Não via os meus pequeninos desde terça-feira passada. Foram quase 5 (longos) dias sem os ver.
Eles chegaram ontem e as saudades eram mais que muitas. Pareceram-me mais crescidos e, por mim, tinha ficado horas a dar-lhes abraços e beijos (assim eles deixassem :) )
Durante o mês estou praticamente quase sempre com ele. Somos nós os três, intensamente, com o que isso tem de bom e de menos bom. Por isso, não os ter lá em casa tanto tempo deixa-me um sentimento de vazio imenso. Fico com aquela sensação de que me falta alguma coisa. De que me falta um pedaço.
Não vou dizer que estes dias não me souberam bem. Porque souberam e muito. Acima de tudo, precisava. Apesa de ter estado a trabalhar, deu para descansar mais. Deu para dormir. Para ter um tempo para mim. Deu para correr menos.
Mas, apesar disto tudo, a verdade é que só me sinto completa e feliz com eles ao meu lado. Afinal de contas, são eles a minha grande companhia. São eles a minha vida.
segunda-feira, 9 de abril de 2018
sexta-feira, 6 de abril de 2018
O meu mundo. O meu tudo
Ontem celebrou-se o Dia dos Filhos. Mas como, na verdade, os dias são deles o ano inteiro, achei que não era desajustado fazer um post sobre a efeméride com um dia de atraso.
Os meus filhos. O meu oxigénio.
Os meus filhos. O meu oxigénio.
quarta-feira, 4 de abril de 2018
Que saudades!!!
Estava a organizar as fotos e cheguei ao verão do ano passado.
Que saudades que me deu! Do calor, da roupa leve, dos passeios... e eles... bolas... cresceram tanto!!!
Vem verão. Vem depressa e traz contigo a energia que só tu consegues oferecer!
Que saudades que me deu! Do calor, da roupa leve, dos passeios... e eles... bolas... cresceram tanto!!!
Vem verão. Vem depressa e traz contigo a energia que só tu consegues oferecer!
Até faz sentido!
Há dias tocaram à porta de minha casa mas, quando espreitei pelo óculo da porta, apercebi-me que não conhecia as pessoas e, por isso, não abri a porta.
Eram dois rapazes que queriam convidar a minha família a ir a uma festa da Páscoa, numa Igreja que não consegui identificar.
Estivémos ali um minuto a conversar, se tanto, eu do lado de dentro de casa e eles do lado de fora.
Quando regressei para ao pé do Gonçalo ele perguntou-me intrigado:
"Porque é que não abriste a porta mãe?"
"Que pergunta Gonçalo! Então não sabes que não se deve abrir a porta a estranhos? É perigoso!" - disse-lhe.
"Pois... Mas se nunca abrires a porta a estranhos, nunca vais conhecer amigos novos."
(Fiquei na dúvida se isto seria uma mensagem do universo :) )
Eram dois rapazes que queriam convidar a minha família a ir a uma festa da Páscoa, numa Igreja que não consegui identificar.
Estivémos ali um minuto a conversar, se tanto, eu do lado de dentro de casa e eles do lado de fora.
Quando regressei para ao pé do Gonçalo ele perguntou-me intrigado:
"Porque é que não abriste a porta mãe?"
"Que pergunta Gonçalo! Então não sabes que não se deve abrir a porta a estranhos? É perigoso!" - disse-lhe.
"Pois... Mas se nunca abrires a porta a estranhos, nunca vais conhecer amigos novos."
(Fiquei na dúvida se isto seria uma mensagem do universo :) )
Acceptance
Nos últimos tempos tenho constatado que aquele cliché de que é nos momentos maus, ou nos menos bons, que se vêem quem são os verdadeiros amigos, parece ser mesmo verdade. E não é fácil lidar com a tristeza, com a dor e, acima de tudo, com a desilusão.
No entanto, analisando as coisas a frio, também se costuma dizer que se os amigos desistem de nós, então é porque nunca o foram realmente e, por isso, apenas há a lamentar o facto de nos termos iludido.
Mas a vida é feita de surpresas e, tal como tira, também dá. Às vezes só precisamos de estar mais atentos e de nos permitirmos olhar em volta. E, verdade seja dita, nem tudo é mau. Também tenho sido brindada com boas surpresas.
