terça-feira, 23 de abril de 2019
"Fazer" memórias (na Aldeia-Museu José Franco)
As férias da Páscoa já lá vão, mas estou em crer que elas proporcionaram aos três memórias muito boas, que irão perdurar no tempo. Pelo menos assim o espero.
Para contrariar um pouco aquele ritmo parvo e desgastante do dia-a-dia, tirei uns dias para estar com eles sem correrias. Não foram muitos, mas foram os suficientes para conhecermos três sítios muito giros para ir em família e sobre os quais vos vou falar aqui no blog.
Começo pela Aldeia-Museu José Franco, em Mafra, já que foi a nossa primeira paragem das férias.
Trata-se de uma Aldeia Saloia à escala dos mais pequenos, construída e idealizada pelo oleiro José Franco; já falecido.
Nesta Aldeia, com entrada gratuita, as crianças podem ver uma carpintaria, um moinho de vento, uma capela, uma escola primária antiga, uma adega, uma mercearia... enfim, como o próprio nome indica, tem tudo aquilo que existe numa aldeia.
Os baloiços old school que lá estavam fizeram as delícias dos meus filhos e até eu fiquei nostálgica quando os vi andar neles :)
Depois de uma tarde muito bem passada, e antes da despedida, rendemo-nos todos ao pão com chouriço quentinho que se vende e produz dentro da Aldeia e que também é considerado um ex libris :)
terça-feira, 9 de abril de 2019
O meu menino já lê livros de pré-adolescente!
O Gonçalo adora ler e escrever e há que dizê-lo que neste campo sai tanto à mãe como ao pai.
Apesar da sua escrita ainda ter muito por limar (mas também ainda só está no terceito ano!),tento incentivá-lo ao máximo a fazer tanto uma coisa como outra.
Este fim-de-semana fui à Fnac e vi este livro. Na verdade já tinha olhado para ele várias vezes, por saber que é um sucesso entre os jovens, mas acabava sempre por não o comprar por achar que talvez fosse avançado demais. Tem muitas páginas, poucas ilustrações, ele gosta de ler mas é preguiçoso... Mas bem, desta vez resolvi pegar nele, abri-lo e ler algumas páginas. Percebi que a escrita era leve, a personagem principal escreve na primeira pessoa, não estivéssemos nós perante um diário, e tem muito humor (bem ao estilo do Gonçalo). E as ilustrações, apesar de serem em menor número face ao que ele está habituado, são bem giras.
Arrisquei e comprei-o. Dei-lho no domingo à noite e ontem ele levou-o para a escola para o ler durante o dia, já que está de férias.
Deviam de ver o entusiasmo dele quando o fui buscar!
Porque "tinha adorado o livro", porque "gostou tanto que já ia na página 170 e tal", e "ó mãe vá lá, podes comprar-me o volume 2?"... Estava doido!!
Eu fiquei super feliz! Primeiro, por ver a felicidade dele, mas também por ter percebido que ele reforçou dentro dele aquilo que já sabia: que ler era divertido e, muito provavelmente, uma das melhores coisas do mundo. Além disso, constatei que ele está a ficar um crescido.
Ao ver o entusiasmo dele também sorri ao lembrar-me do que os meus pais me dizem tantas vezes. Que me compravam livros e que eu ia para o quarto devorá-los e que muitas vezes só descansava quando os acabava de ler.
Os livros não são apenas um estímulo intelectual. São muito mais do que isso. Os livros são um escape. Ajudam-nos a sonhar, a viajar e podem ser verdadeiras terapias. Assim como a escrita.
Já lhe comprei o volume 2 e ele já dedicou uma prateleira do quarto só para esta coleção!
Que a aventura pela leitura de livros dos "crescidos" comece... e que nunca acabe!
domingo, 7 de abril de 2019
Há coisas que não têm preço
Acredito que seja comum a todos os pais aquele sentimento de impotência quando os filhos estão doentes.
Impotência, preocupação, ansiedade... Quanto a mim, quando eles estão mais murchinhos, e eu sei que não é nada de grave, confesso que há uma parte que também sente conforto por saber que eles veem em mim um porto seguro. E que é nos meus braços, abraços, beijos e mimos que se confortam também.
Esta é uma daquelas coisas, como tantas, que só a maternidade é capaz de oferecer. E nada vale mais que isto!
sábado, 6 de abril de 2019
Amor eterno
Quem disse que não se pode ter estilo com óculos?
Uma das novidades é esta. O meu pequenino grande passou a usar óculos.
Quando a médica disse a frase "ele vai ter que usar óculos", não fiquei indiferente, mas também não fiz dramas. Talvez por eu usar óculos desde os 9 anos. Além disso, hoje a medicina está super avançada e a tecnologia nesta área e as soluções são mais que muitas. E, também importante, já se encontram modelos de óculos de criança muito giros e a preços bem acessíveis.
Optámos por este modelo Ray-Ban, por causa da cor e formato. Realçam ainda mais os olhos dele e dão-lhe um ar de borracho-intelectual (digo eu, que não sou nada suspeita 😁)
quarta-feira, 3 de abril de 2019
sexta-feira, 29 de março de 2019
Start over
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| Foto: Pinterest |
Comecei pelo mais fácil, ou seja, pelas coisas materiais (escusado será dizer que o objetivo é que isto se reflita a nível emocional). De maneiras que ando há várias semanas a reorganizar/ arrumar a casa. A deixar ficar apenas o que me faz falta e o que gosto mesmo e a livrar-me de tudo o que está lá só porque sim, a ocupar espaço, a ganhar pó e a dar-me trabalho; sem trazer nenhuma real mais-valia ou valor acrescentado à minha vida.
Digamos que é uma espécie de minimalismo, mas mais descontraído (na medida em que não posso dizer que tenha assumido este princípio como estilo de vida).
Neste momento, estou prestes a acabar as arrumações. Se houvesse um mapa geográfico desta minha "jornada", diria que me falta menos de um quarto do caminho para acabar esta "reorganização". E, acreditem ou não, à medida que o tempo passa sinto-me cada vez mais leve. E mesmo que seja psicológico, admito que possa ser, vale a pena! De certo modo, sinto que preciso de fazer este caminho para começar de novo. E com toda a energia!
sábado, 23 de março de 2019
💓
"O que mais se pode desejar na vida é encontrar um lugar onde se pertence, onde se ama e se é amado, sem dúvidas, sem julgamentos, sem condições. Este é o meu conto de fadas."
Grace kelly
quinta-feira, 21 de março de 2019
Primavera
terça-feira, 19 de março de 2019
A isto chama-se lata
O Gonçalo começou a usar óculos. Fomos buscá-los este fim-de-semana.
Na loja, depois de os experimentar, a senhora disse ao Gonçalo:
"Uau. Ficas um verdadeiro borracho!"
O Francisco, que estava ao meu colo aninhado, pôs-se em sentido, olhou para a senhora e respondeu-lhe muito seguro, com a sua vozinha doce:
"Borracho sou eu!"
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