quinta-feira, 18 de abril de 2013
De um modo ou de outro...
Afinal, o pequerrucho aguentou-se. Ontem à noite ainda ameaçou febre, mas hoje acordou bem disposto e ótimo. Já eu, que ontem estava a planear ir à praia, e face a este cenário já estava a ver que tinha de adiar as intenções, constato que afinal, mesmo com ele a colaborar e a deixar as maleitas para outra ocasião, vou ter de deixar para outro dia a minha prainha. É que ninguém aguenta um vento destes na praia. Deve ser castigo, para não estar aqui a pensar em "óciozidades"!
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Planos furados?
Hoje, foi o primeiro dia (deste ano, entenda-se) que não usei nem meias nem collants! Que maravilha ;) Soube tão bem arejar os pés!
Para eles não sentirem um grande choque usei umas sabrinazitas. Estava a guardar as sandálias para amanhã. Aliás, para amanhã estava aqui a fazer uns planos bem interessantes, que consistiam em fazer exercício logo pela manhã e, depois, praia. (E nada de ficarem invejosos que isso é feio :P). De qualquer modo, estou a ver os meus planos saírem furados. É que cheira-me que o piolho está a chocá-la :( Vamos ver como é que acorda amanhã!
Para eles não sentirem um grande choque usei umas sabrinazitas. Estava a guardar as sandálias para amanhã. Aliás, para amanhã estava aqui a fazer uns planos bem interessantes, que consistiam em fazer exercício logo pela manhã e, depois, praia. (E nada de ficarem invejosos que isso é feio :P). De qualquer modo, estou a ver os meus planos saírem furados. É que cheira-me que o piolho está a chocá-la :( Vamos ver como é que acorda amanhã!
Quando fazer o IRS é uma "coisa" cool
Se eu estivesse perante uma plateia de 10 milhões de pessoas - mais ou menos a população de Portugal, portanto - e perguntasse quem é que gostava de fazer o IRS, duvido que houvesse um único dedinho que se empinasse.
Muito sinceramente, eu até compreendo. Não é propriamente um momento lúdico, certo?
Muito sinceramente, eu até compreendo. Não é propriamente um momento lúdico, certo?
Mas,
e seu eu disser que ao fazer o IRS podemos estar a contribuir para uma causa
nobre e solidária? A “coisa” muda um pouco, não muda? ;)
Sob
o slogan “UNICEF – Campanha 0,5% do IRS”, esta Organização está a
incentivar os portugueses a doarem 0,5% do IRS já liquidado (ou seja,
sem quaisquer custos para o contribuinte) a esta causa. Como? Da forma mais
simples que existe. Quando estamos a fazer o nosso IRS precisamos, apenas, de
ir ao anexo H, depois ao quadro 9 e, de seguida, preencher o campo 901 com o NIPC
da UNICEF: 500 883 823 (tal como podem ver na imagem)!*
Mais simples que isto
impossível! É ou não é ;)?
Factos impressionantes... mas
reais!
Para
a maioria de nós, gestos simples, como abrir a torneira e beber água; tomar um
banho quente; ter um cobertor para nos aquecer nas noites frias; vacinarmos
gratuitamente os nossos filhos (com as vacinas que fazem parte do Plano Nacional
de Saúde); poder pôr os nossos filhos na escola para aprenderem a ler e a
escrever; etc, etc, são atos naturais e encaramo-los como dados adquiridos e
inquestionáveis. No
entanto, são milhares as crianças em todo o mundo que não podem usufruir
de nenhuma destas situações.
Ora, o trabalho da UNICEF é, exatamente, tentar levar tudo isto a todas as crianças
do mundo.
Para
terem uma ideia do trabalho levado a cabo por esta Organização, deixo-vos
alguns dados referentes a 2012:
-
A
UNICEF forneceu 36,7 milhões de vacinas contra o tétano.
-
16
milhões de pessoas passaram a ter acesso a água potável e saneamento.
-
Com
a ajuda da UNICEF, o número de crianças que completou o 5º aniversário foi o
maior de sempre (refira-se que quando uma criança atinge este “marco”, a
probabilidade de sobrevivência e desenvolvimento, até à idade adulta, aumenta
substancialmente).
