lololol
quinta-feira, 12 de março de 2015
Como aconchegar e acalmar o bebé?
Quando os bebés nascem eles continuam a precisar de se sentir aconchegados. Afinal de contas, era assim que se sentiam quando estavam no quentinho da nossa barriga e é importante que continuem a sentir-se assim cá fora.
Muitas mães optam, então, por uma técnica que consiste em "embrulhá-los" numa mantinha, sendo que eles ficam como se estivessem num casulo. Por sua vez, esta também é uma boa forma de os acalmar, pelo menos até aos 3 meses.
Deixo-vos uma infografia que encontrei no Pinterest numa altura em que pesquisava sobre o assunto. Tenho-me esquecido de a partilhar convosco, mas ainda vou a tempo, certo? :)
Muitas mães optam, então, por uma técnica que consiste em "embrulhá-los" numa mantinha, sendo que eles ficam como se estivessem num casulo. Por sua vez, esta também é uma boa forma de os acalmar, pelo menos até aos 3 meses.
Deixo-vos uma infografia que encontrei no Pinterest numa altura em que pesquisava sobre o assunto. Tenho-me esquecido de a partilhar convosco, mas ainda vou a tempo, certo? :)
Pessoalmente, confesso que me faz confusão prender os braços do bebé, de modo que uso esta técnica, mas não prendo os braços.
quarta-feira, 11 de março de 2015
Se calhar...
Ontem ao jantar a conversa foi novamente parar ao pedido que ele fez aos anjinhos para mim.
"Como é que pediste?" - perguntei.
"Então... disse achim: anjinho, arranja um empego à minha mãe!"
Ri-me.
"Nem um se faz favor?"
"Ahhh... pois... eu vou lá pediê!" - disse-me prontamente, enquanto se punha a caminho do quarto dele, onde está o anjinho.
"Anda cá... deixa lá. Come a tua maçã. Depois pedes se faz favor." - disse-lhe, com uma vontade imensa de me rir e de o abraçar. - "Tens mesmo de dizer, porque pelos vistos eles a mim não me ouvem." - acrescentei.
"Se calhái são sudos (surdos) mamã!"
"Como é que pediste?" - perguntei.
"Então... disse achim: anjinho, arranja um empego à minha mãe!"
Ri-me.
"Nem um se faz favor?"
"Ahhh... pois... eu vou lá pediê!" - disse-me prontamente, enquanto se punha a caminho do quarto dele, onde está o anjinho.
"Anda cá... deixa lá. Come a tua maçã. Depois pedes se faz favor." - disse-lhe, com uma vontade imensa de me rir e de o abraçar. - "Tens mesmo de dizer, porque pelos vistos eles a mim não me ouvem." - acrescentei.
"Se calhái são sudos (surdos) mamã!"
Já passou (espero eu!)
Depois de ter começado a ficar com febre, lá dei o ben-u-ron ao Francisco e a febre passou. No entanto, o mau-estar dele devia ser tanto que ele não parava de gemer :( Ou seja, a noite foi muito dura, mas hoje já me parece melhor.
Regressámos agora do café (foi a primeira vez que usei o marsúpio na rua) e o resultado foi este... <3 (acho que ele gostou!)
Regressámos agora do café (foi a primeira vez que usei o marsúpio na rua) e o resultado foi este... <3 (acho que ele gostou!)
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terça-feira, 10 de março de 2015
Falei cedo demais!
Se neste post dizia que o Francisco não tinha febre, agora já tem :(
E eu, apesar de já ter um filho de 4 anos, e, portanto, já ter "prática" nesta coisa das vacinas e estar familiarizada com estas fragilidades dos bebés e crianças, não me acostumo por nada a estas coisas. Ajo com calma, mas sofro sempre tanto... fico tão preocupada. Com medo...
Tadinho do meu bebé :(
E eu, apesar de já ter um filho de 4 anos, e, portanto, já ter "prática" nesta coisa das vacinas e estar familiarizada com estas fragilidades dos bebés e crianças, não me acostumo por nada a estas coisas. Ajo com calma, mas sofro sempre tanto... fico tão preocupada. Com medo...
Tadinho do meu bebé :(
Não está fácil!
Se as vacinas que o Francisco levou até agora não lhe fizeram mossa, à exceção de uma ligeira moleza, a de hoje, a Bexsero, está a ser mais mázinha para o meu bebé. Está tão rabugentinho... :( Geme imenso e até dá dó!
