terça-feira, 7 de outubro de 2014

Passatempo Lutsine e Entre Biberons e Batons


E agora um passatempo a pensar nos nossos bebés e em nós, mamãs J

A Lutsine vai oferecer um kit de dois produtos a, imaginem, 30 leitores do Entre Biberons e Batons!! 

Sim, leram bem: 30!

O Kit é composto por:

- Uma Pasta de Água ERYPLAST: uma pasta de água com uma fórmula exclusiva. A sua fórmula com anti-enzimas e óxido de zinco protege e cuida do rabinho do bebé, atuando como uma barreira absorvente e protetora, prevenindo assim as assaduras da pele na zona da fralda. É fácil de aplicar e de remover.

- Um Creme Emoliente Xeramance: pode ser utilizado tanto em bebés como em adultos. Indicado para peles secas, muito secas e atópicas, é ideal para restaurar a barreira cutânea e para hidratar 24 horas. Caracteriza-se também por manter os níveis lipídicos.


Para participarem, só têm de:

- Ser seguidores do blog;

- Fazer Like na Página de Facebook do Entre Biberons e Batons;

- Partilhar o post do Facebook em modo público;

- Preencher o questionário abaixo:


Podem participar até ao dia 15 de outubro (só é considerada válida uma participação por pessoa) e os vencedores serão conhecidos dia 16 de outubro, e apurados via random.org

Participa, partilha e Boa Sorte :)



Sim, vou fazer a criopreservação!

Como este é um tema complexo, o post que se segue é mais alongado que os habituais.

Há quatro anos, quando o Gonçalo nasceu, já havia informação sobre o assunto, mas era... díspar, digamos assim. Havia quem defendesse e havia quem desvalorizasse. Isto, na área médica. O que é facto é que ainda não havia certezas sobre a real utilidade que a criopreservação pudesse ter numa eventual necessidade, que é como quem diz, em caso de alguma doença grave.

Lembro-me que foi uma decisão complicada mas, na altura, eu e o meu marido decidimos que preferíamos “jogar pelo seguro”. Não queríamos passar pela situação de um dia pensarmos: “porque é que não o fizemos?”. Por isso, optámos por fazer a criopreservação das células estaminais do Gonçalo e, hoje, continuamos a rezar para que tenha sido dinheiro “deitado à rua”.

Agora, com o Francisco, o caso muda de figura. 

Primeiro, porque já há casos de sucesso que fazem com que o investimento na criopreservação já não seja propriamente um ato meramente emocional; o transplante de células estaminais do sangue e do tecido do cordão umbilical já é utilizado para o tratamento de mais de 80 doenças e como a ciência evolui rapidamente acredito que este número tenha tendência a aumentar.

Segundo, porque tendo feito para o Gonçalo, não podia deixar de fazer também para o Francisco. Afinal de contas, se é verdade que a compatibilidade entre irmãos é elevada, não é menos verdade que cada pessoa é única. Por isso, a melhor forma de garantir uma compatibilidade a 100%, é mesmo guardando as células de cada pessoa.

Foi por estes motivos que, há uns dias, fui ao laboratório da Cytothera – a empresa com a qual vou fazer a criopreservação das células e tecido do cordão umbilical do Francisco – para ver como é que funcionava todo o processo de recolha e colheita.


Confesso que nunca tinha pensado em como as coisas funcionam nos “bastidores” e é tão interessante que nem queiram saber. Até dá vontade de ter seguido genética ou coisa que o valha! J Há todo um rigor, um cuidado e um profissionalismo que nos fazem sentir que estamos realmente a confiar na empresa certa para esta importante “missão”.

Já agora, um dado importante. Pode visitar este laboratório quem quiser, e sem qualquer compromisso, e durante a visita podem tirar-se todas as dúvidas que se tenham... um aspeto que, por si só, também transmite confiança.

Mas houve mais motivos, muitos mais, que me levaram escolher a Cytothera.  Não querendo ser exaustiva, eis os principais:

- A Cytothera é uma empresa 100% Portuguesa, com laboratório próprio e autorizado pela Direção Geral da Saúde. Foi a primeira empresa em Portugal a disponibilizar o serviço de Criopreservação de Células Estaminais do Tecido do Cordão Umbilical e o Kit está registado no Infarmed; argumentos que, a meu ver, transmitem uma idoneidade importante.

Ao ter laboratório próprio significa que somos acompanhados, do início ao fim do processo, pela equipa técnica.

Na Cythotera garantem a Criopreservação de Células do tecido do cordão umbilical. Ou seja, não fazem a criopreservação  dos fragmentos do cordão umbilical, mas sim de mais de 3 milhões de células estaminais mesenquimais, que são as únicas células utilizadas para fins terapêuticos em caso de necessidade de aplicação de células mesenquimais.

- Após o processamento e isolamento das células os resultados são partilhados com os pais e só depois de confirmado o sucesso da criopreservação é que se tem de pagar o serviço. Ou seja, caso os resultados não se encontrem dentro dos parâmetros definidos pela Cytothera, as células não são criopreservadas, não sendo solicitado qualquer pagamento aos pais.

E como hoje entro na 32ª semana (que é exatamente a altura ideal para adquirir o kit), já o tenho comigo :)!





segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Será que o meu filho tem, ou vai ter, ansiedade de separação?

(texto escrito por Rita Castanheira Alves, Psicóloga Clínica Infantil e Juvenil)


A ansiedade de separação é uma característica que faz parte do desenvolvimento infantil e refere-se às preocupações da criança relativamente à perda dos pais e/ou das figuras de referência na sua vida. Enquanto característica de desenvolvimento adaptativa, porque ajuda a criança a proteger-se de estranhos e a pedir a aproximação dos pais ou das figuras de referência, tende a desaparecer.

