sexta-feira, 6 de março de 2015

Os melhores alimentos para quem está a amamentar

Mais uma daquelas infografias que encontrei na Internet e que vos pode ser útil também ;)


"Eu fumo Tu fumas"


A Direção Geral da Saúde (DGS) lançou uma campanha publicitária com vista a prevenir a exposição ao Fumo Ambiental do Tabaco (FAT).

Intitulada "Eu Fumo Tu Fumas", a campanha tem como principal foco as crianças e o risco a que estão expostas sempre que alguém fuma dentro de casa ou no carro. Ou seja, como o próprio nome indica, a campanha pretende passar a mensagem de que 80% do fumo do tabaco é invisível, mas a verdade é que quando se fuma, todos os que estão à volta fumam também!

Podem ver o vídeo da campanha aqui.

Refira-se que o fumo do tabaco está associado a graves problemas de saúde, tais como morte súbita do latente, infeções respiratórias de repetição, infeções nos ouvidos e indução e exacerbação de crises de asma.

quinta-feira, 5 de março de 2015

CONSULTÓRIO: Toxoplasmose na gravidez - o medo do desconhecido

(texto escrito por Fátima Montenegro – farmacêutica e mentora do projeto Passitos
Encontrado em walkingwithdancers.blogspot.com.au
Uma das primeiras análises pedidas a uma grávida ou aspirante a mamã é a da imunidade à toxoplasmose. Mas, afinal, o que é este "bicho" que tanto nos preocupa e como o evitar?

A toxoplasmose é uma doença infecciosa causada por um "parasita" (um protozoário chamado Toxoplasma gondii) e que normalmente é encontrada em animais de estimação ou de pecuária (cães, gatos, cabras, vacas, coelhos...). Porém, o protozoário, apenas se reproduz nos gatos, daí serem o maior foco de preocupação. 

Como se transmite?

Enquanto organismo vivo, o Toxoplasma tem um complexo ciclo de vida e consoante a fase em que se encontra pode ser encontrado em diversos alimentos, que tenham contactado com água ou fezes contaminadas. Por isso, deve-se ter extremo cuidado com alimentos não processados (carnes frias, fumadas, cruas ou mal passadas, peixe cru ou mal passado), marisco, morangos, alface, queijo fresco, ovos crus...

A maior parte da nossa população adulta já contactou com o parasita nalguma fase da vida, daí se dizer "está imune". O que não significa que se possa facilitar, principalmente durante uma gravidez, em que estes alimentos também podem conter outros perigos.

Qual a preocupação?

Num estado normal, um indivíduo que ingira um alimento contaminado não terá grande sintomatologia (talvez apenas algum ligeiro desconforto passageiro). 

O que se passa é que após ingerido, o "parasita" vai formar quistos algures no nosso organismo. Se esses "pequenos novelos" chamados quistos se formarem num músculo da perna ou num braço, é irrelevante e lidamos com isso perfeitamente bem (aliás, a população "imune à toxoplasmose" tem um quisto algures no seu organismo).

Mas se forem alojar-se em zonas mais delicadas, como o cérebro, os olhos ou  o coração, entre outros, podem dar-se graves problemas. Um problema pode ocorrer  também  se, por algum motivo, houver uma falha grave no nosso sistema imunitário (por exemplo, algum tipo de patologias, vírus HIV, tratamentos de quimioterapia), pois nesta fase o quisto como que "desperta" e pode causar sérios problemas ou até mesmo a morte. 

Outra situação preocupante é uma contaminação que ocorra durante a gravidez.  Consoante a idade do feto, pode levar a aborto espontâneo, mal formações ou cegueira. 

Historicamente...

Até há bem pouco tempo (anos 40 ou 50), havia a prática de ir aos talhos, pedir carne contaminada e ingeri-la propositadamente, para as "meninas casadoiras" estarem imunes e não terem problemas de imunidade na gravidez. 

Hoje em dia isso praticamente já não se faz e, além disso, o toxoplasma já existe numa escala muito pequena, devido aos crescentes cuidados de higiene. 

Os próprios gatos, que são o principal animal responsável pela propagação, apenas têm uma taxa inferior a 20% de animais contaminados. 


Conselhos práticos...

Se está ou pensa que pode estar grávida, evite consumir saladas (de legumes ou de fruta), morangos, sushi, enchidos, presunto, fiambre, queijo fresco, camarão, mousse de chocolate, etc etc. Ou seja tudo que possa ter componentes crus ou mal passados.