Não tem febre, pelo menos para já, mas se continuar assim acho que lhe vou dar ben-u-ron :(
Tadinho! Se pudéssemos ser nós a passar por estas coisas, não é? ... :(
Não tem febre, pelo menos para já, mas se continuar assim acho que lhe vou dar ben-u-ron :(
Tadinho! Se pudéssemos ser nós a passar por estas coisas, não é? ... :(
O meu docinho!
Ontem e hoje já falei aqui das respostas mais tortas (ainda que sem maldade) que o Gonçalo anda a dar e também mencionei o feitio torcido dele. No entanto, não obstante tudo isto, ele é um docinho sem igual.
Ontem, o pai não jantou cá e estivemos só os dois (o Francisco estava a dormir no quarto). Jantámos os dois na sala sentados no sofá e "namorámos" um bocado. No meio da conversa, e porque ontem estava meia triste com isto, disse-lhe:
"Sabes, eu amo-te muito muito amor. Mesmo quando tu te portas mal e me zango contigo. Olha, para ser perfeito, só precisava de arranjar um emprego." - e acrescentei meio a brincar meio a sério - "Tens de ser tu a pedir aos anjinhos, porque eles ouvem mais os pequeninos."
Aquilo passou e uns minutos depois ele perguntou:
"Mamã, o que é que quêias que pedisse ao anjinho?". E eu respondi.
Não sei o que ele pediu ao certo, as palavras que usou, porque não consegui ouvir, mas posso dizer-vos que ele foi falar com um anjinho que tem no quarto. E eu sorri. O meu coração sorriu e senti-me muito abençoada por ter um filho tão doce como ele <3
CONSULTÓRIO: A partilha de cama dos filhos com os pais
Cá em
casa praticamos co-sleeping, que é como quem diz, dormimos em família. E é tão
quentinho. Devemos?
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| Encontrado em get-your-baby-to-sleep.com |
(texto escrito por Rita Castanheira Alves, Psicóloga Clinica do Psicóloga dos Miúdos)
São várias os casais parentais, as mães, os
pais, que me procuram, frequentemente com outro tipo de preocupações, mas que
ao explorarmos as rotinas percebo que dormem com o filho, e às vezes com os
filhos, na mesma cama. E não se tratam de bebés ou crianças muito pequenas. Sei
geralmente perceber quais as famílias que provavelmente o fazem e que famílias
não o fazem, de acordo com o que me vão contando.
A partilha de cama com os filhos é um tema
controverso, com opiniões que se dividem. Há especialistas e pais que defendem
que aumenta a ligação e a afetividade entre pais e filhos e outros que
defendem que essa prática constante coloca aos miúdos desafios difíceis de
criação de segurança e autonomia.
Em primeiro lugar, mais uma vez, é preciso
recordar que a falta de sono ou a possibilidade da mesma nos filhos pequenos
preocupa a grande maioria dos pais. Ficam ansiosos porque as crianças vão
acordar rabugentas, não vão estar bem para aprender, a rotina vai correr mal e
o dia será sempre mais complicado. Por outro lado, com tanto para fazer, o
adiamento do momento de aprenderem a dormir sozinhos vai sendo constante, o que
complica a situação, porque nunca chega o momento ideal: porque agora é tempo
de escola, depois está doente, agora estamos muito cansados e depois é inverno...
As pesquisas mostram que uma em quatro crianças tem problemas de sono, seja por dificuldade em adormecer ou por acordarem sistematicamente durante a noite. Em geral, a causa não é médica, mas sim comportamental. A verdade é que, hoje,
sabe-se que crianças que dormem com os pais têm mais dificuldade em conseguir,
sozinhas, regular os ritmos de sono, securizarem-se, regularem-se
emocionalmente e, de forma autónoma, para se sossegarem. E tal é compreensível.
Na verdade, sempre se socorreram da presença do adulto para o fazer, não tendo
desenvolvido a necessidade, nem sido ensinadas a fazê-lo.
