domingo, 22 de fevereiro de 2015
O Gonçalo e o amigo!
O Gonçalo não gosta de assumir o protagonismo nas fotos, mas não consegue!
Quem o manda ser tão lindo? :P
(cof cof Babada, eu?!)
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
A vida é mesmo mágica e ontem tive mais uma prova disso!
(post dedicado à R.J. - my best friend - e à Carolina)
E querem saber o melhor? O Gonçalo, meu filho, nasceu no dia de anos da minha melhor amiga.
Há lá coisa mais poética? :)
(Já para não falar que, das duas vezes, ficámos grávidas praticamente na mesma altura. O Gonçalo é 6 meses mais velho que o filho mais crescido dela e agora existem menos de 3 meses a separar o Francisco da baby C.).
Se nunca duvidei do laço que nos une às duas, de algum modo sinto que ele foi reforçado ontem. Parece que a nossa amizade foi selada com a força dos astros, dos deuses... Como se estas "coincidências" (que não podem, de modo algum, ser apenas e só isso) sejam um sinal de algo superior que nos une. E eu, mais uma vez, sinto-me muito grata a Deus. Não só me deu uns pais e um mano que amo de paixão, assim como dois filhos lindos e um marido que adoro perdidamente, como ainda pôs no meu caminho esta mulher extraordinária que é a minha melhor amiga.
Quanto à baby C., desejo-lhe o melhor do mundo. Se seguir as pisadas da mãe será um ser humano fantástico. Por isso, "só" precisa de sorte e saúde. É isto que lhe desejo <3
O que é que se pode querer mais?
O meu dia de anos foi como gosto que seja. Passado junto dos meus. Dos meus filhos, do Marco, dos meus pais e irmão. Este ano faltaram os amigos do peito, mas como o Francisco é muito pequenino não o queria deixar para sair, nem fazer nada cá em casa para ele não ficar submetido a grandes confusões (aliás, éramos só 6 e para ele já foi o que foi!).
A ideia era que o Gonçalo não fosse à escola, para eu passar o dia com ele. Na verdade não foi, ainda que o tivesse lá ido levar para uma atividade que eles fizeram à tarde e que eu e o Marco achámos que era importante que ele fosse.
Como S. Pedro me presenteou com um dia lindo, fomos passear ao parque de manhã e, a seguir, fomos almoçar a uma pizzaria junto à praia; ter o mar como cenário de almoço foi uma prenda que eu quis dar a mim própria :)
Foi uma manhã recheada e divertida e eu senti-me mesmo feliz por estar com os meus filhotes e com o Marco. Quis, muitas vezes, conseguir congelar alguns momentos. Conseguir congelar o que os meus olhos viam e o que o meu coração sentia.
À noite jantei cá em casa com os meus pais e mano. Não podia ser mais simples, mas é tudo o que quero poder fazer durante muitos e muitos anos. Muitos mesmo!
É tudo o que eu quero para me fazer feliz e é a maior prenda que Deus me pode dar <3
A ideia era que o Gonçalo não fosse à escola, para eu passar o dia com ele. Na verdade não foi, ainda que o tivesse lá ido levar para uma atividade que eles fizeram à tarde e que eu e o Marco achámos que era importante que ele fosse.
Como S. Pedro me presenteou com um dia lindo, fomos passear ao parque de manhã e, a seguir, fomos almoçar a uma pizzaria junto à praia; ter o mar como cenário de almoço foi uma prenda que eu quis dar a mim própria :)
Foi uma manhã recheada e divertida e eu senti-me mesmo feliz por estar com os meus filhotes e com o Marco. Quis, muitas vezes, conseguir congelar alguns momentos. Conseguir congelar o que os meus olhos viam e o que o meu coração sentia.
À noite jantei cá em casa com os meus pais e mano. Não podia ser mais simples, mas é tudo o que quero poder fazer durante muitos e muitos anos. Muitos mesmo!
É tudo o que eu quero para me fazer feliz e é a maior prenda que Deus me pode dar <3
Que bela prenda de anos!
Regra geral o Francisco é um bebé calminho. Não me posso mesmo queixar. Não é chorão por dá cá aquela palha e é muito bem disposto. Ri com imensa facilidade.
Ontem, não sei se por ter sido um dia mais movimentado do que ele está habituado, não foi nada assim. E pior. Ele, que é raro ter cólicas e quando as tem chora, claro, mas nada de mais, deu-me a pior noite de sempre. Ao ponto de querer comer de hora a hora, para sentir conforto, e de berrar como se o tivessem a matar.
