Conversa desta manhã no carro, entre mim e o Gonçalo:
Eu: "Olha que faltam 3 meses para o Natal. Até lá, tens de te convencer a dar as tuas chuchas ao pai Natal, para ele as dar aos meninos mais pequeninos."
Gonçalo: "Mamã, o Pai Natai tem uma baba muito gaaaandi!"
"Pois tem amor."
"É como um dagão!"
.... Oi?
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Vencedores Passatempo LEGO e Entre Biberons e Batons
E chegou a hora de anunciar os vencedores deste passatempo :) - Adoro anunciar vencedores! - Se pudesse eram todos, acreditem.
Mas bem, não sendo possível, os dois seguidores que vão ganhar um LEGO City Carro do Chefe dos Bombeiros são...
(rufam os tambores!!!)
... São o Pedro Abreu (ena ena, um seguidor!!!) e a Raquel Lima!
Muitos parabéns e obrigada a todos os que participaram :)
Peço aos vencedores que me enviem um e-mail com a vossa morada, pf, de modo a poder passá-la à agência e receberem o prémio!
Entretanto, meninas grávidas e papás de bebés, estejam atentos, porque o passatempo que se segue é para vocês <3
Uma Mulher. Uma Dieta. Um Diário.
Kilos iniciais: 83,900kg
Altura: 1,68 m
20 dias após o início: menos 3,700kg
Maior dificuldade nesta fase: festas de aniversário
Sempre a cozinhar!
A adaptação acabou por ser relativamente fácil. Passei alguma fome nos primeiros dias, não vou mentir, mas depois o organismo foi-se habituando.
O que nunca me passou pela cabeça foi que ao fazer dieta iria ter de cozinhar mais!
Cá em casa quem cozinha sou eu, mas como o meu filho, de 4 anos, e o meu marido, não têm necessidade de fazer dieta, seja ela qual for, estão a ver onde é que a coisa foi parar, não estão?
Estar em contacto direto e diário com batatas, arroz, pão, esparguete e toda uma série de alimentos dos quais eu não posso comer, não é a coisa mais fácil do mundo! É aqui que a nossa força de vontade começa a ser posta à prova.
Aliás, descobrimos que se há algo que deve ser forte, é a nossa força de vontade, uma vez que ela é, sem sombra de dúvida, a base para o sucesso desta ou de qualquer outra dieta.
Claro que a motivação também é muito importante e ela aparece várias vezes. A minha aparece quando entro nas minhas lojas preferidas e a roupa já me serve e, em alguns casos, num tamanho abaixo. E, claro, também fico feliz quando me peso e descubro que já perdi quase 4 quilos desde que comecei esta aventura ;)
Mas a verdade é que sinto que todos os dias sou posta à prova e também sinto que há sempre alguém à espera que cometa um deslize e que pense "é só hoje". Mas é aqui que percebemos que temos uma força dentro de nós que pensávamos que não existia, mas que está cá! Está cá e acorda quando tem de acordar!
Para a semana tenho um desafio gigante pela frente. Tenho uma reunião fora de Lisboa e vou ter de passar dois dias fora de casa... Ainda estou a magicar como vou fazer. Desde que iniciei a Lev que levo o meu almoço (lá se foi a parte mais social) e opto por jantar em casa, pelo que esta missão vai ser MESMO um grande teste à minha força de vontade.
Torçam por mim, sim?
Depois conto como foi!
AD
Altura: 1,68 m
20 dias após o início: menos 3,700kg
Maior dificuldade nesta fase: festas de aniversário
Sempre a cozinhar!
A adaptação acabou por ser relativamente fácil. Passei alguma fome nos primeiros dias, não vou mentir, mas depois o organismo foi-se habituando.
O que nunca me passou pela cabeça foi que ao fazer dieta iria ter de cozinhar mais!
Cá em casa quem cozinha sou eu, mas como o meu filho, de 4 anos, e o meu marido, não têm necessidade de fazer dieta, seja ela qual for, estão a ver onde é que a coisa foi parar, não estão?
Estar em contacto direto e diário com batatas, arroz, pão, esparguete e toda uma série de alimentos dos quais eu não posso comer, não é a coisa mais fácil do mundo! É aqui que a nossa força de vontade começa a ser posta à prova.
Aliás, descobrimos que se há algo que deve ser forte, é a nossa força de vontade, uma vez que ela é, sem sombra de dúvida, a base para o sucesso desta ou de qualquer outra dieta.