Mas na fase de gravidez tudo apetece...

Evite o consumo destes alimentos fora de casa.

Se foi você que acompanhou o processo de lavagem e confeção e tem a certeza que estão devidamente lavados e desinfetados, pode consumi-los com moderação. 
Mas atenção: em caso de dúvida, não o faça!

Quanto a enchidos, fiambre, salmão fumado (etc.) aconselho a congelá-los primeiro durante 48h, pelo menos. Desta forma vai eliminar qualquer quisto do toxoplasma. 

Se tem um gato tem 2 opções: evitar o contacto com ele ou minimizá-lo. Use luvas para mudar a areia (caso ele esteja em casa e use uma caixa de areia), prefira alimentá-lo com uma boa ração seca em vez de restos de alimentos) e lave muito bem as mãos depois de lhe tocar no pêlo.
Outra opção para donas de gatinhos domésticos e que nunca vêm à rua, é pedir ao veterinário para fazer uma análise às fezes do seu gato. 
É um procedimento comum, barato e que a livra de preocupações, pois se o seu gato não estiver contaminado nunca lhe vai poder transmitir a toxoplasmose. 
Assim livra-se de problemas e preocupações. 


Gravidez feliz! 


Fátima Montenegro – Farmacêutica e mentora do projeto Passitos
Facebook: https://www.facebook.com/passitosebebes?fref=ts

Ai que bom que é começar assim o dia! NOT!

O Gonçalo acordou às 7h e tal da manhã (quando só precisamos de acordar às 8h30) a gritar que queria acordar. Amanheceu com um humor duvidoso e, num espaço de 15 minutos, eis alguns dos motivos que o levaram a resmungar, sempre com um tom choramingas (o que é deveras irritante):

- Queria acordar e nós não nos levantávamos logo;

- Foi fazer chichi e nós demorámos mais do que ele desejaria a ir ter com ele para lhe lavarmos as mãos;

- O pai sem querer molhou-lhe um bocado das mangas do pijama e ele queria porque queria que lhe vestíssemos outro pijama em vez da roupa da escola;

- Não queria pôr o babete para tomar o pequeno-almoço;

(e a melhor de todas)

- Ficou chateado porque encontrou um barco de papel que eu lhe fiz há séculos, mas o barco tinha o bico ligeiramente torto.

HAJA PACIÊNCIA E ALEGRIA!!!!

quarta-feira, 4 de março de 2015

Hoje houve tempo para isto!

Bendito solinho <3



E foi assim...

Se podia ter também fotos dos pratos principais? Podia, não fosse dar-se o caso de ninguém ter pensado nisso, tal era a vontade de os comer. E estava tudo divinal. Adorei! (Já agora, fomos ao SushiCafé, no Oeiras Parque. Recomendo!)

Como disse aqui, ontem fui jantar com umas amigas. Foi a primeira vez que saí assim... sem o Francisco. Já tinha ido ao cinema com o Gonçalo e com o Marco, mas só com amigas foi a primeira vez. E soube-me tãããããão bem!

Foram só 3 horitas que estive fora de casa, mas souberam-me pela vida e renderam-me tanto em termos de descanso mental! 

Fomos comer sushi (o que, só por si, já me deixa feliz) e pusemos a conversa em dia. Durante 3 horas o foco fui eu; ainda que, tenho de confessar, não desliguei totalmente. Questionei-me muitas vezes se estaria tudo bem e a meio do jantar não resisti a enviar uma mensagem para ficar descansada. Mas também acho que a partir do momento em que temos filhos será sempre assim. Mesmo antes de ter o Francisco, quando saía sentia essa mesma preocupação com o Gonçalo.

Mas resumindo, soube-me bem e a sério que recomendo. E se insisto tanto nesta mensagem, é por acreditar realmente que este tipo de saídas e tempo para nós podem ditar a diferença entre a sanidade mental e o esgotamento/ depressão/ frustração; e entre o nosso papel de mães e mulheres/ esposas esgotadas e irritadas, a mães e mulheres felizes!

terça-feira, 3 de março de 2015

Mães de bebés leiam este post, pela vossa sanidade mental


Por mais fácil que seja o bebé, como o é o Francisco (deve ser para compensar o facto do Gonçalo ter sido um bebé que não me deixava fazer nada), há sempre dias intensos. Daqueles em que pensamos que vamos desesperar e que não vamos aguentar. Mas, mesmo nesses dias, temos de engolir o que sentimos porque temos um bebé para cuidar.

