quarta-feira, 6 de abril de 2016

Estou mesmo nervosa!

O Gonçalo está adoentado desde domingo. Nada de mais. Começou com dores de ouvidos e cabeça, entretanto não se quiexou mais, mas a febre manteve. Mas sempre baixa (o que até me assusta mais).

Hoje o Marco foi com ele ao hospital e eu estou aqui super nervosa. Não consigo concentrar-me. Ainda por cima sou sempre eu que vou com ele. Não ter ido está-me a deixar ainda mais angustiada. Para piorar, faço mil filmes na minha cabeça. Que raio de feitio o meu! Porque é que eu sou assim? :(

Só vou descansar quando eles me derem notícias.

Não há de ser nada, se Deus quiser :(

terça-feira, 5 de abril de 2016

Aaaaaaiiiiii... estou tramada!

O Gonçalo está adoentado desde domingo. Hoje ainda não foi à escola, mas como não teve febre praticamente o dia todo disse-lhe que amanhã já devia de ir.

"Mas vou à escola amanhã?"

"Não sei filho. Depende. Se tiveres febre durante a noite não vais."

(1 minutos depois)

"Mamã, amanhã vou à escola?"

"Já respondi."

(passados uns segundos ele tosse)

"E agóia? Vou à escola amanhã?"


Chaaato!


Assim, sim!

Assim até vale a pena estar constipadito e de molho :)

Sessão de cinema em casa, com direito a pipocas e tudo ;) <3



Adoro!!!

O Gonçalo está doentinho. Quando começou a sentir-se mais febril pediu "leitinho quentinho", coisa que ele nunca pede.

"Então meu amor, não te sentes bem?" - perguntei-lhe melosa.

"Não!" - respondeu-me queixoso.

"Dói-te o quê? Os ouvidos e a garganta?"

"Sim."

"Então fazes bem em beber leitinho. Faz bem!"

"Mas olha mamã. Não me doem só os ouvidos e a gaganta. Estou a bebêi o leitinho puque também me doem os olhos!"

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Acho que este me dá a dar baile!

Agora depois de jantar estava feita barata tonta pela casa, a tentar arrumar uma catrefada de brinquedos (o Gonçalo está doentinho e ficou em casa e isso traduz-se em mais desarrumação que o habitual). Entretanto queixei-me:

"Pois, sou sempre eu a arrumar tudo, não é?"

"Mas não fui eu que desarrumei os livos. Foi o mano." - defendeu-se o Gonçalo.

"Está bem. Mas a verdade é que sou sempre eu a arrumar tudo. Podias ajudar a mãe." - disse-lhe.

"Hummm. Mas eu não gosto de arrumái coisas."

"Olha que lata! Nem eu." - respondi-lhe.

(pausa) "Então pede ao teu amigo imagináio." 


É impressão minha ou este está a dar-me baile?

Lembro-me tão bem desta sensação!

;)

CONSULTÓRIO: Mudança de casa – dicas para preparar os filhos

(texto escrito por Raquel Carvalho, psicóloga clínica da Oficina de Psicologia)
Foto: Pinterest
Em algum momento da vida, as famílias necessitam de mudar de casa. Para além de stressante para os adultos, a experiência pode ser desafiante para as crianças, cuja reação pode ser inesperada.

As crianças necessitam de familiaridade e rotinas. Por isso, ao tomar a decisão de mudar de casa, considere as vantagens da mudança face ao conforto que as redondezas, escola e vida social dá à criança e à família. Se está a passar por uma mudança de vida significativa, por exemplo, divórcio, morte de familiar, mudança de escola, tente adiar a mudança de casa, para que a criança tenha tempo de se reajustar adequadamente.

Quando a decisão de mudança não está nas suas mãos (ex.: transferência de trabalho ou questões financeiras) e não esteja muito satisfeito com a ideia, tente manter uma atitude positiva. Sem se aperceber, o seu estado de humor e comportamentos podem afetar as crianças, pelo que tente agir com tranquilidade.

