O Gonçalo gosta muito de "ler" os livrinhos dele (já o partilhei aqui várias vezes). Pede-me para contar as histórias e depois conta-mas ele.
Desta vez, pegámos num livro ao calhas e eu pus-me a inventar nomes para os desenhos. A minha ideia era associar cada um dos personagens do livro, a amiguinhos da sala dele que tivessem traços físicos comuns. Assim, disse que a menina loira se chamava J., a menina morena era a M. e ele interrompeu-me e disse que o menino do "dagão" era ele.
... O Gonçalo é loiro e tem olhos claros!
Isto fez-me pensar e recordar o porquê de se dizer que as crianças estão mais próximas de Deus.
Temos tanto a aprender com elas!!! O mundo seria tão melhor!
quarta-feira, 10 de abril de 2013
terça-feira, 9 de abril de 2013
Estou a falhar, está visto!
Sei que não estou a conseguir transmitir bem uma história ao Gonçalo, quando ele pega no "Alice no País das Maravilhas", começa a "ler" e diz:
"Éa uma vez uma menina, chamada Aice Mâiavias!"
"Éa uma vez uma menina, chamada Aice Mâiavias!"
Vencedora do Passatempo Lovely Things e Entre Biberons e Batons
Já temos vencedora para o Giveaway Lovely Things e Entre Biberons e Batons.
A Vanessa Sofia é a felizarda que vai levar para casa esta pulseira hiper-gira. Parabéns :)
Vanessa, peço-lhe para contactar a Lovely Things (lovely.things@hotmail.com), para combinar o envio do giveaway.
A importância de cuidarmos de nós, para nós e por nós!
Quando se "tem" de ficar em casa, seja porque motivo for, há sempre alguma tendência para nos descuidarmos em relação a nós. Não nos vestirmos para sair, não usarmos os cremes que tanto adoramos, não nos pintarmos... E o mal é começar a fazer isto um dia. Daí até se tornar um hábito a distância é pequena e é exatamente isso que não podemos deixar acontecer. NUNCA!
Lembrei-me de escrever sobre este tópico depois de uma conversa com uma amiga. Ela também já esteve desempregada e disse-me que tinha dias e dias em que nem despia o pijama. Dei por mim a pensar se também não cairia nesta rotina se não tivesse o Gonçalo. Quero acreditar que não, mas... quem me diz a mim? A verdade é que, nesta fase, penso muitas vezes no Gonçalo como a minha "salvação", digamos assim. Graças a ele, acordo sempre às 7h30/ 8h (o rapaz também me podia dar mais umas horinhas de sono que não se perdia nada!), arranjo-o e, uma vez que já estou de pé, assim fico e continuo as minhas rotinas. Rotinas mais ou menos livres, é um facto, mas que as criei para não endoidecer. Escrevo no blog, procuro emprego, respondo a anúncios, vou ao ginásio, trato de uma ou outra coisa da casa, vou às compras, vou buscar o Gonçalinho à escola... (e, se o tempo estivesse melhor, as opções seriam bem mais alargadas. Bolas, que S. Pedro não está a ajudar nadinha!). Já voltei para a cama para dormir mais um bocadinho, confesso, mas se o fiz 3 vezes em 5 meses, foi muito!
Sem contar com esta situação, em que estou em casa porque estou desempregada, tenho ainda como referência a fase em que estive de baixa quando estava grávida e depois a fase de licença de maternidade. Posso dizer-vos que em ambas as alturas, TODOS os dias me vestia, penteava e arranjava-me como se fosse sair (mesmo quando não podia). Não chegava ao ponto de me pintar, vá, mas até bijuteria punha!
Se me perguntarem se não o fazia em esforço e se agora não me obrigo a mim própria a fazê-lo, a minha resposta é SIM! Acontecia, e acontece, muitas vezes. Há dias em que não imaginam o quão gigante é esse esforço. Mas faço-o! Faço-o porque tenho plena consciência que se não o fizesse a minha sanidade mental sairia largamente comprometida. E, convenhamos, como mãe de um "crianço" de 2 anos, preciso da minha cabeça mais fresca que nunca!
