O Francisco foi ontem levar a última dose da Bexsero. Já ontem ficou murchinho ao final da tarde... mas continua :( Ligaram há bocado a dizer que estava com febre :(
Tadinho do meu bebé!
Tinha ideia que o efeito da vacina poderia manifestar-se apenas nas 24h seguintes... e já passou mais tempo :(
E eu que não estou com ele!
sexta-feira, 18 de março de 2016
quinta-feira, 17 de março de 2016
Há dias assim!
Talvez seja pela ansiedade, cansaço... não sei. Ou se calhar sei.
A verdade é que esta semana tenho sentido uma falta de inspiração enorme. Não é que não tenha coisas para partilhar convosco, porque tenho, mas sinto um misto de incapacidade para pôr as coisas nas palavras certas e de uma certa preguiça.
É um nervoso miudinho que me anda a consumir, fruto de uma notícia que anseio muito que chegue. Espero muito que quando chegue seja a notícia desejada, mas tenho muito medo que não seja...
Resta-me respirar fundo... e esperar!
A verdade é que esta semana tenho sentido uma falta de inspiração enorme. Não é que não tenha coisas para partilhar convosco, porque tenho, mas sinto um misto de incapacidade para pôr as coisas nas palavras certas e de uma certa preguiça.
É um nervoso miudinho que me anda a consumir, fruto de uma notícia que anseio muito que chegue. Espero muito que quando chegue seja a notícia desejada, mas tenho muito medo que não seja...
Resta-me respirar fundo... e esperar!
Rubrica Nós&Eles | 003
Programa a Centro by Sofia, do blog Entre Biberons e Batons
Domingo estava um dia lindo e o tempo convidava a um passeio ao ar livre. Mas a sessão de cinema estava prometida há já algum tempo e o Gonçalo não falava noutra coisa desde segunda-feira. Assim, sábado aproveitámos para ir ao parque e à praia com os pequenotes, e domingo fomos os três ver o Zootropolis (o baby ficou com os avós).
Não vou dizer que passou a ser o meu filme de animação de eleição, mas não há dúvida de que é muito giro e recheado de bons momentos de humor. A história em si também é muito engraçada e depois de o ver percebo o que li em tempos sobre o filme; o de não ser apenas um filme com animais. Realmente é muito mais do que isso.
Se por acaso ainda não o viram, vão vê-lo com os miúdos. É um programa ótimo para pais e filhos!
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OK, não é bem um programa a Norte, mas também não é a Sul e além disso Espanha fica já aqui ao lado...
Destino à parte, o importante é isto de viajar com bebés.
Malas, mais malas, carrinho, sacos, camas, mais sacos e ainda mais malas, e no final voltar a acartar tudo para trás...
Enfim, é o do costume... O que é feito das viagens de mochila às costas?!
O tempo esteve de feição, o que deu para umas voltinhas pelo parque do Retiro e restantes pontos turísticos mais obrigatórios! Escusado será dizer que a Dita estava literalmente na praia dela, atenta a tudo e todos e sem deixar passar um cão que fosse sem um apontar de dedo ou uma corrida na direção dele!
Claro que os passeios não são muitos com estas Duas, pois se a Dita já acorda tarde por natureza, esta mamã não abdica do descanso do fim de semana, seja aqui, na China ou na cochinchina, portanto, são 3 da tarde e ainda estamos em casa!
Por entre uma sesta e outra, lá fomos vendo tudo o que queríamos e saímos muito bem impressionados pela capital de neutros hermanos!
O melhor aqui para o papi (para não variar…) foram mesmo os comes e bebes!
Já sei que vão soltar um NHAC! assim que lerem o que se segue, mas aquele “montadito” de salmão fumado e enguias bebés… hummm… estava daqui!
Aconselho a todos os que forem a Madrid a dar uma voltinha no Mercado de S. Miguel e a provarem esta iguaria! Passem também pela banca da “Casa de lo Bacalao” e deliciem-se com TODAS as tapas que lá têm! Com especial destaque para a de fígado de bacalhau! Enfim, só coisas boas!
Ao longo da semana vou mostrando mais ao pormenor tudo o que por lá se pode fazer, mas fica aqui já um resumo… Malas e enguias!
quarta-feira, 16 de março de 2016
Passatempo Kikinono e Entre Biberons e Batons
É exatamente isso que propõe a Kikinono com esta coleção de t-shirts super giras :) E uma delas pode ser vossa!
A Kikinono vai oferecer uma t-shirt a um leitor do blog, sendo que o vencedor pode escolher o modelo, o tamanho e a capa. (existem tamanhos dos 2 aos 6 anos).
Para participarem só têm de:
- Fazer Like na página de Facebook da Kikinono;
- Fazer Like na página de Facebook do blog;
- Ser seguidor do blog;
- Partilhar o post do Facebook em modo público;
- Preencher o questionário abaixo:
Podem participar até ao dia 22 de março e o vencedor será conhecido dia 24 de março, e escolhido via random.org.
Participem, partilhem e boa sorte! :)
Nota: só é válida uma participação por pessoa!
Hoje pode ser o dia zero
Torçam por mim, sim? Preciso de toda a energia positiva possível ;)
(assim que puder partilho convosco)
(assim que puder partilho convosco)
Haja energia!
Ainda nem 8 da manhã eram e já havia esta energia lá em casa. O mais velho, em 2 minutos desarrumou o quarto todo, e o mais novo, já vestido e com o pequeno-almoço tomado, andava para lá a correr feito doido.
