quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Microsoft apresenta Office a pensar nas famílias

Goste-se ou não da ideia, a verdade é que, hoje em dia, é praticamente impossível separar a vida familiar da profissional. Inevitavelmente, as duas acabam por se cruzar em alguns momentos. Neste sentido, a Microsoft apresentou ontem o Office 365 Casa Premium.


O Office 365 Casa Premium dirige-se às famílias e ao uso doméstico e, para além de conter os programas de produtividade já usuais, oferece serviços adicionais de comunicação e partilha de informação. No fundo, vai ao encontro das exigências da vida moderna, onde a necessidade de ligação permanente, o acesso à informação a partir de dispositivos de diferentes naturezas e a tal impossibilidade de separar totalmente a vida familiar da profissional são uma realidade.

Este Office funciona através da nuvem (cloud), ou seja, funciona a partir de qualquer lugar e contempla uma licença que pode ser usada pelo agregado familiar até 5 dispositivos, sejam eles táteis ou com teclado, e sejam eles PCs Windows, tablets Windows, Macs ou smartphones Windows Phone 8.

Com ele pode simplificar a realização de uma série de tarefas, como por exemplo os trabalhos da escola dos seus filhos, a organização das festas de anos deles, a gestão do orçamento familiar, a lista de compras, entre muitas outras.

Entre as novas funcionalidades oferecidas estão o Cartão Pessoas, que agrega todas as informações de contactos num único local, incluindo redes sociais; o Modo de Leitura, que otimiza os documentos para leitura num tablet; a Última Localização, que permite usar o Office "onde o deixou", mesmo em diferentes dispositivos; a Edição de PDF, que permite usar documentos em PDF e documentos do Office; etc.

Ao permitir que se trabalhe como e quando se quiser, este Office acaba por possibilitar uma gestão de tempo muito maior e, consequentemente, um maior aproveitamento do tempo que temos com a família; uma necessidade que, de facto, começa a ser cada vez mais importante que seja satisfeita (no entanto, e fica o desabafo, agora falta a parte da entidade patronal dar liberdade ao trabalhador para ser ele a gerir o seu tempo; uma realidade que, em Portugal, ainda não me parece que esteja à vista, pelo menos em termos gerais!).


Refira-se, ainda, que a Microsoft Portugal associou este lançamento a uma causa solidária; quem comprar o Office 365 Casa Premium está, automaticamente, a doar 2 euros à fundação do Gil, com o intuito de ajudar a financiar 4 mil refeições das crianças alojadas nesta instituição.

Se quiser experimentar o Office 365 Casa Premium, pode fazê-lo AQUI.

O Office 365 Casa Premium está disponível por 79,99 euros, quando comprado com um novo PC, ou com um custo mensal de 8,33 euros (em subscrição anual de 99,99 euros).









Sónia Araújo ensina as profissões aos mais pequenos


Se os vossos filhotes são fãs da "Xana Toc Toc" ou do "Panda e Os Caricas", então saibam que, provavelmente, eles estão prestes a ficar viciados numa nova revelação: a Sónia Araújo.

Sim, ouviram bem. E sim, é essa mesmo que estão a pensar. A conhecida e simpática apresentadora de televisão.


"Sónia e as Profissões" é o nome da mais recente aposta musical do Canal Panda e da Universal Music, e apresenta-nos uma nova faceta desta apresentadora. Neste projeto, Sónia Araújo vai cantar, dançar e representar em 12 temas musicais, com o intuito de dar a conhecer aos pequeninos as diferentes profissões.

As músicas têm um caráter lúdico e pedagógico, e são indicados, sobretudo, para crianças em idade pré-escolar.

O lançamento do CD e DVD estão previstos para o final de fevereiro, mas já pode espreitar um vídeo AQUI.


terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Dúvida da noite:

Será que esta noite o Gonçalo vai acordar só 10 ou 15 vezes, em vez das 20 ou 30 como fez nas noites anteriores? É que acho que se fossem as 15 vezes já ficava contente! Não muito, na verdade, mas um bocadinho!

As birras dos 2 anos e a resposta da Rede Mãe


Há uns tempos contactei a Rede Mãe acerca das birras do Gonçalo. Eles têm profissionais especializados em diferentes áreas e são super disponíveis. Eu, claro, aproveitei ;)

No fundo, pedi conselhos sobre o comportamento do G., o qual já tinha partilhado aqui: birras, mania de que só fazia o que queria e, na altura, reações um pouco violentas quando era contrariado (um comportamento que, não sei bem porquê, desapareceu. Graças a Deus).


