terça-feira, 6 de maio de 2014

Gravidérrimas de verão, é ou não de génio?


As meninas que viveram o auge da gravidez no verão, como eu, acho que vão ser solidárias comigo e também achar que esta ideia é genial.

As vezes que eu pensava: "O que eu gostava de apanhar banhos de sol de barriga para baixo!"

Pois parece que há uma solução e eu a-do-rei-a! 

Se alguém souber onde se vende, seja amigo e partilhe. Nunca se sabe se será útil. A mim ou a alguma leitora do blog ;)

O segredo está na "cara triste"

O Gonçalo anda numa em fase que qualquer coisa diz que não gosta de mim, não quer ser mais meu amigo, nem brincar comigo. Nem um minuto depois já não se lembra de nada.

Ontem, aconteceu alguma coisa (que foi tão importante que já nem me lembro o que foi), que o deixou amuado, seguindo-se o já habitual discurso da praxe.

"Já não chou teu amigo. Tou tiste contigo!"

"Eu também fico triste, por me estares a dizer isso." - respondi.

"Tás tiste?" - perguntou-me num tom desconfiado. "Então onde está a tua cara de tiste, ãh?"

Busted!

Pais de meninos, esta ideia genial é para vocês!


Não está demais? :D

Só não quero pensar na parte do colar isto. Ou será que é pintado?

Dona de casa? Não. Mas sou louca por cozinha.

Não é que ame cozinhar perdidamente ou que o faça com mestria. Simplesmente, sou fascinada pelo tema. Tudo o que sejam programas de culinária me fazem fixar o olhar como que hipnotizada.

Posto isto, escusado será dizer que vibrei quando recebi este kit em casa. Acho que até os meus olhos brilharam, qual criancinha que recebe um brinquedo :) E o Gonçalo também gostou! Afinal de contas, ficou com um fogão e forno para brincar :)


Este kit chegou-me no âmbito da celebração do segundo ano do World Baking Day e antecede um evento ao qual estou desejosa de ir e que envolve a confeção de bolinhos :)

P.S. Estão a ver a embalagem de chocolate de culinária? Digamos que já a comi metade ;)

segunda-feira, 5 de maio de 2014

O drama da vida!

Isto é com cada uma!!!

Depois de pedir água, leitinho, chichi, etc e tal, quis fazer cocó. Pu-lo na sanita, ele fez o que tinha a fazer e, depois, limpei-o.

E foi o drama.

O rapaz desata numa choradeira, a dizer que eu não o devia de ter limpo sem antes ele ver o cocó, e que agora já não ia conseguir ver porque o papel o escondia…

A sério que não acho normal!

Tirem-me deste filme!

O Gonçalo encontrou a flauta dele "desaparecida". Na verdade estava desaparecida para ele, eu sabia bem onde é que ela estava.

Resultado… como é que eu posso pôr as coisas? Digamos só que foram 10 minutos infernais! E só não foram mais porque lhe disse que os vizinhos vinham zangar-se connosco caso ele continuasse!

Não me vão "ouvir" dizer isto muitas vezes

Encontrado em Madeson Sylvester.
Sou um bocado obcecada com as arrumações (para não dizer muito). Acho que é uma questão nervosa. Quando vejo as coisas fora do sítio começo logo a atrofiar.

Como é óbvio, desde que o Gonçalo nasceu que tive de dominar estes ímpetos, caso contrário dava em maluquinha num instante. Seja como for, não gosto de me deitar com a casa desarrumada, por exemplo. Não gosto de ir ou vir de viagem e deixar as coisas dentro das malas… essas coisas.

Mas hoje não há volta a dar. A minha casa está virada do avesso e, apesar disso me incomodar, é por um excelente motivo. E não me vão ouvir dizer uma coisa destas muitas vezes com certeza!

Estou a arrumar a roupa de inverno, a qual já nem podia ver, e a selecionar a roupa de verão!

Que sensação maravilhosa :) Estava com tantas saudades!!! Ao ponto de acreditar que esta desarrumação é por uma boa causa, vejam lá! Ohh se é!

Medos no bebé - Reação ao "Estranho": Não me deixes...

(texto escrito pela Psicóloga Clínica Inês Afonso Marques)
Encontrado em parents.com
Por volta dos nove mesesde idade, os bebés revelam-se uns seres sociais adoráveis... Até que um estranho apareça! Muitos bebés, por volta desta idade, começam a demonstrar medo e vergonha na presença de pessoas que não lhe são familiares. Algumas crianças chegam mesmo a “rejeitar” caras familiares e anseiam por estar junto, e em exclusivo, do cuidador principal.

À semelhança de outras etapas de desenvolvimento, também quando falamos desta “reacção ao estranho”, cada criança deve ser encarada como um ser único e com caracterísiticas muito próprias. Assim, ela pode quase nem ser notada ou, por outro lado, perdurar no tempo. Em todo o caso, esta é uma fase emocional esperada ao longo do desenvolvimento saudável, começando a manifestar-se quando o bebé adquire a noção de “permanência de objecto”, ou seja, o bebé compreende que algo ou alguém continua a exisitir mesmo quando não os vê.

"Então mas agora vão afastar-me da pessoa que cuida de mim, que me proteje, que me faz sentir seguro?!? Não quero!"