E é por isso que só acordámos há bocado. Para compensar!
Ele parece-me melhor, espero eu, e eu própria já me sinto capaz de falar esboçar um sorriso.
Ontem, não sei se por ter sido um dia mais movimentado do que ele está habituado, não foi nada assim. E pior. Ele, que é raro ter cólicas e quando as tem chora, claro, mas nada de mais, deu-me a pior noite de sempre. Ao ponto de querer comer de hora a hora, para sentir conforto, e de berrar como se o tivessem a matar.
E é por isso que só acordámos há bocado. Para compensar!
Ele parece-me melhor, espero eu, e eu própria já me sinto capaz de falar esboçar um sorriso.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
Porque o divórcio não é fácil de explicar aos filhos
Não falo por experiência própria, mas não preciso. Acredito que um divórcio, seja amigável ou não, nunca é fácil, sobretudo quando envolve filhos. E deve piorar quando os filhos são pequenos.
Por este motivo, a Oficina de Psicologia, parceiro do blog, vai promover, no próximo dia 28 de fevereiro, o Workshop "As Duas Casas".
Neste evento, "pais e cuidadores poderão esclarecer todas as dúvidas e rever os medos e preocupações habituais das crianças quando ocorre uma separação dos pais." Esclarecerá, ainda, qual a "melhor forma de as abordar e gerir, para uma perturbação mínima do seu bem-estar."
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
Há coisas que não mudam!
Hoje ao jantar comi peixe cozido.
"E então?", perguntarão vocês... e então que eu não comia peixe cozido há uns 8 ou 9 anos; desde que saí de casa dos meus pais.
O porquê é simples. Detesto. E hoje só comi por "engano". Fiz para o Gonçalo, mas ele quis outra coisa que já estava feita. Como ele tinha comido peixe ontem não insisti e pensei: "olha, como eu. Talvez agora, que já sou crescida, já goste. Afinal, todos os adultos gostam, não é?"
Mas olhem... não. Continuo a não gostar nadinha e dei por mim a fazer o que sempre fiz quando a minha mãe me dava peixe cozido. A manter a comida na boca dez anos e a fazer um sacrifício descomunal.
Resumindo: há coisas que nunca mudam e esta deve ser uma delas!
"E então?", perguntarão vocês... e então que eu não comia peixe cozido há uns 8 ou 9 anos; desde que saí de casa dos meus pais.
O porquê é simples. Detesto. E hoje só comi por "engano". Fiz para o Gonçalo, mas ele quis outra coisa que já estava feita. Como ele tinha comido peixe ontem não insisti e pensei: "olha, como eu. Talvez agora, que já sou crescida, já goste. Afinal, todos os adultos gostam, não é?"
Mas olhem... não. Continuo a não gostar nadinha e dei por mim a fazer o que sempre fiz quando a minha mãe me dava peixe cozido. A manter a comida na boca dez anos e a fazer um sacrifício descomunal.
Resumindo: há coisas que nunca mudam e esta deve ser uma delas!
Passatempo Zero a Oito e Entre Biberons e Batons
O
desfralde não é uma fase fácil para a maioria dos pais e, claro, para as
próprias crianças. Para ajudar a família a atravessar da melhor forma
possível esta etapa, a Zero a Oito sugere dois livros irresistíveis; um
direcionado para os meninos e outro para as meninas.
Para os
meninos, a editora sugere o livro “Até
os Piratas fazer cocó!”. Com a ajuda da sua família de marinheiros, o
pirata Pipo vai aprender a usar o penico pela primeira vez.
Já para
as meninas, a sugestão é o livro “Até
as Princesas fazer cocó!”, que conta a história da princesa Pipa, que aprende a usar o penico pela primeira vez com a ajuda da sua família real.
Pois bem, a
Zero a Oito vai oferecer 10 livros a 10 leitores do blog, que depois poderão
escolher se querem o livro para menino ou menina.
Para
participarem, só têm de:
-
Fazer
Like na Página de Facebook da Zero a Oito;
-
Fazer
Like na Página de Facebook do Entre Biberons e Batons;
-
Ser
seguidor no blog;
- Partilhar o post do Facebook em modo público;
- Preencher o questionário abaixo:
- Preencher o questionário abaixo:
Podem
participar até ao dia 24 de fevereiro, e os vencedores serão anunciados dia 25
de fevereiro, e escolhidos via random.org
Nota: Só é
considerada válida uma participação por pessoa!
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