quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Quem meu filho beija...

... minha boca adoça!

(agora que sou mãe, entendo realmente o significado desta expressão!)

Dois anos do mais puro amor!

O Francisco faz hoje dois aninhos e eu não podia estar mais feliz!

Apesar do título do post sugerir que o amor que tenho por ele começou há dois anos, na verdade começou bem antes, ainda estava ele na minha barriga. Mas é um amor que cresce todos os dias mais um bocadinho.

Amar os filhos está-nos no sangue, mas, no caso do Francisco, estou realmente convencida que se não fosse mãe dele, bastava conviver com ele para o amar perdidamente. É que não há como não ser assim!

Ele é tão simpático, tão bem disposto, tão cheio de luz... ele emana boa energia apenas com o seu sorriso!

Há dois anos a minha vida ficou mais rica. Com a maior riqueza que uma pessoa pode desejar.

Parabéns meu amor! Que sejas sempre assim. Que sejas sempre feliz.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

O tempo voa - II


Na próxima quinta-feira, dia 24, o meu bebé fará dois aninhos.

Mal posso acreditar! Por um lado parece que foi há muito tempo, mas por outro lembro-me de tudo tão bem...

Sinto umas saudades gigantes de muita coisa, mas disto, deste olhar, destes momentos... quando penso neles a intensidade das saudades quase que fazem o meu coração explodir!

O meu bebé está a crescer, com saúde, e sinto-me tão feliz e abençoada por isso <3

O tempo voa!



Há dois anos estava assim. Com mais 9 quilos, em felicidade absoluta e já algo ansiosa por ter o meu Francisco nos braços. Estava em contagem decrescente, a contar os minutos para o poder sentir, cheirar, beijar, abraçar...

Há dois anos estava assim; em pleno estado de graça!


domingo, 20 de novembro de 2016

Porque também sabe bem!

Regra geral gosto de passear. De apanhar ar e, de preferência, ir a sítios novos. No entanto, também me sabe bem ficar em casa, sobretudo em dias como os de hoje.

Hoje, o nosso domingo foi do mais caseiro possível. Com a casa a cheirar a bolos, o aconchego dos amigos e a alegria que só as crianças conseguem dar a uma casa <3


quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Está quase!!!



O telefonema que me deixou com os nervos à flor da pele

Tinha acabado de almoçar e de beber café. Estava a caminho da Igreja. Ia rezar um pouco, juntamente com mais dois colegas, pela filha de uma amiga, que está muito doente. Entretanto, o meu telefone começou a tocar de um número desconhecido.

Como mãe, e tendo os meus filhos na escola,  esta é daquelas situações que me deixam logo com o coração a palpitar.

Atendi e do outro lado perguntaram se era a mãe do Gonçalo.

Gelei! Ele não anda adoentado e para me estarem a ligar é porque alguma coisa tinha acontecido.

E tinha.

O Gonçalo tinha caído das escadas e fez um galo enorme, que estava com muito mau aspeto. As palavras usadas pela auxiliar foram estas. Rematou dizendo que o iam levar para o hospital.

Ao mesmo tempo que ia assimilando a informação e me tentava manter calma, perguntei umas dez vezes se ele estava bem, ao mesmo tempo que traçava um plano mental sobre qual a forma mais rápida de me pôr no hospital, uma vez que ele estava em Oeiras e eu no centro de Lisboa.

Acabei por chegar ao hospital primeiro que ele.

Graças a Deus foi só o susto. Ele passou bem a noite - já eu acordei mil vezes para ver se ele estava bem - e hoje quando acordou galo estava menos inchado.

Tadinho do meu docinho <3 Fiquei tão assustada e com tanto medo! Mas ser mãe é mesmo assim. Uma "atividade" recheada de adrenalina :P

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Amor

Temos uma tendência para pensar em nós, pais, como protetores dos nossos filhos. Como aqueles seres que os confortam e lhes dão segurança. No entanto, cada vez mais me convenço que, muitas vezes, as coisas funcionam ao contrário. Ultimamente, é nos braços deles que eu procuro conforto e paz. E, se querem saber, encontro-os sempre!


CONSULTÓRIO: Já posso tomar banho sozinho?

(texto escrito por Mariana Santos Paiva, Psicóloga Clínica da Oficina de Psicologia)

Foto: Pinterest
Entre fraldas e biberons; primeiras gargalhadas e dentes à vista; primeiros passos e palavras e diferentes alimentos e brincadeiras. Entre sestas e chuchas e interacções com o mundo.. eles vão crescendo!

É natural que as aquisições que eles vão fazendo provoquem em nós emoções distintas. Por um lado os receios que vamos tendo, por outro a satisfação em vê-los desenvolver-se. E é natural também que nos custe aceitar que eles já não precisam da nossa ajuda para realizar esta ou aquela tarefa- já o fazem de forma autónoma! Aqui é bastante importante ajustarmos a necessidade de protecção à exigência de forma a não os sufocarmos com demasiados cuidados e os deixarmos lidar com os desafios que vão surgindo.

Dentro da higiene pessoal existem vários hábitos e um deles é o banho. Começamos por limpar os nossos bebés com algodão quando acabam de nascer, seguindo-se uma breve passagem por água numa banheira mais reduzida e depois então o banho com direito a brincadeira na banheira normal. De início temos que ser nós a ajudar com o cabelo, o chuveiro... explicando como se faz. Mas rapidamente eles tentam mostrar-nos que já são capazes. Devemos então reforçar esses comportamentos, elogiando-os e incentivando-os a tentarem novamente para a próxima. Nesta lógica e com uma redução da nossa presença eles vão-se desembaraçando!

Quando já lavam as mãos sozinhos e já vão à casa-de-banho sem precisar de ajuda, à partida estarão prontos para experimentar também essa autonomia no banho!

Há então duas ideias que podemos reter em relação a este tema:

Ø  Garantirmos a segurança dos nossos filhos é essencial. Se não se sentirem cómodos confiantes não devemos deixá-los sozinhos por muito tempo. Há que ensiná-los a entrar e sair da banheira bem como a sentar-se.

Ø  É importante tornarmos os nossos filhos pessoas independentes, responsáveis e capazes de arriscar.

Mariana Santos Paiva
Psicóloga Clínica da Oficina de Psicologia

É que está cada vez mais capitalista!

Um dia destes o Marco disse uma piada (seca) e o Gonçalo começou-se a rir com um ar gozão. Eu olhei para ele, ri-me também e depois disse-lhe na brincadeira:

"Não ligues. Dá-lhe um desconto."

Ao que ele questionou imediatamente:

"De quanto, mamã?"

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