quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Um passeio no parque

Foto tirada pelo maridão
Ontem, depois do trabalho, fui ao parque com o Gonçalinho e excecionalmente o M. pôde fazer-nos companhia. Não faltaram as fotos para mais tarde recordar e aqui está uma delas :) Falta o papá!

O "carro-atum"

Ontem à noite estava na cozinha (ena ena!) a preparar o jantar e o Gonçalo estava no chão a brincar e a desarrumar o móvel onde tenho algumas mercearias, como já vem sendo hábito (ena ena outra vez!). Às tantas diz-me assim: "mamã, carro." Eu olho, e lá estava ele com uma lata de atum virada de lado, a fazer de conta que era um carro.

Gosto da imaginação dele :)

terça-feira, 7 de agosto de 2012

A minha vénia a todas as mães solteiras

Foto Anne Geddes
Durante parte da semana passada, e durante o fim-de-semana, estive sozinha com o Gonçalo. Posso dizer que depois destes dias, se eu já admirava, e muito, as minhas amigas que são mães solteiras, agora admiro ainda mais.

Fiquei esgotada e ninguém me tira da cabeça que esta exaustão contribuiu, pelo menos em parte, para ontem ter ficado doente, com umas dores de estômago brutais, sem conseguir comer e com febre.

Felizmente, o Marco chegou ontem, porque não sei como teria feito para ir buscar o G. à escola e tratar dele. Quer dizer, teria de o fazer e pronto, nem que fosse a rastejar. Eu só pensava como faria se ficasse pior e estivesse sozinha. O Gonçalo precisa de mim e, neste momento, não tenho ninguém para me ajudar. O peso de não podermos ficar doentes, apesar de não ser uma coisa propriamente voluntária, é gigante. E são estas coisas; pequenas coisas que me fazem olhar para as mães solteiras com o mais profundo respeito.

Moro num prédio sem elevador e o Gonçalinho ainda não desce ou sobe as escadas com uma destreza que me dê tranquilidade, o que faz com que prefira levá-lo ao colo. Assim sendo, tive dias em que tinha de o levar a ele, à mochilinha dele, à minha mala, ao meu computador (que pesa uma tonelada) e à minha lancheira (sim, aderi à moda da lancheira há muitos e muitos anos). 

Deparei-me com a situação ridícula de não ter como levar o lixo para baixo, porque não só não tinha um terceiro braço que me saísse da testa como, mesmo que tivesse, de certeza que já não teria força para levar nem mais uma pena!

Outra situação com que me defrontei foi na festa de anos a que fomos no sábado. Ao estar sozinha com ele, e uma vez que o Gonçalo ainda precisa que estejamos em cima dele constantemente, não há aquela opção cómoda do dizer ao marido: “agora presta tu atenção enquanto vou à casa de banho” ou, então, “vê-o lá tu agora para eu ir comer e beber qualquer coisa”. 

Ir às compras com ele é outra aventura. Tentei e não gostei. Está na fase em que andar no carrinho do supermercado é muito giro, mas só durante 5m. Depois quer ir para o chão, mas assim que lhe faço a vontade é vê-lo fugir. O rapaz até parece que se multiplica! Que desgastante! Já para não falar que depois de fazer compras há que carregá-las para casa. A elas, ao Gonçalo e a todo o arsenal que já  referi.

E já vos disse que ele ainda bebe o “biberon da meia-noite”? Ah pois é!

Posto isto, e porque estes são apenas alguns pequenos exemplos do que vivi enquanto estive sozinha com o Gonçalinho, vergo-me respeitosamente, em tom de homenagem, perante todas as mães solteiras que cuidam dos filhos com um amor gigante e incondicional e com uma força sub-humana.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Nem tudo o que parece...

Hoje de manhã, enquanto me arranjava para ir trabalhar e preparava as coisas do G., disse-lhe para ele ir brincar um pouco para o quarto. Ele lá foi, e sentou-se na mesinha dele a ver livros. E lá ficou. E ficou... Eu, que o ia espreitando, só o conseguia ver de costas a mexer nos livros e pensei comovida: "estou sempre a dizer que ele não para quieto e no entanto lá está ele, que nem um anjinho, a "ler" os livrinhos dele. Tão sossegado. Tão amoroso!".  Cheguei mais perto, e afinal as coisas não se passavam bem como eu estava a pensar. Lá estava ele, sossegadinho é verdade, mas entretido, não a ler, mas a RASGAR um dos livros!

domingo, 5 de agosto de 2012

Heeelp!

Hoje apanhei o Gonçalo a olhar para o espelho e a treinar caras chorosas e respetivos choros. Acho que tenho aqui um problema. Tão pequeno e já a querer manipular-me. Bastard!

sábado, 4 de agosto de 2012

A saga das festas de aniversário


O Gonçalo já tinha ido a festas de aniversário antes, mas hoje foi como se fosse a primeira vez, já que agora ele tem uma noção, mesmo que ainda pequena, do conceito.

Pois bem, o balanço é o seguinte: ele divertiu-se imenso, disso não há dúvida, mas veio de lá de rastos e trouxe com ele um galo na cabeça, originado por uma cabeçada acidental com outra criança, e uma ferida no joelho, fruto de um cálculo mal feito da parte dele quando quis sair do triciclo. Quanto a mim… aaaaaii… havia tanto para dizer. Contudo, vou resumir. Eu vim de lá seguramente mais cansada que ele. Feliz por perceber o quão divertido ele estava, mas completamente KO. Troquei dois dedos de conversa com os adultos que lá estavam, mas 98% foi passado a correr atrás dele. Só para ilustrar um pouco mais o que quero dizer, eu estive com vontade de ir à casa de banho e com sede durante mais de uma hora!

… Qual ginásio qual quê? Estou tão ou mais cansado do que se tivesse ido a uma aula de “power jump”, RPM ou qualquer coisa parecida.

Cama. É nisso que só penso agora. Quero a minha caminha!

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Tudo o que eu quero!

Hoje, só quero chegar a casa e aninhar-me com o Gonçalinho. Dar-lhe mimos, senti-lo, cantar com ele, ver os desenhos animados que ele gosta com ele enroscado no meu colo... e é "só". Parece pouco, mas hoje é TUDO o que eu preciso para ficar feliz.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Quem sai aos seus...

E diz a educadora do G.: "Quem quer vê-lo bem basta levá-lo para a rua!"

... Porque será que isto não me espanta?!

O comando é dele


Sei que já disse isto, mas tenho de voltar a reforçar: É tão chato não poder ver o noticiário à noite ou outra coisa qualquer que não sejam canais para bebés. Por mais didáticos que possam ser, a verdade é que a programação é sempre igual, as músicas dão sono e as vozes das personagens são, na maioria das vezes, tão irritantezinhas!

Conclusão: tenho de considerar seriamente em comprar uma televisão para a cozinha. Por mais que me custe aceitar aquele estereótipo de que a mulher passa a maior parte do tempo nesta divisão da casa, não há volta a dar a esta triste realidade. E ninguém me tira da cabeça que a coisa é diferente nas outras casas quando não existem empregadas para fazer as coisas por nós. Portanto, conformada que estou, venha de lá mais uma televisão!

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

E porque dizem que é de pequenino que se torce o pepino...

Já agora, Srs. da segurança social, juro que ele é que quis. Garanto que não estamos perante nenhum tipo de exploração de trabalho infantil. Mas enfim, se ele ganhar o gosto de me ajudar nas lides domésticas desde pequenino, não tenho nada contra :)

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