quarta-feira, 16 de março de 2016

Passatempo Kikinono e Entre Biberons e Batons



Todas nós temos filhos super-heróis, verdade? Pelo menos para nós, são os nossos heróis :) Por este motivo, nada melhor que os vestir de forma adequada!

É exatamente isso que propõe a Kikinono com esta coleção de t-shirts super giras :) E uma delas pode ser vossa!

A Kikinono vai oferecer uma t-shirt a um leitor do blog, sendo que o vencedor pode escolher o modelo, o tamanho e a capa. (existem tamanhos dos 2 aos 6 anos).

Para participarem só têm de:

- Fazer Like na página de Facebook da Kikinono;

- Fazer Like na página de Facebook do blog;

- Ser seguidor do blog;

- Partilhar o post do Facebook em modo público;

- Preencher o questionário abaixo:


Podem participar até ao dia 22 de março e o vencedor será conhecido dia 24 de março, e escolhido via random.org.

Participem, partilhem e boa sorte! :)



Nota: só é válida uma participação por pessoa!

Hoje pode ser o dia zero

Torçam por mim, sim? Preciso de toda a energia positiva possível ;)

(assim que puder partilho convosco)

Haja energia!

Ainda nem 8 da manhã eram e já havia esta energia lá em casa. O mais velho, em 2 minutos desarrumou o quarto todo, e o mais novo, já vestido e com o pequeno-almoço tomado, andava para lá a correr feito doido.

E eu? Eu fiz mil coisas, mas sempre a arrastar-me lololol

terça-feira, 15 de março de 2016

CONSULTÓRIO: Socorro! O meu filho tira-me do sério! – Reflexões em torno de ser pai/mãe

(Texto escrito por Natália Antunes, psicóloga clínica na Oficina de Psicologia)


Não raras vezes percebemos nos pais algumas fragilidades, fragilidades essas alavancadas no desgaste natural do que é exercer a parentalidade.

São muitas as vezes em que os pais nos chegam desorganizados e mesmo desesperados por já nada funcionar na gestão dos comportamentos dos filhos, carregando consigo “a cruz” de que lhes demonstram estas fragilidades.

Partindo do princípio de que as crianças aprendem sobretudo por observação (sim, as palavras são claramente pouco efetivas no que se trata à transmissão de regras e normas), mostrar às crianças que já não sabemos o que fazer como pais pode ser um caminho penoso. Neste sentido, o primeiro passo na educação dos nossos filhos é o próprio empoderamento dos pais!

Este caminho inicia-se na transmissão de competências que se baseiam claramente na confiança que deverão ter na mudança que querem implementar. Ou seja, a partir do momento em que os pais sabem o que pretendem mudar e como o irão fazer, nada, nem mesmo a escalada de comportamentos dos mais pequenos (que sim, é o mais certo que aconteça) os poderão rebater! Por isso, nesses momentos em que os seus filhos o levam ao limite e o fazem pensar em desistir de implementar a mudança, experimente respirar fundo, refletir sobre os ganhos que quer obter no futuro com o que está a implementar, e mostrar ao seu filho que a firmeza e a consistência são as palavras de ordem agora.

Sempre que enveredamos por expressões como “Tiras-me do sério”, “Não consigo fazer nada de ti”, “Estou farto/a de aturar os teus comportamentos” estamos a perpetuar o ciclo da explosão dos comportamentos, dado que, se é atenção que os miúdos querem, e se é assim que a conseguem (mesmo que com a atenção negativa, através de gritos e de posturas desesperadas dos pais), então continuarão a por em prática estes comportamentos! O mesmo acontece com “a palmadinha na hora certa”, que por vezes é mais frequente do que gostaríamos: lembre-se que ao resolver os problemas com “a palmadinha”, o seu filho está a receber a mensagem de que poderá resolver problemas batendo (reflita, a este respeito, que são as crianças vítimas de violência familiar as que mais perpetuam o ciclo nos diferentes contextos, em casa ou na escola).

Experimente fazer diferente: em vez de estar hipervigilante aos maus comportamentos, experimente apanhar o seu filho a fazer bem e diga-lhe isso mesmo!

Sim! Não tenha medo e arrisque. Faça com que ele obtenha a sua atenção quando está a fazer bem e quando o/a deixa orgulhoso/a.

Vamos lá tentar por isto em prática? Vá, deixe-se “sair do sério” só desta vez!

Natália Antunes
Psicóloga Clínica

Oficina de Psicologia

Vencedor Passatempo Vertbaudet e Entre Biberons e Batons


Estepassatempo giro giro já tem vencedor!

A Patrícia Fernandes é a sortuda que vai vestir o seu menino ou menina com ainda mais pinta, graças a estes conjuntos cheios de estilo da Vertbaudet, em que as peças denim têm um papel de destaque ;)

Parabéns Patrícia!

Aguardo o seu e-mail com a informação do conjunto que quer, tamanho e contactos :) <3



segunda-feira, 14 de março de 2016

O meu bebé grande!

Depois de jantar prometi ao Gonçalo que hoje o iria adormecer como quando ele era bebé; ao meu colinho.

Ele adorou a ideia e como o prometido é devido, assim o fiz. Peguei nele ao colo, ele aninhou-se e eu cobri-o com uma mantinha. E nem 5 minutos depois ele estava assim. A dormir como um anjo <3

Tenho de fazer isto mais vezes. É mariquice, eu sei, mas não me lixem! Isto não são apenas mimos para ele, são também para mim! <3


A lata deste miúdo não pára de me surpreender :P

De manhã, já depois de acordar, o Gonçalo gosta de ir para a nossa cama. Ele sabe que o mano já lá está e gosta de ficar ali na ronha e na brincadeira com ele. No entanto, não é raro pedir-me para ir buscar alguma coisa que se esqueceu. Ou um peluche, ou a água dele… digo-lhe sempre que não. Que vá ele.

Hoje de manhã aconteceu isso. Queria a água dele.

“Vai tu buscar Gonçalo.” - disse-lhe.

“Puquê?”

“Primeiro, porque quem quer água és tu e a água é tua e, segundo, porque estou a segurar o mano e se me vou embora ele chora.”

“Mas puquê que tenho de iê (ir) eu?” – perguntou-me num tom super dramático – “Eu não sou teu quiado (criado)!”

E confirmou-se!

Tal como suspeitava, depois de ter estado mais de uma semana em casa por ter estado doentinho, hoje o regresso à escola do Francisco foi tudo menos pacífico.

Ele, que está sempre a rir, que cumprimenta as pessoas sempre com um sorriso, mal entrou ganhou uma expressão desconfiada. Esteve ao meu colo ainda um bom bocado com aquele ar. Tentámos que ele se entusiasmasse com alguma coisa, mas nada o fez sorrir.

Não deu para adiar mais e passei-o para o colo da auxiliar, com quem ele tem uma boa empatia. Mas lá está. Não é a mãe!

Mal o mudei de colo esticou os braços para mim e começou a chorar, com um semblante triste e sentido. De quem ficou magoado. Como se eu o estivesse a abandonar :(

Agora estou no trabalho, mas a carinha dele não me sai da cabeça :( A esta hora já deve estar a brincar, pelo menos assim o espero, mas custou tanto! :(

Mãe sofre!

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