Os primeiros anos da criança, devem ser usados
para que os pais a ajudem a regular os ritmos de sono e lhe deem as condições e
ferramentas necessárias para que o consiga aprender a fazer sozinha. Em termos
de desenvolvimento psicológico, a criança ao ter “assistentes” sempre
presentes, que a comandam no momento de acalmar e de se sossegar, pode, ao longo
do crescimento, experimentar mais dificuldades de autonomia e autoconfiança e
dependência excessiva, uma vez que não tendo um espaço só seu, sem adultos, não
tem condições para desenvolver a sua própria criatividade, autoconhecimento e
autoregulação e, como tal, o processo de separação-individuação é fragilizado e
dificultado.
É mais frequente do que se calhar
imagina, mas muitas das famílias que perpetuam a partilha de cama com os
filhos, apresentam problemas e/ ou conflitos conjugais e a presença da criança
na cama desfoca esses problemas e cria a distância suficiente para que os
mesmos não sejam enfrentados e “mexidos”. Acontece nestes casos, e não só, haver
inclusivamente uma discórdia entre os elementos do casal relativamente a esta
partilha de cama, o que, por exemplo, em situações de casais separados, complica
ainda mais o desenvolvimento de autonomia e individuação da criança, pela
irregularidade das práticas ligadas ao sono numa casa e noutra.
De uma forma ou de outra, haverá sempre
argumentos que podem mostrar as vantagens da partilha de cama entre pais e
filhos, inclusivamente argumentos culturais, históricos, de desenvolvimento da
criança e da família, o próprio temperamento da mesma e acontecimentos dos
primeiros anos de vida ou gravidez e até mesmo da história de vida dos pais.
Sintetizando, é importante ter bem presente que a partilha de cama constante e
prolongada com os filhos, durante a infância e, em certos casos, adolescência
dos mesmos, pode trazer dificuldades de autonomia, regulação dos padrões de
sono e das emoções, construção de segurança e independência, tarefas que devem
ser facilitadas e promovidas pelos pais.
É importante os pais refletirem se a partilha
de cama é apenas em função de uma necessidade da criança ou se está a cumprir
uma função para o próprio adulto. Se assim for, ainda irá muito a tempo. É
momento de decidir e permitir que o seu filho comece a dormir sozinho, na sua
cama, num quarto só dele. Tenho a certeza que o fará por ele. E ele sentindo a
sua confiança e certeza, aceitará sem grandes dificuldades.
Rita Castanheira Alves
Psicóloga dos Miúdos
Psicologia Clínica Infantil e Juvenil
e Aconselhamento Parental
Está cada vez mais apuradinho!
Ontem contei-vos esta do Gonçalo, mas esqueci-me de outra que se passou ao pequeno-almoço.
Já não me lembro ao certo o que é que ele pediu, que nós lhe negámos.
"Ai é? Vou então pócuiaí (procurar) ôtos pais..."
(fez uma pausa, creio que aguardando uma reação nossa, mas como não a teve rematou da seguinte forma:)
"... e vou fazei as malas!"
A sério. Onde é que eles aprendem a ser tão melodramáticos?!
Já não me lembro ao certo o que é que ele pediu, que nós lhe negámos.
"Ai é? Vou então pócuiaí (procurar) ôtos pais..."
(fez uma pausa, creio que aguardando uma reação nossa, mas como não a teve rematou da seguinte forma:)
"... e vou fazei as malas!"
A sério. Onde é que eles aprendem a ser tão melodramáticos?!
segunda-feira, 9 de março de 2015
A Cytothera faz 10 anos e está com uma campanha I-R-R-E-S-I-S-T-Í-V-E-L!

Como partilhei aqui, cá em casa fizemos a criopreservação do sangue e tecido do cordão umbilical do Francisco e para tal escolhemos a Cytothera. Na altura visitei os laboratórios deles (que estão abertos a qualquer pessoa) e fiquei bastante agradada com todo o profissionalismo com que me deparei. Senti realmente que com eles podia ficar descansada.
Pois bem, a Cytothera faz 10 anos, e quer presentear quem aderir aos seus serviços.
Como? Muito simples!
Basta, na altura da aquisição do serviço, apresentar o voucher abaixo (que tem a cortesia do Entre Biberons e Batons).
Se o fizerem ganham 1 cabaz de produtos Medinfar + 1 Kit de criopreservação + 10% de desconto nos serviços Cytothera
É ou não um espetáculo e uma oportunidade irresistível? :)
Refira-se que o transplante de células estaminais do sangue e tecido do cordão umbilical é hoje utilizado para o tratamento de mais de 80 doenças e com os avanços da medicina acredito que a tendência seja para este número aumentar e muito!
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