quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

É assim o amor


Os meus filhos queriam celebrar o Dia dos Namorados e eu sugeri-lhes fazer um bolo para comermos como sobremesa ao jantar. Escusado será dizer que eles adoraram a ideia, mas o Gonçalo pediu-me para o fazer em forma de coração.

Disse-lhe que sim, apesar de não ter forma. Iria improvisar. Afinal de contas, quando se ama, faz-se o que se pode para fazer feliz quem gostamos, certo? :)

O bolo não ficou perfeito. Na verdade, ficou com um ar tosco, mas ao mesmo tempo delicioso... um retrato perfeito do amor <3

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

5 ideias fofinhas para o Dia dos Namorados (para quem não quer/ pode gastar dinheiro)

Fotos: Pinterest

O Dia dos Namorados está a chegar e não fica nada mal dar e receber um miminho. E nem precisam de se render ao consumismo que se vive à volta desta ocasião.

Pessoalmente, e sei que não estou sozinha, prefiro aqueles gestos que evidenciam que a pessoa presta atenção às pequenas coisas sobre mim ou que denotam uma real intenção de me surpreender e de me fazer feliz.

Atenção que não estou a dizer que não gosto de uma boa mala ou que me chateava se me oferecessem uma viagem ou me pagassem um jantar num sítio giro, mas garanto-vos que quando há amor, nada disto é preciso para fazer o outro feliz.

Posto isto, deixo-vos 5 sugestões de ideias fofinhas para este Dia dos Namorados, que não implicam gastar dinheiro:


1 - Escrever uma Carta de Amor

A carta de amor está a cair em desuso e eu, como romântica inveterada que sou, acho mal! Há lá coisa mais romântica do que escrever e ler uma declaração de amor, daquelas que vêm do fundo coração? E não é preciso ser nenhum poeta, basta escreverem com a alma!


2 - Usem post-its

Com um ou dois blocos de post-its fazem um brilharete.

Podem usá-los para desenhar um coração num espelho e, se quiserem ir mais longe, ainda podem escrever uma mensagem romântica em cada um deles.

Podem também usá-los para escrever recados individuais - por exemplo, num post-it escrevem "vale um beijo", noutro "vale um abraço", noutro "vale uma massagem"... - e depois dobram-os em quatro e enchem um frasquinho com eles. Ao longo do mês/ meses, a vossa cara metade vai tirando os papelinhos e "cobra-vos" o que lá estiver :)


3 - Jantar romântico

No Dia dos Namorados janta-se como noutro dia qualquer, certo? Mas não custa nada dar um toque ao momento para o tornar mais romântico.

Jantar à luz das velas, fazer uma sobremesa, pôr uma música de fundo... ou seja, apostar nos pormenores!


4 - Cantar uma serenata

Ok, esta sugestão não é para todos! Tem de se cantar minimamente bem, caso contrário corre-se o risco de conseguir o efeito conrrário :) Mas podem sempre não cantar e ficarem pela escrita de uma letra bonita, usando uma música que gostem como fundo.



5 - Dar um passeio (com muitos abraços e beijos à mistura)

Há quanto tempo não dão um passeio os dois, de mão dada? É tão bonito andar de mão dada!!!

Podem ir ver o pôr-do-sol, fazer uma caminhada... o que não pode faltar são os beijos e os abraços (são fundamentais!).


Espero que gostem das sugestões e que tenham um São Valentim memorável!!!

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Aiiii que não estou a gostar nada disto

Já disse que sou feminista - não confundam com fundamentalista - mas sim, defendo a igualdade de géneros e tento passar este respeito pela pessoa, seja ela homem ou mulher, aos meus filhos. Contudo, às vezes tenho a sensação que não estou a conseguir passar a mensagem.

Ontem à noite estavam os dois muito empenhados em que eu lhes arranjasse uma prenda para darem às respetivas namoradas no dia de S. Valentim (torci o nariz com a ideia e não escaparam a um "vocês são muito pequeninos para isso", mas lá lhes fiz a vontade). Arranjei um anel para cada um levar.

"Mas eu tenho tês!" - explicou o Francisco.

"Três?! Mas só podes ter uma!" - respondi-lhe.

"Tá beeeeem. Então fico só com a M. e a G." - disse-me algo contrariado.

"Não Francisco. Só uma."

Ele pensou dois segundos e começou:

"Um-dó-li-tá..."

:O

sábado, 9 de fevereiro de 2019

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

E o prémio de melhor irmão vai para....

O Gonçalo está sempre a chatear o irmão. É um verdadeiro pica miolos. Mas, em contrapartida, é de uma doçura sem igual para o Francisco.