Mas cuidado! Isto resulta até um determinado ponto. Muitos dias assim, muitos meses assim, poderão mesmo ter consequências, como esgotamentos ou depressões.

Estou longe de me sentir esgotada, uma vez que, como disse, o Francisco é um bebé fácil, mas, no fim-de-semana que passou, deu-me vontade de fugir por duas horas que fossem, só para estar sozinha. Era o Francisco de um lado, o Gonçalo do outro, as coisas da casa, o Marco... enfim...

No meu caso posso dizer-vos que sair com as minhas amigas, ir jantar, beber um café, é uma excelente terapia. E, esta noite é o que vou fazer.

É claro que já tive de dar à bomba para o rapaz ter leitinho (só tenciono ficar ausente uma mamada, mas já é bom!) e, por via das dúvidas, há mais no congelador. Também vou adiantar o jantar dos meninos mais crescidos e tentar avançar com o banho do Gonçalo... muita coisa para fazer em pouco tempo, mas só de pensar que vou sair, compensa o esforço.

Também por via das dúvidas, eu e as minhas amigas escolhemos um restaurante mesmo perto de minha casa. Se houver algum stress ou o Marco começar a flipar por algum motivo, liga-me e eu estou cá em pouco mais do que 5 minutos.

Isto tudo para dizer que, pela vossa sanidade mental, arranjem tempo para vocês. Tempo que não requeira mudar fraldas ou dar mama ou o biberon. É que por mais que o gostemos de fazer, sabe bem desviar o foco por uns momentos e fazer uma pausa. A possível, pelo menos!

CONSULTÓRIO: "Não fui eu..." - Como abordar a mentira com os mais pequenos?

Foto: Pinterest
Não fui eu que desarrumei o quarto. Foi o ursinho...

A imaginação das crianças parece não ter limites. Fantasia e realidade surgem, muitas vezes, lado a lado e mesmo para o mais atento dos pais perceber se aquela história fantástica que acaba de ouvir é real ou fruto da imaginação do filho, pode ser um enorme desafio. Por este motivo, quando se fala em mentiras até aos 5/6 anos, estamos muitas vezes a falar de criatividade e não tanto de uma vontade deliberada de enganar o outro. Aliás, já reparou como crianças até estas idades mostram necessidade de se sentirem úteis, agradar os mais velhos e corresponder às suas expectativas? Pois é, as histórias contadas, que por não serem verdadeiras apelidamos de mentira, são a forma que a criança encontra de dizer aquilo que o adulto quer ouvir. São maneiras de agradar ao outro.

Recorrer ao sentido de humor, para se apreciar as “histórias” que as crianças têm para contar é uma excelente forma de lidar com os enredos criados por elas. No entanto, é muito importante que se incentive a criança a ser honesta. É realmente importante que ela compreenda que deve dizer a verdade, mesmo quando teme as consequências. Porque os pais continuarão a gostar de ti mesmo depois de, sem quereres, teres partido aquela moldura que adorávamos.

Em todo o caso, é verdadeiramente importante contextualizar quando surgem as mentiras e se estas acontecem de forma recorrente e associadas ao receio exagerado de não corresponder às expectativas do adulto, ou ao medo intenso de possíveis castigos.

Agradeça e mostre apreço e orgulho sempre que a criança conta a verdade. Para incentivar a honestidade, nada melhor que ser um modelo de honestidade, na relação com ela e com os outros. Mostre à criança que confia nela e que ela poderá confiar em si.

Inês Afonso Marques
Psicóloga Clínica

Coordenadora Mindkiddo – equipa infanto-juvenil

É que só pode!


(E eu que o diga! Mesmo que em tempos, antes de ter filhos, se me dissessem que era possível estar meses e meses a dormir apenas um par de horas, eu não acreditasse! Mas para que conste, continuo a gostar muuuuito de dormir. Mas entre o gostar e o conseguir fazê-lo...)

segunda-feira, 2 de março de 2015

As crianças divertem-se!

E este foi um dos grandes momentos altos do meu domingo! (... mas fiquei um bocado enjoada, confesso. Questionei-me como é que em miúda gostava tanto disto!)


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