De seguida deixo-vos a resposta elucidativa da Dra. Andreia Montenegro, Psicóloga Clínica e Perita Médico-legal em Avaliação do Dano Pós-Traumático, na esperança que também vos possa ser útil. Para mim foi :)



“Para começar, podemos dizer que o seu filho está na idade das birras, na qual apenas existe o prazer ou desprazer, ou seja, o ganho imediato ou a frustração do “não-ganho”. Por esta fase as crianças querem obter o prazer imediato, não sabem esperar ou compreender que estamos a negar ou a exigir para lhes darmos educação e que não podem ter tudo como e quando querem.

Desde bebés que procuram a satisfação das suas necessidades: choram para obter comida, para aliviar as cólicas, se estão desconfortáveis ou simplesmente porque querem mimo e companhia. Perante este apelo, esta chamada de atenção, os pais concretizam as carências o mais rápido e melhor que sabem – alimentando-as, brincando com elas, dando-lhes o carinho e conforto que pretendem para culminar a sua fonte de stress... Com estes comportamentos, cedo percebem que podem chamar a atenção para si, tornando-se o centro das atenções e dominando o mundo ao seu redor! Isto faz com que desenvolvam a gratificação e recusam a ideia da frustração (que não desenvolvem), tornando-se incapazes de lidar com estes sentimentos de fracasso.

Desse modo surgem as birras, apelos para obterem a gratificação imediata! O que se passa, e cada vez mais, devido às muitas solicitações que temos durante o dia (no emprego, nas relações afetivas, na correria contra o tempo, nas expectativas e objetivos a cumprir) é os pais cederem - porque não têm tempo ou disposição para lidarem com as birras dos filhos. Ao cederem, é o filho quem “ganha” e isto faz com que mantenha o comportamento. Quando se tenta implementar regras, dizer NÃO e fazer a criança esperar pela gratificação, ela vai chorar e berrar. Se acharmos que não devemos ceder, temos que manter a atitude e não voltar atrás, por mais que custe, pois só assim eles vão perceber que quem coordena, quem mantém a autoridade são os pais e não eles próprios. É preciso aprendermos a lidar com as frustrações e, quanto mais cedo, melhor!

Claro que com isto não quero dizer que sejamos totalmente rígidos, apenas que devemos escolher as situações em que a ordem deve imperar e nunca voltar atrás. Eles são bastante perspicazes para perceberem as nossas “fraquezas” e aproveitarem-se disso.

Portanto, a criança não vai entender de imediato o que espera dela, por mais que a olhe nos olhos e explique, mas DEVERÁ fazê-lo sempre! Ela aprenderá e irá desenvolver-se melhor, o que fará dela provavelmente um adulto mais seguro, autónomo, confiante e assertivo.

Por mais que lhe parta o coraçãozinho apertado de mãe, seja forte, coerente e não ceda à pressão emotiva do seu filho amado!

Espero ter sido útil Sorriso

Boa vida!


Como estava um tarde LINDA, fui buscar o Gonçalo à escola mais cedo e fomos os dois à praia. Que vida boa! :) Estivemos uma hora a fazer bolos de anos com areia e a cantar os "Parabéns!" :)

Ok, a brincadeira foi repetitiva mas, ainda assim, soube-me pela vida!

Olha eu armada em crítica de cinema!

É inadmissível ainda não ter vindo aqui mandar os meus "bitaites" acerca do Django.

Mas bem, vou ser sucinta e não vou fazer grandes rodeios. Para já, vou começar pelo fim, dizendo que é um FILME DO CARAÇAS (como se costuma dizer na gíria das críticas cinematográficas, como vocês sabem ;) )


São 2h45m que passam sem se dar por ela. O Jamie Foxx (Django), o DiCaprio (Calvin Candie) e o Christoph Waltz ( o alemão Dr. King Shultz), fazem um papelaço que minha nossa senhora! Os diálogos são "só" GENIAIS, e as partes cómicas estão tão boas, mas tão boas, que nem sei o que vos diga.

De resto, é claro que podemos contar com as cenas sangrentas à la Tarantino, alguma "violênciazita" (houve uma cena que não consegui ver) e uma abordagem super original ao tema da escravatura.

ADOREI!