Claro que a motivação também é muito importante e ela aparece várias vezes. A minha aparece quando entro nas minhas lojas preferidas e a roupa já me serve e, em alguns casos, num tamanho abaixo. E, claro, também fico feliz quando me peso e descubro que já perdi quase 4 quilos desde que comecei esta aventura ;)
Mas a verdade é que sinto que todos os dias sou posta à prova e também sinto que há sempre alguém à espera que cometa um deslize e que pense "é só hoje". Mas é aqui que percebemos que temos uma força dentro de nós que pensávamos que não existia, mas que está cá! Está cá e acorda quando tem de acordar!
Para a semana tenho um desafio gigante pela frente. Tenho uma reunião fora de Lisboa e vou ter de passar dois dias fora de casa... Ainda estou a magicar como vou fazer. Desde que iniciei a Lev que levo o meu almoço (lá se foi a parte mais social) e opto por jantar em casa, pelo que esta missão vai ser MESMO um grande teste à minha força de vontade.
Torçam por mim, sim?
Depois conto como foi!
AD
Casacos e afins para mamãs descontraídas
Tenho postado aqui coisinhas bem fofinhas que a nova coleção tem para oferecer aos nossos pequenitos, mas a verdade é que nós também somos gente. Por isso, desta vez o post é para as meninas que gostam de looks mais desportivos e práticos.
O destaque vai para a O´Neill, que já é apanágio de coleções bem descontraídas, mas que nem por isso deixam de ser elegantes e femininas.
O destaque vai para a O´Neill, que já é apanágio de coleções bem descontraídas, mas que nem por isso deixam de ser elegantes e femininas.
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Mais uma desculpa
Como se o "quéio água", "quéio fajei chichi", "estou com comichão", "vem tapai as mãos", etc, etc, já não fossem desculpas suficientes para não dormir, agora há uma nova: "ito tá-me a fajei confujão" (e pode aplicar-se a etiquetas, costuras das roupas... enfim...). É que não lhe faz confusão nenhuma, ele conseguiu foi inventar mais uma desculpa!
Valha-me! Qual será a próxima?
Valha-me! Qual será a próxima?
Saudadite aguda
Não sei bem explicar porquê. Quer dizer, tenho as minhas desconfianças, mas o que eu sei com toda a certeza é que hoje tive tantas, mas tantas, saudades do Gonçalo, que mais parecia que não o via há meses; quando, na verdade, "estive" com ele de manhã e tenho estado sempre com ele, dentro das nossas rotinas.
Estive o dia inteiro a pensar nele. Com o meu coração lá, ao pé dele, com os meus braços à volta dele e com os meus lábios a darem-lhe beijos. E agora, que finalmente ele está comigo, só quero pôr em prática tudo isto! <3
Estive o dia inteiro a pensar nele. Com o meu coração lá, ao pé dele, com os meus braços à volta dele e com os meus lábios a darem-lhe beijos. E agora, que finalmente ele está comigo, só quero pôr em prática tudo isto! <3
Estilo é com a LA
E o bom que deve ser, ser amAricano
Situação: Ontem, depois de jantar.
Gonçalo: Mamã, mamã, estive a comêi bavaroise. - disse-me com um sotaque fantástico, de longe bem melhor que o meu.
Eu: Ai que bem filho. Falas tão bem francês. - brinquei eu.
- Fanchês como o Bochi?
- Não amor. O Boss é americano.
- Ahhh. (pausa) Eu também quéio chêi amaicano!
Gonçalo: Mamã, mamã, estive a comêi bavaroise. - disse-me com um sotaque fantástico, de longe bem melhor que o meu.
Eu: Ai que bem filho. Falas tão bem francês. - brinquei eu.
- Fanchês como o Bochi?
- Não amor. O Boss é americano.
- Ahhh. (pausa) Eu também quéio chêi amaicano!
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Os ciclos do (des)amor
Já lá vão muitos anos, mas nunca esquecerei. Afinal de contas, mudou a minha vida!
Um dia, uma amiga consideravelmente mais velha - e por isso mais sábia - disse-me que eu só seria feliz no amor quando eu o deixasse.
Naquela altura a frase chegou-me a magoar e cheguei mesmo a pensar: "mas quem é que ela pensa que é?!". Mas, mais calma, parei e pensei no que ela disse.
Força da circunstâncias fizeram com que a partir de uma certa idade aprendesse a fazer auto-análises precisas e rigorosas. Bastava eu querer, estar disposta a isso ou, como aconteceu nesta situação, receber um abanão. Se uma destas coisas acontecesse, eu conseguia estudar o que realmente tinha acontecido nesta ou naquela situação, em que é que eu tinha errado; onde é que eu deixei que errassem comigo; porque é que o deixei… e conseguia ser imparcial!