Há dias fui dar com uns apontamentos dele sobre a derme, epiderme, pele...

"Ó Gonçalo, não sabia que já estavas a dar isto na escola. Pensava que isto era uma coisa que era dada mais para a frente." - disse-lhe.

"Não estou a dar isso, mãe. Vi isso num livro e resolvi fazer apontamentos para os dar ao Francisco. Assim, quando ele for para a escola já vai saber essa matéria." - respondeu-me.

Derreti!!!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Boa semana!

"We can never obtain peace in the outer world until we make peace with ourselves."

Dalai Lama


domingo, 3 de fevereiro de 2019

E continuamos na engorda...


Os pequenos ouviram ontem na rádio que hoje era dia do Bolo de cenoura (esta coisa de haver dia para tudo, é qualquer coisa!) e, como pedir é fácil, vai de me pedirem para lhes fazer um. E eu fiz. E ficou tããão bom😃

Saio deste fim-de-semana com mais 2 quilos, mas ao menos não me posso queixar de que não foi docinho 😁

Domingos gulosos


Os domingos têm outro sabor se começarem assim: com panquecas 😊

Eles adoram e eu também. Eles devoram-nas com nutella, mas eu prefiro-as com syrup ou, não havendo, mel (guardo a nutella para alguns serões noturnos - momentos zen em que me sento no sofá a ver um filme ou uma série, enquanto me delicio a comer grissinis mergulhados em nutella).

Somos uns gulosos... ou, como prefiro pensar, somos docinhos 😀

sábado, 2 de fevereiro de 2019

Sábados bons


Ai a chuva deu o ar da sua graça quando estávamos na maior no parque? 

Não houve problema. 

Ok, foi chato e ficámos um bocado molhados, mas a malta é desenrascada! Enfiámo-nos os três num tubo minúsculo e ainda tirámos proveito da situação!

É como em tudo, se não podes fazer nada, o mínimo a fazer é tentar contornar a situação. Normalmente o humor é um ótimo aliado 😉

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

"Keep it simple"

Foto: Pinterest
Há fases na vida que são mais do que fases. São processos.

Ultimamente, ando particularmente interessada no minimalismo. Já conhecia o conceito há muito tempo, mas nunca me deu para saber mais sobre o assunto. Não me interessava! Mas há pouco tempo, não sei precisar quando (e estou ciente do quão tonto possa parecer o que vou dizer), parece que o conceito me chamou. Dei por mim a fazer pesquisas e a querer saber mais e mais sobre ele e, à medida que ia sabendo mais, mais interesse me suscitava.

Para contextualizar quem nunca ouviu falar do tema, e reduzindo a coisa numa única frase (o que até pode ser considerado uma heresia pelos minimalistas a sério), o minimalismo foca-se muito na ideia de que "less is more".

Mas atenção, eu não tenho qualquer intenção de me tornar minimalista. Nada disso! Simplesmente sinto que muitos dos princípios que estão na base do minimalismo, são exatamente o que eu preciso e quero para mim e para a minha vida. Por outro lado, e curiosamente, apercebi-me que muitas das coisas que regem o minimalismo, eu já fazia (o que também me suscitou ainda mais interesse).

Como já disse, senti que de certo modo foi como se tivesse sido o conceito a chamar por mim, antes mesmo de eu ter ido à procura de mais informações. De tal maneira que até eu achei estranho este meu interesse súbito (se calhar até é mais correto dizer "necessidade") em saber mais sobre o tema.

O que mais me cativa no minimalismo é o facto de defender a ideia de que nos devemos desprender e dispensar o supérfluo, o que nos faz mal ou que não nos faz feliz. E este princípio é transversal aos móveis que temos em casa, à roupa que temos nos armários e à nossa vida em geral.

Nunca fui de acumular objetos nem de deixar "amontoar" roupa que não uso, por exemplo, mas, nos últimos dias, estou a fazer uma revolução lá em casa! Estou a livrar-me de coisas que considero que estão a mais, ou porque não uso, ou porque não gosto particularmente delas...

O minimalismo defende que só devemos deixar ficar o que realmente gostamos, o que nos faz efetivamente falta e o que nos faz sentir bem. E isto aplica-se a tudo na vida!

Sei que esta "arrumação" vai demorar, mas, se querem que vos diga, não tenho pressa.

Esta "arrumação" é mais que uma arrumação. É um processo e todos os processos requerem o seu tempo. Além disso, acreditem ou não, já me está a trazer uma serenidade que me fazia falta.

E termino este post com uma frase de Don DeLillo:

"The more I threw away, the more I found."


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