Boa! É importante saber!

Aproveitei as férias para marcar a consulta e lá fui eu. Eu e os meus 83,90kg!

A nutricionista começa por fazer bastantes perguntas sobre a nossa situação clínica, o nosso dia a dia, as nossas refeições e o horário das mesmas. Depois, temos que subir para aquele objecto tão pequenino, mas que atormenta muito boa gente, inclusive a mim: a balança. Esta em particular ainda atormenta mais, porque mede logo o índice de massa gorda. Meeedo!!!

A realidade era mesmo assustadora. Para além dos quilos a mais, estava apenas a um pontinho da obesidade. A quantidade de massa gorda no meu corpo era gigante! Nas palavras da Dra. Lev, vamos chamar-lhe assim, era imperativo fazer alguma coisa e tinha de ser JÁ. 

Os números não mentiam! Quer os da balança, quer os da fita métrica que mediram a minha superfície abdominal.

"Ok. Vamos lá a isso", pensei. Mas, agora, a parte mais problemática. A dieta Lev é cara! Decidir que a queremos fazer implica gastos bastante elevados, principalmente no início. Por isso, e decidida que estava em ir para a frente com esta decisão, teria de pôr na cabeça que há que a levar até ao fim.

Aceitando este rombo no orçamento, iniciamos então o tratamento! Vamos lá ver como corre!

Xoxo,

AD

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Nota da autora do Entre Biberons e Batons: Queria lançar um repto às minhas seguidoras: se estiverem a fazer uma outra dieta e a quiserem relatar, enviem-me um mail. Quantas mais experiências forem partilhadas, sejam elas boas ou más, melhor :)

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Isto tem um nome!

O Gonçalo não faz cocó que se apresente desde sexta-feira passada. Anda a brindar-me com uns puns que vêm acompanhados de pós de cocó, literalmente, o que é bem fixe para mim, que ando a lavar cuecas com cocó desde esse dia.

Dadas as circunstâncias, e não por mim mas sim porque acho que ele não pode andar bem por causa disto, hoje quando o fui buscar a casa dos meus pais, e em conversa com o meu pai, depois dele ter reiterado aquilo que eu já sabia, ou seja, que o menino não fazia cocó, eu disse que se calhar tinha chegado a altura de usar um clister. Diz logo ele:

"Hummm. Mas ele ontem até fez um bocado maior!"

Ok.

Cheguei a casa e o Gonçalo sujou mais umas cuecas. Partilho com o Marco a minha preocupação, ele responde que realmente o G. não faz cocó há muito tempo e eu digo-lhe o mesmo que disse ao meu pai (nessa altura o Gonçalo já estava na sanita). Diz logo o Marco:

"Humm. Mas olha que se calhar agora ele faz."

Fiquei a pensar que deve ser a isto que se chama solidariedade masculina!

O dia em que privei com o nosso Primeiro



Na verdade, não estávamos um com o outro, mas o que é facto é que vivi o mesmo momento lúdico, no mesmo espaço e tempo, que Pedro Passos Coelho. Eu com a minha família e ele com a dele. E foi estranho! Muito estranho!

Uma coisa é encontrá-lo num evento social, numa conferência de imprensa ou em qualquer outro encontro de caráter mais oficial. Outra coisa, completamente diferente, é estar numa piscina pública (mesmo que a piscina em questão seja toda catita) e dar de caras com ele, ainda por cima em fato de banho!

Sinceramente, não sei o que estranhei mais. Se foi o facto dele não estar acompanhado com homens vestidos de negro e óculos escuros (tipo à filme) – fiquei desapontada – ou se foi o facto de me ter dado conta que ele tem programas e comportamentos típicos de um ser humano normal!

Eu não quero ser mal entendida com este comentário, mas acho que todos nós nos esquecemos que o Primeiro Ministro tem uma vida onde cabem estes momentos mais emocionais.

Mas lá estava ele. Não como Primeiro Ministro, mas como pai e cidadão comum. Como todos os pais de crianças pequenas, mostrou-se atento e quando foi preciso ralhar (é sempre), fê-lo. Discretamente e sem alarido e com o intuito claro de educar.

Foi interessante ter visto este lado de Pedro Passos Coelho, uma vez que não imaginava que este lado existia. Mas estou convencida de que mais grave do que eu não equacionar isso, é ele parecer não se lembrar!

Fotos de Anne Geddes ao alcance de qualquer um

A Fineartamerica é um site que permite que fotógrafos de todo o mundo, sejam eles profissionais ou amadores, exponham e vendam os seus trabalhos.

E porque é que eu estou a falar nisto aqui no blog? Porque Anne Geddes, a conceituada fotógrafa de bebés, é uma das mais recentes aquisições deste site; o que faz com que qualquer um de nós possa imprimir as fotos desta fotógrafa, nos mais variados formatos e materiais. De facto, as opções são várias, indo desde a simples impressão da foto, até à possibilidade de comprar uma tela em lona ou uma capa de iPhone com uma foto desta talentosa artista.

Seguem alguns exemplos.









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