Pensei, percebi que ela tinha razão e, acreditem ou não, consegui mudar radicalmente a minha atitude daí para a frente. Comecei a gostar mais de mim e acredito piamente que foi este abanão que me deixou liberta para receber o amor do meu marido e dar-lhe o meu amor de volta.
O mais engraçado de tudo é que na altura pensei que isto era uma coisa de "adolescente" ou de um "adulto em estágio", mas a verdade é que os anos passam e eu continuo a ver amigos e amigas, da minha idade ou mais velhos, a repetirem os mesmos ciclos nas suas relações. Ciclos pouco saudáveis, que eles próprios amaldiçoam cada vez que passam por eles, mas acabam por voltar a eles. A cometer os mesmos erros. E se são chamados à atenção, não reconhecem. Só quando a relação acaba é que as coisas parecem ficar claras para eles! É como se preferissem voltar para uma situação que já conhecem - mesmo que já tenham chegado à conclusão que não é aquilo que querem - do que arriscar e tentar algo novo, como por exemplo serem felizes!
Cada vez chego mais à conclusão que o (des)amor, tal como o amor, não tem idade. Mas continuo a (querer) acreditar que basta querer, genuinamente, sair desse ciclo, para se conseguir.
Os homens precisam de se casar e as mulheres precisam de estar com as amigas. Gosto!
Enviaram-me este e-mail e eu derreti-me toda.
No final de uma palestra sobre saúde, na Universidade de Stanford, o orador apontou, entre outras coisas, que os estudos mostram que uma das melhores coisas que um homem pode fazer pela sua saúde é casar: o casamento aumenta a longevidade e o bem-estar pessoal do homem.
Questionado sobre a saúde da mulher, o orador apontou um dado surpreendente: ao invés do casamento, a mulher precisa de cultivar os seus relacionamentos com as amigas!
Essa declaração provocou risos na plateia, mas o professor fundamentou o facto: os estudos realizados mostram que as mulheres se ligam de uma maneira diferente dos homens e fornecem outros sistemas de apoio, que as ajudam a lidar com experiências stressantes e difíceis.
"Tempo com Amigas" é muito significativo no nível fisiológico. Ajuda a produzir mais serotonina (neurotransmissor), que auxilia no combate à depressão e cria um sentimento geral de bem-estar. As mulheres tendem a partilhar os seus sentimentos, enquanto que os homens, geralmente, se conectam em torno de tarefas. Eles raramente se sentam com um amigo a falar sobre como se sentem ou como está a sua vida pessoal. Falam de trabalho, desporto, carros, mulheres, etc. Mas dos seus sentimentos, raramente...
As mulheres fazem isso o tempo todo. Elas partilham sentimentos e emoções com as suas amigas e parece que isso realmente contribui para a sua própria saúde.
O orador acrescentou que o "tempo gasto" com as amigas é tão importante para a saúde das mulheres, como correr ou fazer ginástica. Disse ainda que não manter relacionamentos de qualidade com outras pessoas, prejudica a nossa saúde física.
CAFÉ COM AS AMIGAS
No final de uma palestra sobre saúde, na Universidade de Stanford, o orador apontou, entre outras coisas, que os estudos mostram que uma das melhores coisas que um homem pode fazer pela sua saúde é casar: o casamento aumenta a longevidade e o bem-estar pessoal do homem.
Questionado sobre a saúde da mulher, o orador apontou um dado surpreendente: ao invés do casamento, a mulher precisa de cultivar os seus relacionamentos com as amigas!
Essa declaração provocou risos na plateia, mas o professor fundamentou o facto: os estudos realizados mostram que as mulheres se ligam de uma maneira diferente dos homens e fornecem outros sistemas de apoio, que as ajudam a lidar com experiências stressantes e difíceis.
"Tempo com Amigas" é muito significativo no nível fisiológico. Ajuda a produzir mais serotonina (neurotransmissor), que auxilia no combate à depressão e cria um sentimento geral de bem-estar. As mulheres tendem a partilhar os seus sentimentos, enquanto que os homens, geralmente, se conectam em torno de tarefas. Eles raramente se sentam com um amigo a falar sobre como se sentem ou como está a sua vida pessoal. Falam de trabalho, desporto, carros, mulheres, etc. Mas dos seus sentimentos, raramente...
As mulheres fazem isso o tempo todo. Elas partilham sentimentos e emoções com as suas amigas e parece que isso realmente contribui para a sua própria saúde.
O orador acrescentou que o "tempo gasto" com as amigas é tão importante para a saúde das mulheres, como correr ou fazer ginástica. Disse ainda que não manter relacionamentos de qualidade com outras pessoas, prejudica a nossa saúde física.
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