Só que por vezes a ansiedade de separação que seria esperada torna-se excessiva e prejudicial na vida da criança. Nesses casos, pode-se estar perante uma Perturbação de Ansiedade de Separação.

A perturbação de ansiedade de separação pressupõe na sua essência uma ansiedade excessiva e prolongada relativamente à separação de casa ou daqueles a quem a criança está ligada.

E como sei que o meu filho pode ter uma perturbação de ansiedade de separação? Há sinais de alerta?

As crianças que estão a vivenciar esta perturbação podem exibir alguns dos seguintes sinais durante, pelo menos, 1 mês:

- Um mal-estar excessivo quando antecipam ou ocorre a separação de casa ou de figuras de maior vinculação;

- Preocupação excessiva pela possível perda das principais figuras de vinculação ou por possíveis males que possam acontecer a essas pessoas;

- Preocupação excessiva com a possibilidade de que um acontecimento adverso possa levar à separação de uma importante figura de vinculação;

- Resistência persistente ou recusa em ir à escola ou a outro local, por medo da separação;

- Uma resistência ou medo persistente e excessivo em estar em casa sozinho ou sem as principais figuras de vinculação ou, noutros locais, sem adultos significativos;

- Recusa em adormecer sem estar próximo de uma importante figura de apego ou em adormecer fora de casa;

- Pesadelos repetidos que envolvem o tema da separação;

- Queixas repetidas de sintomas físicos (como dores de cabeça, dores de estômago, náuseas, vómitos) quando ocorre ou se antecipa a separação em relação a figuras importantes a quem está muito ligado.

E que motivos leva a que a angústia de separação normativa se possa transformar em perturbação?

São diversos os motivos que estão na origem e na manutenção da perturbação da angústia de separação, entre eles:

- Grande instabilidade familiar;

- Dificuldades sérias e prolongadas de adaptação a novos contextos (como entrada no Jardim-de-Infância);

- Mudanças bruscas e excessivas na vida da criança;

- Ansiedade excessiva dos pais/cuidadores, criando contextos de desenvolvimento de superprotecção e menor autonomia para as crianças;

-  Permissividade excessiva e contextos de exigência excessiva de autonomia e de independência.

E há soluções? Como posso ajudar o meu filho?

Há. Em primeiro lugar respirar com a maior tranquilidade possível com a certeza de que há soluções:

- A diminuição da ansiedade por parte das figuras parentais e outras figuras significativas é essencial para que a própria criança se sinta segura e confiante;

 Transmita-lhe confiança, um contexto tranquilo, com rotinas e regras;

- Tente perceber o que poderá estar na origem da ansiedade de separação e o que a está a manter e procurar solucionar se assim for possível;

- Ajude a criança a sentir-se capaz de enfrentar o que teme e ajude-a a gerar estratégias para lidar com o que está a sentir;

- Mostre-lhe, gradualmente, que consegue ficar sozinha e que a mãe/pai irão sempre voltar para a buscar onde quer que ela esteja;

- Sempre que a deixar no Jardim-de-Infância ou outro lugar não desapareça de imediato, dê-lhe um beijinho ou um abraço de despedida, dizendo-lhe tranquilamente que voltará no final do dia;

- Os momentos que passarem juntos procure que sejam de tranquilidade, alegria e de atenção à criança;

- Lembre-se da sua própria ansiedade e de como é importante que a tente controlar;

- Se precisar de apoio não hesite em contactar um psicólogo infantil. Poderá ser essencial para que possa, da melhor forma possível, superar com o seu filho esta situação.

  
Rita Castanheira Alves
Psicóloga dos Miúdos
Psicologia Clínica Infantil e Juvenil e Aconselhamento Parental

E eis que me aparece nestes preparos...

… e a dizer:

"Mamã… óia… vou têi um filho!"

<3 <3 <3


Lá dentro estava um macaco… não sei se isso será bom :P

domingo, 5 de outubro de 2014

Vencedores Start IUPI e Entre Biberons e Batons


Os dois vencedores deste passatempo já foram apurados.

A Inês_m7+ e a Cátia Carrilho Pereira foram as sortudas que ganharam este fantástico livro.

Parabéns meninas :) Enviem-me um e-mail com as vossas moradas, para as poder enviar à Start IUPI e eles procederem ao envio dos livros.





Obrigada a todos os que participaram e não fiquem tristinhos por não terem ganho. Da próxima terão mais sorte, sim? ;)

Parece-me muito bem!

Não sei exatamente como é feito este petisco, mas assim de repente soa-me TÃO bem.

Pão, espargos frescos (calculo que cozidos), presunto, queijo parmesão (parece-me) e ovo escalfado… Tudo salpicado om sal e pimenta. hummmm!

Fiquei a babar!


Também poderia ser :)

Conversa entre mim e o Gonçalo, depois dele ter acordado com as galinhas, como é costume:

"Ó filho, se não dormires como deve de ser, ficas doente e sem energia para brincares." - disse-lhe, enquanto lhe segurei na carinha com ambas as mãos, para observar a beleza dele.

Talvez por se sentir observado, ele perguntou:

"Mas mãe, estou com choneiras (soneiras)?"

E foram precisos alguns segundos para perceber o que ele me estava a perguntar. Ele queria saber se estava com… olheiras ;)

sábado, 4 de outubro de 2014

Olha eu na Newsletter da Vertbaudet!


A Vertbaudet lançou um convite a algumas bloggers e eu tive a honra de ser uma delas. O convite consistia em fazermos a seleção de um conjunto verbaudet para os nossos filhotes e explicarmos a razão dessa escolha. Podem vê-las aqui.

O que acham da minha? :)


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