quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Uma mãe é sempre uma espécie de canivete suíço (para os filhos)

É já um clássico, verdade? E só vem provar que uma mãe tem variadíssimas utilidades para um filho. Ao ponto de até servir de toalha de praia / colchão :) <3





segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Voltar



Este ano, a ideia de regressar das férias está-me a ser particularmente difícil.

Como toda a gente, adoro (e preciso) de férias. Mais do que isso, sair do ritmo diário é uma necessidade. Às vezes bastam 2 ou 3 dias fora do quotidiano para repôr baterias.

Mas não me interpretem mal. A rotina também me transmite conforto. Gosto de saber que tenho um trabalho para onde voltar e não me desagrada saber como vão ser, pelo menos em linhas gerais, os meus dias; e isto ganha um tom particularmente reconfortante quando se tem dois filhos pequenos.

Mas este ano não me apetece voltar. É que a rotina, por mais segurança que ofereça, traz consigo a vida real. E por mais que as férias ajudem a clarificar as ideias, a serenar a cabeça e o coração, a relativizar o que menos interessa, a pôr algumas coisas no seu devido lugar e a reforçar o lugar de outras, a minha vida real (ainda) está a alguma distância de estar pacífica.

O lado bom é que do ano passado para este sinto que o salto que dei para lá chegar foi bastante significativo. E, verdade seja dita, no meio da "tempestade" têm sido tempos muito interessantes e muito ricos em aprendizagens ❤

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Live.Laugh.Love.


Sim, nas férias há discussões de meia-noite e em muitas circunstâncias tenho a sensação de que eles me vão levar à loucura, mas depois há isto. Momentos de paz e de uma cumplicidade gigante, que só se conseguem longe das rotinas e das preocupações e obrigações diárias. Mas uma coisa é certa, tanto num caso como noutro, o amor está lá sempre. Intocável, inabalável e com uma força imensa.


Live.Laugh.Love.


Não, as férias com crianças estão longe de serem calmas, e serem chamadas dessa forma até me faz rir, mas o que conta realmente, o que fica na memória e coração, são os momentos que nos enchem a alma. Momentos dominados pelos risos, sorrisos e amor. Muito amor. ❤

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Isto é amor


O Francisco estava cansado e pediu-me colo. Regra geral dou, mas estava com dores nas costas e disse-lhe que não. Estávamos perto do carro e era num instante até lá chegarmos.

O Gonçalo ficou com pena do irmão e imediatamente disse que "não fazia mal, porque ele levava-o".❤

Podem andar às turras muitas vezes, mas é sempre o amor que sentem um plo outro que prevalece! E o meu coração de mãe enche-se de felicidade.

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Summer time🌞



O verão está a meio e só tenho motivos para me dar por feliz. Muitas das coisas que gostava de fazer nesta estação já fiz, e ainda tive como bónus fazer e viver coisas que nem tinha pensado nelas (e que foram tão boas!). Neste caso, tenho muito a agradecer a amigos que,  mais uma vez, mostraram que têm gosto em fazer-me feliz e me ver bem. E também isto ajuda a encher o coração.

Mas estando o verão a meio, como disse, e tendo em conta que ainda tenho algumas coisinhas na lista que gostava de fazer/ viver, mas que ainda não se proporcionaram, tenho grandes expectatiavas e esperança face ao que falta. Porque o sonho comanda a vida e porque sim 😊

domingo, 5 de agosto de 2018

O que importa

O tempo passa demasiado rápido. Parece que foi ontem que tinha o Francisco e o Gonçalo a dormir assim, nos meus braços. 

Lembro-me com uma lucidez imensa da paz que estes momentos me proporcionavam... como acontece ainda hoje sempre que os tenho bem junto a mim. Protegidos. 

A sensação de que nestes momentos os posso proteger do mundo, ainda que seja falsa, transmite-me uma paz única. Não há mesmo mais nada que me consiga fazer sentir desta forma.

Nesta foto, em cima, o Francisco devia ter 1 ano. A foto debaixo foi tirada este ano.

A questão é que por mais que o tempo passe rápido, e por mais voltas que a vida dê, há coisas que são inabaláveis, como o amor que tenho pelos meus filhos. Nada é mais verdadeiro, forte e especial que este sentimento. E por mais que o tempo passe, é um amor que continua a não me caber no peito. E mesmo não sabendo o que a vida me reserva, sei que vai ser sempre assim, até ao meu último suspiro.



terça-feira, 31 de julho de 2018

...

"Give the ones you love wings to fly, roots to come back, and reasons to stay."

Dalai Lama

Se é assim está bem!

Fui buscar o Francisco à escola e, a caminho de casa, começámos a conversar sobre o nosso dia. A dada altura ele conta-me que tinha estado a brincar com o amigo, a "fazer comidas com terra".

Sorri, comentei que deve ter sido muito engraçado, até que me lembrei de perguntar:

"Mas não puseste a terra na boca, pois não? Foi só a brincar, não foi?"

"Não, não pus na boca." - respondeu-me num tom tranquilo. E acrescentou:

"Foi xó na língua!"

segunda-feira, 30 de julho de 2018

Fases

Foto: Pinterest
Há dias perguntaram-me porque é que andava a escrever menos aqui no blog. Porque é que andava mais ausente.

Na verdade não é de agora mas, ultimamente, talvez se note mais, ainda que os motivos tenham vindo a variar ao longo dos tempos.

Comecei a ser menos regular por aqui quando a minha vida começou numa espiral de acontecimentos que me sugaram completamente a força, a energia e a vontade. A pouca que sentia canalizava-a no meu trabalho e, essencialmente, nos meus filhos. Além disso, e como cheguei a confidenciar-vos, havia muita coisa que não podia, nem queria, partilhar e isso levava-me, inevitavelmente, ao silêncio e à tal "ausência blogosférica". Não era que me faltassem temas para escrever, acreditem!

Mas dizem que o tempo cura e resolve tudo e assim é.

Fazendo uma analogia, é como quando há uma tempestade. Ela destrói tudo à volta e, no final, há que limpar, arrumar e reorganizar o que ficou... para depois começar de novo.

Ainda estou na parte do "arrumar", e sinto-me a um passo de me "reorganizar".

Até chegar à fase do "começar de novo" acredito que o ritmo na escrita continue a ser irregular. Andará ao sabor do vento, que é como quem diz, ao sabor do que a vida me for trazendo.

Mas não pensem que escrevo estas linhas com uma carga dramática adjacente. Pelo contrário! Tenho descoberto um lado em mim que não conhecia, e do qual gosto, e sinto-me cada vez mais serena. Tenho aprendido a "aceitar" o que a vida me dá e não têm ideia da diferença que isso pode fazer (não confundam isto com resignação ou conformismo). Além do mais, tenho aprendido também a dar mais valor a certas coisas, ao mesmo tempo que aprendi a desvalorizar o que não merece a minha atenção ou energia. E tudo isto junto dá à vida uma leveza muito maior. Ainda não estou no ponto, mas tenho feito grandes progressos :)

No fundo, o segredo (nem sempre fácil de gerir) passa muito por ser paciente, dar tempo ao tempo e ter fé!

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