O meu filho, a minha mulher, o pediatra e eu


(ou participação de um gajo num blogue que tresanda a perfume feminino – parte II)


Não sei se estou sozinho nesta batalha. Espero que não. Deixem-me colocar as coisas muito simplesmente nestes termos: o pediatra do meu filho não vai com a minha cara. Mas vai com a cara da minha mulher – ui, se vai.

As visitas ao pediatra ficam geralmente a dever-se ao mau estar do meu pequeno, mas quem sai de lá doente sou eu. Aparentemente, o facto de acompanhar a minha mulher impede que “pinte um clima” na sala em que ela está reunida com o médico. E nem o facto de estar lá a minha criança me demove de pensar muito simplesmente que o pediatra me acha uma pedra no sapato.

Estou a exagerar? Vamos a factos (e não meras opiniões):

- Quando chegamos, ele cumprimenta o Miguel, diz «Olá Susaninha» (sublinho o diminutivo carinhoso empregue) e aperta-me a mão, dizendo um seco e frio «Como está, pai?» (sublinho o óbvio desconhecimento do meu nome, mesmo ao fim de três anos…)

- Eu pergunto: «o Sr. Dr. considera necessário que lhe demos o medicamento X?»; Resposta dele: «Sabe, Susaninha, essas preocupações são normais…» Apetece-me soprar numa vuvuzela, fazer sinais de fumo e gritar: «Sabe, essa pergunta fui eu que fiz! Eu, que estou aqui ao seu lado!!!»

- A minha mulher faz uma pergunta e ele responde carinhosamente, «Não é preciso, Susaninha, não se deixe aborrecer com isso…»; À mesma pergunta, feita por mim duas semanas depois, obtenho um ríspido «Deixe-se disso, onde foi buscar essa ideia? Nem pensar!»

- Quando vou sozinho com o meu filho, as consultas demoram três minutos. Quando levo a minha mulher, demoram pelo menos 15…

Dá a ideia que eu poderia estar a dançar de tanga de leopardo, a fazer ruídos guturais simulando rituais de acasalamento dos bonobos no Congo enquanto agitava freneticamente bandeiras do PNR que, desde que a minha mulher estivesse no consultório, tudo estaria bem. (E não, não tenho fotos deste tipo de comportamento).

Não estou a ser paranóico. Estou a enumerar factos. É realmente gritante a diferença. Não consigo deixar de pensar que a atitude dos pediatras (masculinos) é diferente, tendo em consideração com quem falam. O exemplo que tenho poderá ser viciado. Mas se o for, também é viciado na minha mulher. E isso incomoda-me. É que eu também sou viciado nela.

À imagem de muitas outras coisas, também aqui as mulheres e as mães levam a melhor. Por serem mais inteligentes, doces e femininas. O facto de não terem pelos no peito ajuda, vá.

Que amor!


Vi esta foto num folheto da Prénatal e fiquei derretida. Não são um amor? ;)

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Não é para dizer mal, mas...

desconfio que o que se diz muitas vezes acerca dos homens, que eles não crescem, é mesmo verdade; o que se constata nas mais pequenas coisas.


Neste caso esta minha afirmação surge por causa dos Chipicaos e dos Cheetos. E não, não vou dizer que só o homem grande cá de casa é que gosta destas coisas (ao pequeno nem mostro). Eu também gosto. Então os chipicaos... mnham :)

Mas como estava a dizer... estava eu a abrir estas embalagens, quando tirei de dentro de cada uma, um Tazo e um autocolante 3D dos famosos Angry Birds. Deviam de ter visto o delírio do Marco quando viu o Tazo lololol. Achei o máximo! Se a equipa de marketing que pensou nesta ideia achou que ia "atingir" apenas as crianças e os adolescentes, estava enganada ;)

Mas portanto, para quem gosta destes pássaros, saiba que estes produtos alimentares estão com uma campanha que integra a caderneta dos Angry Birds, o jogo tradicional dos Tazos e o jogo online Tazos Angry Birds. Depois tive a ler e vi que se pode ganhar prémios, como tablets e merchadising dos pássaros zangados! Pelo sim pelo não, nem lhe vou dizer :P


"How to make a baby" versão moderna

Recebi isto por mail e achei delicioso. Segundo o mesmo, um fotógrafo canadiano, Patrice Laroche, durante a gravidez da mulher, resolveu explicar, através de fotos e de um modo MUITO criativo, como é que os bebés são feitos. O resultado é a sequência de fotos que se segue e que se intitula "How to Make a Baby". Eu só tenho uma palavra a dizer acerca do resultado final: Genial!











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