Como diria Budha, "Serenity comes when you trade expectations for acceptance."
terça-feira, 3 de abril de 2018
Diz que é estilo :)
segunda-feira, 2 de abril de 2018
A nossa Páscoa
Uma vez que este ano não deu para tirar férias da Páscoa, a solução foi tentar aproveitar ao máximo o fim-de-semana prolongado para usufruir dos meus pequeninos. Brincar e ter tempo de qualidade com eles estava no topo das minhas prioridades e, apesar de não terem faltado as birras e as zangas, o objetivo foi atingido.
O bom tempo ajudou e houve tempo para brincarmos com os brinquedos deles, irmos ao parque, à praia, vermos filmes, fazer pinturas, ler histórias... e, claro, por estarmos na Páscoa, não faltou a"caça aos ovos".
Não é que alguma vez tenha tido dúvidas, mas quanto mais o tempo passa mais eu constato que eles são o meu mundo.
Eles dão trabalho, muito, tomar conta deles sozinha é tudo menos fácil, mas são eles que dão cor à minha vida. Que lhe dão sentido. Que lhe dão um propósito. <3
O bom tempo ajudou e houve tempo para brincarmos com os brinquedos deles, irmos ao parque, à praia, vermos filmes, fazer pinturas, ler histórias... e, claro, por estarmos na Páscoa, não faltou a"caça aos ovos".
Não é que alguma vez tenha tido dúvidas, mas quanto mais o tempo passa mais eu constato que eles são o meu mundo.
Eles dão trabalho, muito, tomar conta deles sozinha é tudo menos fácil, mas são eles que dão cor à minha vida. Que lhe dão sentido. Que lhe dão um propósito. <3
sábado, 31 de março de 2018
quarta-feira, 28 de março de 2018
Que ternura!!!
Esta manhã, o Francisco queria levar um brinquedo para a escola. Costumo deixar, mas aquele não achei adequado e, por isso, disse-lhe que não.
O Gonçalo, que está sempre de olho no que o irmão tem (e vice-versa) aproveitou a deixa para dizer que, sendo assim, queria ser ele levar o brinquedo e pediu-o ao irmão. Escusado será dizer que o mais pequeno lhe disse que não, mas o Gonçalo, como pica-miolos que é, não parava de insistir.
O Francisco começou a ficar chateado e pôs-se à procura de um sítio para o esconder, mas começou a choramingar por não encontrar nenhum que considerasse suficientemente bom.
"Se quiseres eu ajudo-te e digo-te onde o podes esconder. Queres?" - disse-lhe o Gonçalo, com um sorriso maroto.
E o Francisco, na pureza da sua ingenuidade, respondeu-lhe com a voz mais doce do mundo:
"Sim. Quéio."
<3
O Gonçalo, que está sempre de olho no que o irmão tem (e vice-versa) aproveitou a deixa para dizer que, sendo assim, queria ser ele levar o brinquedo e pediu-o ao irmão. Escusado será dizer que o mais pequeno lhe disse que não, mas o Gonçalo, como pica-miolos que é, não parava de insistir.
O Francisco começou a ficar chateado e pôs-se à procura de um sítio para o esconder, mas começou a choramingar por não encontrar nenhum que considerasse suficientemente bom.
"Se quiseres eu ajudo-te e digo-te onde o podes esconder. Queres?" - disse-lhe o Gonçalo, com um sorriso maroto.
E o Francisco, na pureza da sua ingenuidade, respondeu-lhe com a voz mais doce do mundo:
"Sim. Quéio."
<3
Tenho um espertinho lá em casa
Ontem, quando fui buscar o Francisco à escola, o Gonçalo quis apostar comigo que o mano não lhe ia dar um beijinho quando o visse. Eu apostei que sim, que ia.
Chegámos, o Francisco veio a correr para nós todo feliz, como é habitual, mas beijinho ao mano é que nada.
"Vês mãe, o mano não me deu um beijinho. Estás a dever-me um euro!"
"Mas eu não apostei dinheiro!" - protestei.
"Mas apostei eu... na minha cabeça!"
Chegámos, o Francisco veio a correr para nós todo feliz, como é habitual, mas beijinho ao mano é que nada.
"Vês mãe, o mano não me deu um beijinho. Estás a dever-me um euro!"
"Mas eu não apostei dinheiro!" - protestei.
"Mas apostei eu... na minha cabeça!"
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