Quando a entrada para a creche coincide com esta etapa de desenvolvimento, a separação pode, para algumas crianças, ser dolorosa. O bebé está habituado aos seus contextos e caras familiares, que lhe transmitem segurança, e aprecia a previsibilidade do seu dia a dia. Por esse motivo, alterações às rotinas, nomeadamente com a entrada para a creche, podem abalar temporariamente a sensação de segurança, pois a criança vê-se, de repende, num local pouco familiar e com muitos estranhos.

Como preparar o bebé para estas separações?

Como em qualquer outra situação de transição, permita que o bebé se habitue gradualmente à mudança.
Pratiquem! Será mais fácil o bebé lidar com a sua ausência se for ele a iniciar uma separação. Deixe que gatinhe ou caminhe para outra divisão da casa (assegurando-se que estará bem sem a sua supervisão por breves instantes) e aguarde alguns minutos antes de ir ao seu encontro. Poderá, também em casa, sempre que deixa o bebé, dizer-lhe num tom calmo e seguro onde vai e que estará de volta passado uns instantes. Assim, mostrará que tudo fica bem na sua ausência e que, apesar de se ausentar, regressa sempre.

Diga sempre adeus! Nunca desapareça sem aviso. Dessa forma, a criança sentir-se-à mais perdida. Beijinhos e abraços são benvindos na hora do adeus, acompanhados de uma breve explicação de onde vai e quando volta. . A noção temporal das crianças é limitada, mas poderá usar referências como “depois da sesta”, “quando ficar de noite” ou “a seguir ao lanche”.

Lembre-se que o bebé está em sintonia com as suas emoções. Tente não chorar nem mostrar-se aborrecido/a se o bebé começa a chorar.

Ao sair, não volte atrás. Voltar atrás repetidademente para acalmar o bebé tornará a situação mais dificil para si, para o seu filho e para a pessoa que ficará com ele.

Seja o mais natural possível. Os seus gestos demonstram quão natural a situação de separação é.

E quando não passa com o tempo?

Apesar de, como referido, estas reacções de maior vulnerabilidade à separação serem habitualmente uma fase transitória normal no desenvolvimento de uma criança, muitas crianças mais crescidas continuam a vivenciar um medo extremo, exagerado, despropositado, de se separarem dos seus cuidadores. Nesse caso, podemos estar perante um quadro de ansiedade de separação. Há crianças que recusam ir para a escola, outras referem pesadelos cujo tema é a perda. Há crianças que se queixam de dores, náuseas ou vómitos sempre que antecipam uma separação, mesmo que breve, dos cuidadores, outras recusam-se a estar sozinhas. 

Independentemente das “formas” que toma, a ansiedade de separação manifestada pela criança pode deixar toda a família vulnerável, comprometendo o equilíbrio psicológico individual e da própria família, quando:

- a intensidade das emoções e a frequência dos episódios de ansiedade é significativamente superior ao esperado para idade da criança;
- a ansiedade interfere na capacidade de adaptação da criança e compromete significativamente algumas áreas da sua vida, como a alimentação, o sono, as relações ou a aprendizagem;
- o sofrimento da criança se torna incapacitante para os próprios cuidadores;
- os sintomas ansiosos persistem no tempo;

... Pode ser importante, e bastante útil, procurar ajuda junto de profissionais especializados, no sentido de diminuir os níveis de sofrimento, reencontrar a tranquilidade e estabilizar as emoções.

Inês Afonso Marques
Psicóloga Clínica - Equipa Mindkiddo – área infanto-juvenil da Oficina de Psicologia


Isto sim. É um almoço que me satisfaz!


No sábado, almocei assim: sopa alentejana. Antecederam-se uns ovos mexidos com farinheira. E foi somente este o meu almoço.

Hoje, voltava a comer o mesmo!

Só para verem como fico feliz com "coisas" tão simples :)




Hoje, também se comemorou o Dia da Mãe

Comecei o dia em festa! E há lá melhor forma de começar o dia e a semana? :)

Na escola do Gonçalinho comemorou-se hoje o Dia da Mãe. Não começou da melhor forma, mas acabou tudo em beleza.

Mal estacionei o carro disse ao Gonçalo que precisava de ir à casa de banho. Entrámos na escola e voltei a dizer-lhe a mesma coisa. Duas vezes. Mas o rapaz, aluado que só, não deve ter ouvido e foi lançado para a sala. Pois quando lá entrei, já depois de ter ido à casa de banho, estava ele a chorar, todo sentido, porque via todos os amigos com as mães e eu não estava ali.

Quando ele me viu abraçou-me com uma força tal, que parecia querer dizer-me/ pedir-me para não o voltar a abandonar. Até me vieram as lágrimas aos olhos por ver o meu filhote naquele estado :( Ali esteve ele a agarrar-me e eu a descansá-lo e a assegurá-lo de que nunca o iria abandonar.

Ele lá serenou e a partir daí foi só brincadeira. Ouvimos uma história, dançámos, fizemos exercício (mais ele que eu) e ainda brinquei com ele no recreio da escola.

Ele estava tão feliz!!! :)

E foi assim que comecei o dia com o coração cheio, apesar dele ainda ter levado um beliscão!

E recebi uma prenda e tudo! Um dominó de corações <3


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