-
A
UNICEF resgatou várias crianças-soldado e levou-as de volta às suas casas. (Sim,
crianças-soldado. Leram bem. Crianças como os nossos filhos, mas que em vez de
estarem na escola e em vez de brincarem com brinquedos, são crianças que vivem
rodeadas de guerra!)
E estas
foram apenas algumas das conquistas da UNICEF; conquistas que só foram
possíveis graças a donativos.
-
Com 7 € por mês, a UNICEF pode fornecer
264 saquetas de PlumpyNut, um alimento terapêutica especial para crianças
gravemente mal nutridas.
-
Com 15 € por mês, a UNICEF pode fornecer
um quadro (com duas faces) para 12 salas de aula, 24 apagadores, 1.200 paus de
giz branco e 1.200 de cor.
-
Com 20€ por mês, a UNICEF pode fornecer
medicamentos que ajudam a prevenir a transmissão do VIH de mãe para filho.
-
Com 24 € por mês, a UNICEF pode fornecer 6
redes mosquiteiras impregnadas de insecticida de longa duração, para proteger
as famílias da malária.
-
Etc, etc, etc...
Recordo que
a UNICEF é uma Organização que ajuda crianças a sobreviver e a crescer, sob o
lema “Juntos pelas crianças”. Esta é
única agência da ONU que não recebe
financiamento das Nações Unidas, ou seja, e volto a repetir, depende totalmente
de contribuições voluntárias. Os donativos podem ser regulares ou esporádicos e,
se quiseres saber como ajudar, basta ir aqui.
Para já, e
assim no imediato, podemos ser ativos nesta causa, doando-lhes 0,5% do nosso
IRS. Serão muitas as crianças a ganhar e a agradecer com isso e nós podemos ficar
com a alma quentinha ao saber que estamos a ajudar crianças que precisam! <3
* A lei portuguesa prevê que todos os contribuintes possam
doar a ONGs 0,5% do seu IRS já liquidado; sem qualquer custo adicional para o
contribuinte. O mesmo é dizer que estas doações não têm quaisquer implicações
nos pagamentos ou nos reembolsos.
Felicidade ou loucura?
Hoje vim a Lisboa e constatei duas coisas: as pessoas andam mais felizes; estou em crer que é do sol (nem imaginam a quantidade de pessoas que "apanhei" a cantarolar sozinhas). Depois, cheguei também à conclusão que há pessoas muito estranhas. Por duas ou três vezes, pessoas que não conheço viraram-se para mim e ficaram a olhar, como se me fossem dizer alguma coisa, mas depois iam embora. Cheguei a pensar que tinha alguma coisa na cara mas não!
Às tantas estas duas coisas resumem-se a uma: uma felicidade louca :-) literalmente falando.
Às tantas estas duas coisas resumem-se a uma: uma felicidade louca :-) literalmente falando.
Em estado de sítio
É assim que a minha casa parece estar. Ontem, depois do calor que passei, convenci-me que estava mais do que na altura de ir buscar a roupa de verão à arrecadação. Assim fiz, e agora tenho a casa num alvoroço. Ele é roupa de verão, de inverno, caixas, sapatos... sei lá. Ainda por cima, como este inverno foi super húmido, a roupa estava quase toda a cheirar a humidade. Toca de fazer máquinas de roupa à maluca! Já estou farta de estender e apanhar roupa. E quem é que vai passar aquela coisa toda a ferro? Só de pensar nisso, então, fico para lá de doente!
Só vos digo que nem posso olhar para o lado que fico doida! Eu, que sou obcecada com as arrumações!
... vamos lá a respirar fundo para ver se acalmo os nervos!
Só vos digo que nem posso olhar para o lado que fico doida! Eu, que sou obcecada com as arrumações!
... vamos lá a respirar fundo para ver se acalmo os nervos!
terça-feira, 16 de abril de 2013
Mães das Aldeias SOS inspiram Hotéis Real
Há uns dias recebi um convite do Grupo Hotéis Real que me deixou super feliz. Convidavam-me para apadrinhar, juntamente com outras bloggers mães que admiro bastante, uma iniciativa que visa ajudar as Aldeias de Crianças SOS, tendo o Dia da Mãe como pretexto.
Eu já tinha tido a oportunidade de trabalhar com as Aldeias há cerca de 2 ou 3 anos e, na altura, fiquei totalmente apaixonada pelo conceito e pela forma como aquelas mães se dedicavam às crianças que acolhem. Por este motivo, foi com muito gosto e honra que aceitei o convite.