E eu? Eu fiz mil coisas, mas sempre a arrastar-me lololol
E eu? Eu fiz mil coisas, mas sempre a arrastar-me lololol
terça-feira, 15 de março de 2016
CONSULTÓRIO: Socorro! O meu filho tira-me do sério! – Reflexões em torno de ser pai/mãe
Não raras vezes percebemos nos pais algumas
fragilidades, fragilidades essas alavancadas no desgaste natural do que é exercer
a parentalidade.
São muitas as vezes em que os pais nos chegam
desorganizados e mesmo desesperados por já nada funcionar na gestão dos
comportamentos dos filhos, carregando consigo “a cruz” de que lhes demonstram
estas fragilidades.
Partindo do princípio de que as crianças aprendem
sobretudo por observação (sim, as palavras são claramente pouco efetivas no que
se trata à transmissão de regras e normas), mostrar às crianças que já não
sabemos o que fazer como pais pode ser um caminho penoso. Neste sentido, o
primeiro passo na educação dos nossos filhos é o próprio empoderamento dos
pais!
Este caminho inicia-se na transmissão de competências que se baseiam claramente na confiança que deverão ter na mudança que querem implementar. Ou seja, a partir do momento em que os pais sabem o que pretendem mudar e como o irão fazer, nada, nem mesmo a escalada de comportamentos dos mais pequenos (que sim, é o mais certo que aconteça) os poderão rebater! Por isso, nesses momentos em que os seus filhos o levam ao limite e o fazem pensar em desistir de implementar a mudança, experimente respirar fundo, refletir sobre os ganhos que quer obter no futuro com o que está a implementar, e mostrar ao seu filho que a firmeza e a consistência são as palavras de ordem agora.
Este caminho inicia-se na transmissão de competências que se baseiam claramente na confiança que deverão ter na mudança que querem implementar. Ou seja, a partir do momento em que os pais sabem o que pretendem mudar e como o irão fazer, nada, nem mesmo a escalada de comportamentos dos mais pequenos (que sim, é o mais certo que aconteça) os poderão rebater! Por isso, nesses momentos em que os seus filhos o levam ao limite e o fazem pensar em desistir de implementar a mudança, experimente respirar fundo, refletir sobre os ganhos que quer obter no futuro com o que está a implementar, e mostrar ao seu filho que a firmeza e a consistência são as palavras de ordem agora.
Sempre que enveredamos por expressões como
“Tiras-me do sério”, “Não consigo fazer nada de ti”, “Estou farto/a de aturar
os teus comportamentos” estamos a perpetuar o ciclo da explosão dos
comportamentos, dado que, se é atenção que os miúdos querem, e se é assim que a
conseguem (mesmo que com a atenção negativa, através de gritos e de posturas
desesperadas dos pais), então continuarão a por em prática estes
comportamentos! O mesmo acontece com “a palmadinha na hora certa”, que por
vezes é mais frequente do que gostaríamos: lembre-se que ao resolver os
problemas com “a palmadinha”, o seu filho está a receber a mensagem de que
poderá resolver problemas batendo (reflita, a este respeito, que são as
crianças vítimas de violência familiar as que mais perpetuam o ciclo nos
diferentes contextos, em casa ou na escola).
Experimente fazer diferente: em vez de estar
hipervigilante aos maus comportamentos, experimente apanhar o seu filho a fazer
bem e diga-lhe isso mesmo!
Sim! Não tenha medo e arrisque. Faça com que ele obtenha a sua atenção quando está a fazer bem e quando o/a deixa orgulhoso/a.
Sim! Não tenha medo e arrisque. Faça com que ele obtenha a sua atenção quando está a fazer bem e quando o/a deixa orgulhoso/a.
Vamos lá tentar por isto em prática? Vá, deixe-se
“sair do sério” só desta vez!
Natália Antunes
Psicóloga Clínica
Oficina de Psicologia
Vencedor Passatempo Vertbaudet e Entre Biberons e Batons
Estepassatempo giro giro já tem vencedor!
A Patrícia Fernandes é a sortuda que vai vestir o seu menino ou menina com ainda mais pinta, graças a estes conjuntos cheios de estilo da Vertbaudet, em que as peças denim têm um papel de destaque ;)
Parabéns Patrícia!
Aguardo o seu e-mail com a informação do conjunto que quer, tamanho e contactos :) <3
segunda-feira, 14 de março de 2016
O meu bebé grande!
Depois de jantar prometi ao Gonçalo que hoje o iria adormecer como quando ele era bebé; ao meu colinho.
Ele adorou a ideia e como o prometido é devido, assim o fiz. Peguei nele ao colo, ele aninhou-se e eu cobri-o com uma mantinha. E nem 5 minutos depois ele estava assim. A dormir como um anjo <3
Tenho de fazer isto mais vezes. É mariquice, eu sei, mas não me lixem! Isto não são apenas mimos para ele, são também para mim! <3
A lata deste miúdo não pára de me surpreender :P
De manhã, já depois de acordar, o Gonçalo gosta de ir para a
nossa cama. Ele sabe que o mano já lá está e gosta de ficar ali na ronha e na
brincadeira com ele. No entanto, não é raro pedir-me para ir buscar alguma
coisa que se esqueceu. Ou um peluche, ou a água dele… digo-lhe sempre que não.
Que vá ele.
Hoje de manhã aconteceu isso. Queria a água dele.
“Vai tu buscar Gonçalo.” - disse-lhe.
“Puquê?”
“Primeiro, porque quem quer água és tu e a água é tua e, segundo, porque estou a segurar o mano e se me vou embora ele chora.”
“Mas puquê que tenho de iê (ir) eu?” – perguntou-me num tom
super dramático – “Eu não sou teu quiado (criado)!”
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