Independentemente do motivo de mudança, prepare o seu filho focando os seguintes pontos:

- partilhe com a criança a decisão de mudança de casa assim que possível;

- ajude-a a compreender a razão pela qual terão de se mudar;

- responda às questões e forma verdadeira e concreta;

- prepare-se para reações positivas quer negativas por parte do seu filho;

- compreenda que a criança pode ficar assustada com a ideia ou que o adolescente se oponha, mesmo que lhe apresente muitas vantagens da mudança;

- Envolva o seu filho no processo de procura de casa, tanto quanto possível, pois assim sentir-se-á mais envolvido, em vez de se sentir forçado.

Depois de a nova casa estar escolhida, leve toda a família para a visitarem e conhecerem as redondezas. Caso, a mudança seja para uma cidade distante, dê toda a informação que puder sobre a casa, a cidade ou país, atividades de interesse mais próximas, novas rotinas, etc, para que o seu filho se possa ir consciencializando.

Tenha em consideração algumas especificações consoante a idade do seu filho. Com crianças menores de 6 anos, convém dar explicações claras e simples e se necessário conte-lhe uma história semelhante. À medida que for arrumar os brinquedos em caixas, explique-lhe que está a guardá-los temporariamente e não deitá-los fora. Com a mudança de casa, algumas famílias aproveitam para comprar novas mobílias, porém lembre-se que usar os móveis do quarto antigo podem proporcionar sensação de conforto e familiaridade na nova casa. Evite fazer outras grandes alterações na rotina da criança durante o período de adaptação à casa nova, como por exemplo, o treino do bacio.

Com crianças em idade escolar, salienta-se que talvez as férias escolares sejam a melhor época para mudanças, pois evita alterações significativas durante o período escolar.

Com adolescentes, a aceitação de mudança de casa poderá ser mais difícil, face à tendência para comportamentos de oposição, bem como face ao receio das consequências que uma mudança poderá ter nas relações sociais e namoros. É particularmente importante permitir que os adolescentes partilhem as suas preocupações e que os pais as ouçam e respeitem. Tente ajudá-lo a procurar soluções para possíveis problemas que surjam, bem como manter contato com velhos amigos ou vizinhos e facilite algumas visitas ou reencontros. Durante as mudanças, dê-lhe a oportunidade de escolher como quer dispor os móveis e objetos pessoais. Nesta etapa de vida, ter um espaço no qual se sente confortável e com autonomia é meio caminho andado para o seu bem-estar na nova casa.

A mudança de residência é um marco na vida de cada um. Pode apresentar muitos desafios importantes para toda a família, a vários níveis, mas é importante que os encarem juntos e unidos e pensem em conjunto em novos reajustamentos que sejam necessários.


Raquel Carvalho, Psicóloga Clínica da Equipa Mindkiddo – Oficina de Psicologia





Estou tramada com este!

O Francisco ganhou uma nova mania. Pega nas coisas e lá vai ele, todo lampeiro, pô-las no lixo!

Bem... já sei onde procurar quando der pela falta de alguma coisa!

O que dizer a crianças ansiosas!

Encontrei esta infografia no Pinterest e achei que a tinha de partilhar convosco. Adorei! <3
 


domingo, 3 de abril de 2016

Quem diz a verdade...

Se calhar (até) merece castigo, mas... eu vou dizer a verdade na mesma.

Tenho de confessar que estava desejosa que os dois se fossem deitar. Estavam tão chatinhos hoje!!

Até me sinto mal em dizer isto, sobretudo porque o mais velho está com febre e o mais novo está aflito dos dentes, mas... que cansa, cansa! E não é nada pouco!

Saio deste fim-de-semana mais cansado do que quando entrei nele :P

Enfim... que eles fiquem bem. Isso é que interessa!

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