Mas vamos lá a saber em que é que consiste esta iniciativa. O Grupo Hotéis Real, seguindo a linha de parceria que mantêm com as Aldeias desde 2008, resolveu criar menus e vouchers de massagens especiais, dedicados em exclusivo ao Dia da Mãe. E são especiais porque foram inspirados nos gostos pessoais de Mães das Aldeias SOS. A ideia é proporcionar uma prenda diferente neste Dia da Mãe e, ao mesmo tempo, contribuir para esta Instituição; visto que parte do valor pago pelos menus e pelos vouchers será doado às Aldeias.
E agora perguntam: mas onde é que as bloggers entram nisto? E eu respondo: as bloggers vão apadrinhar cada uma das Mães que "assinaram" os menus e serviram de inspiração aos vouchers.
Mães Coragem
Com todos estes ingredientes, digam-me, como é que poderia não estar super feliz com o convite? :) Primeiro, porque tenho aqui a oportunidade de me associar a uma causa solidária e não há nada que me possa honrar mais do que isto (não vos consigo explicar a importância que tem para mim) e, depois, confesso que também fiquei muito contente por me poder juntar a bloggers mamãs como a Ana Garcia Martins (A Pipoca Mais Dois), a Ana Lemos (Cacomae), a Catarina Beato (Dias de uma Princesa), a Fernanda Velez (Blog da Carlota), a Rita Ferro Alvim (Socorro sou Mãe) e a Sónia Morais (Cocó na Fralda).
Desta feita, hoje lá fui, à Aldeia de Bicesse (existem três em Portugal), conhecer algumas das Mães Coragem que inspiraram esta iniciativa, saber mais sobre o trabalho feito nas Aldeias SOS e ainda tive o prazer de ficar a conhecer a Catarina e a Sónia. A Ana Lemos também estava lá, mas à Ana já conhecia :)
Adorei falar com elas e confesso que foi estranho ao mesmo tempo. Então no que diz respeito a Sónia, que já a leio há algum tempo, tenho de admitir que até fiquei um pouco nervosa :) É tonto, não é?
Eis-nos às quatro, à porta da casa da Mãe Anabela.
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| A Ana, eu, a Sonia e a Catarina, a curtir o solinho! |
Depois da visita à Aldeia, fomos almoçar ao Hotel Real Villa Itália, em Cascais, onde a Fernanda, do Blog da Carlota, também se juntou a nós. O almoço estava ótimo e, a dada altura, tenho de admitir que a minha vontade de ir para a piscina era mais que muita!
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| A vista do terraço. |
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| Um mix com bom ar, não acham? :) |
Ofertas para todos os gostos
Como já expliquei em cima, cada blogger irá apadrinhar uma mãe das Aldeias que, por sua vez, inspiraram a elaboração dos menus e os vouchers de massagens. Os menus estão associados a um hotel em específico, o mesmo não acontecendo com os vouchers.
Assim sendo, a Ana Garcia Martins associa-se à mãe Cecília e ao Grande Real Villa Itália; a Ana Lemos apadrinha a mãe Adalcinda e o Hotel Real Parque; a Catarina Beato associa-se à mãe Filomena e ao Hotel Real Oeiras; a Fernanda é madrinha da mãe Paula e do Hotel Real Palácio; a Rita apadrinha a mãe Anabela e o Hotel Real Marina e a Sónia representa a mãe Fernanda e o Grande Hotel Real Santa Eulália. Por fim, eu apadrinho os vouchers de massagens disponíveis em todas estas unidades hoteleiras (lá devem ter percebido que sou louca por massagens :P).
Ainda em relação aos vouchers propriamente ditos, podem ser comprados de 22 de abril a 12 de maio, em qualquer um dos hotéis mencionados, e podem ser usados até ao final do ano. Quanto a preços, variam entre os 20 e os 75 euros, sendo que por cada voucher vendido, 5 euros revertem a favor das Aldeias de Crianças SOS.
Entre os vouchers, existem as seguintes opções: por 25 euros, podes usufruir de uma Hidromassagem Mar de Pétalas, inspirada na Mãe Fernanda (20 minutos); uma Massagem localizada de Relaxamento, inspirada na Mãe Filomena (25 m); ou uma massagem Mãos Deluxe, da Mãe Adalcinda (50 m). Por 50 euros, podes escolher uma Real Duche Vichy, da Mãe Anabela (25 m); um Ritual Tesouro do Mar, da Mãe Celina (60 m) ou um Rosto Vitalizante, inspirado na Mãe Natasha (50 m). Por fim, por 75 euros podes deliciar-te com uma massagem Real Ritual de Alfazema e Cristais Marinhos, da Mãe Zília (60 m); uma Real Massagem com Pedras Quentes, da Mãe Paula (70 m) ou um Tratamento de Rejuvenescimento do Rosto, inspirado na Mãe Cecília (80 m).
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| Um exemplo de voucher. |
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| Mais um exemplo de voucher. |
O trabalho das Aldeias
Há muito para dizer acerca do trabalho fantástico desta Instituição. De qualquer modo, e resumindo, podemos dizer que nas Aldeias SOS a preocupação primordial é integrar crianças em risco num ambiente familiar, ao invés de as institucionalizar. E é aqui que reside a grande diferença entre esta e as demais IPSS que acolhem crianças e jovens. As Aldeias dão a estas crianças e jovens uma mãe e oferecem-lhes uma vida em tudo similar ao que uma criança normal tem quando vive com os pais. As crianças desta Instituição vão à escola, têm atividades extracurriculares, explicações quando têm necessidade disso, brincam e, porque não dizê-lo, é aqui que (re)aprendem a ser felizes. Aprendem ainda o que é uma família, a criar laços e, como foi partilhado por uma das mães no encontro de hoje, muitas vezes aprendem a brincar!
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| Uma das casas da Aldeias. |
Mas apesar do que escrevi já ser tanto e tão meritório, mesmo assim é bastante redutor tendo em conta tudo o que esta Instituição faz. Há cerca de 2 anos, por exemplo, iniciaram o "Programa de Fortalecimento Familiar", que tem como objetivo tentar ajudar as crianças em risco, tentado evitar ao máximo que elas sejam retiradas das suas famílias.
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| Um espaço de brincadeira das crianças, na Aldeia de Bicesse. |
Se quiseres ajudar mensalmente podes optar por ser um Amigo SOS. Podes saber como, aqui.
Olá. Stop. Bebé a caminho. Stop. Agora podemos festejar. Stop.
(ou
participação de um gajo num blogue que tresanda a perfume feminino – parte
III)
Pode
dizer-se que a gravidez da minha mulher durou três anos. Desde o primeiro
momento em que decidimos ter um filho que assumimos o que naturalmente toda a
gente assume: que ele chegaria pouco mais de nove meses depois. Mas não foi
assim. Foi um processo longo, com muitas tristezas e desânimos, que culminou, felizmente, no dia mais feliz das nossas vidas.
No dia em
que a minha mulher me disse que “a nau tinha finalmente chegado a bom porto”,
fiquei radiante. Não só porque senti que começava um novo capítulo da minha
vida, mas porque senti que a minha cara-metade se sentia preenchida, que tinha
deixado de sentir aquele vazio soturno que marcava os meses, como uma marcha
fúnebre lúgubre e vagarosa que arrastava os seus sorrisos para um poço sem
fundo.
Se notei
diferença entre a alegria dela e a minha? Não, sinceramente não notei. Dei
comigo a abandonar as questões mais pequenas e a pensar no “big picture”,
relativizando as coisas e reordenando os assuntos por importância, colocando o
bebé no topo da hierarquia, como é natural. Notei, todavia, que eu continuei
durante um tempo a abordar a gravidez de uma forma mais pragmática – algo que
contrastou com a maneira mais apaixonada e ternurenta com que a minha mulher
brindou a nova conquista. E é natural: a relação com o meu filho tinha começado
na cabeça dela antes de ter surgido na minha. Na verdade, ele e ela tinham já
uma ligação muito antes de a terem. Ela já sabia que ia ter um bandido que lhe
arranca risadas a torto e a direito, e ele já sabia que ia ter a melhor mãe do
mundo.
Grávidas, olhem que giro!
Olhem que ideia tão gira e deliciosa para anunciarem que vão ter um menino? :) Adorei! E se for uma menina, é uma questão de mudarem a cor ;) É ou não uma ideia engraçada?
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