Gosto de acreditar que mesmo que não tivesse o Gonçalo a minha atitude seria a mesma. Porque eu, e todos nós, merecemos cuidar de nós. Porque o que perdemos em nos entregar à tristeza e aos infortúnios da vida é maior do que o que ganhamos (se é que se ganha alguma coisa nesta entrega aos males que vêm! Não creio!). Porque também temos de nos amar e aprender a fazê-lo. E, como disse, o mal está em pensarmos: "Hoje não me vou vestir nem cuidar de mim! Só hoje."
Hoje, se querem saber, era o que me apetecia fazer. Em vez disso, e em esforço, num grande esforço, fui ao ginásio. Não fiquei feliz da vida por isso, mas soube-me bem! Senti que fiz alguma coisa por mim e isso é muito bom!
Eu acredito em energias e, por isso, defendo que se fizermos para nos sentirmos felizes, ficaremos mais bonitos e atraímos coisas boas. Ao fazermos coisas por nós, sentimo-nos melhor e conseguimos dar mais a quem amamos. É um ciclo! A questão é que este ciclo também funciona no sentido inverso e é por aí que não convém entrar!
O que pretendia com este texto, e uma vez que são cada vez mais as pessoas desempregadas, era tentar dar uma força a todas essas pessoas e dizer-lhes que está nas nossas mãos não nos deixarmos entregar a esta situação. Temos de conseguir :) E não se esqueçam que falo também na primeira pessoa!
segunda-feira, 8 de abril de 2013
É hoje!!!
A minha homenagem a Margareth Tatcher
Admirava bastante esta Mulher, com "M" grande. Pela sua força, determinação, inteligência...
Em homenagem a ela, escolhi algumas das suas citações mais conhecidas; citações que a definem, que a caracterizam, que espelham bem a garra desta "dama-de-ferro"!
Ser solidário ajuda a dormir melhor!
A Colchaonet.com, uma rede de lojas 100% portuguesa, tem em curso uma campanha solidária a favor do Banco do Bebé. Sob o mote "Um bom colchão e ajudar quem precisa, combinação perfeita para dormir melhor", esta iniciativa pretende angariar no mínimo 10 mil euros.
Esta campanha dura até ao dia 15 de julho, e por cada Colchão Solidário Saúde, Colchão Solidário Conforto e Almofada Solidário Visco vendidos, a Colchaonet.com oferece 5% do valor dos produtos ao Banco do Bebé.
O Banco do Bebé é uma Instituição sem fins lucrativos, com mais de 20 anos. Só em 2012, ajudou 1184 famílias e 2373 bebés e crianças, dos 0 aos 6 anos; deu resposta a 4081 pedidos de ajuda e distribuiu 14.537 de bens, desde enxovais, a alcofas, fraldas, produtos de higiene, roupas, papas, leites, carrinhos, etc.
Esta campanha dura até ao dia 15 de julho, e por cada Colchão Solidário Saúde, Colchão Solidário Conforto e Almofada Solidário Visco vendidos, a Colchaonet.com oferece 5% do valor dos produtos ao Banco do Bebé.
O Banco do Bebé é uma Instituição sem fins lucrativos, com mais de 20 anos. Só em 2012, ajudou 1184 famílias e 2373 bebés e crianças, dos 0 aos 6 anos; deu resposta a 4081 pedidos de ajuda e distribuiu 14.537 de bens, desde enxovais, a alcofas, fraldas, produtos de higiene, roupas, papas, leites, carrinhos, etc.
E é isto!
Há bocado fui ao quarto dele e deparei-me com isto!
E não estão mais porque de certeza que não teve tempo! Agora pergunto: era mesmo preciso desarrumar isto tudo?!
E não estão mais porque de certeza que não teve tempo! Agora pergunto: era mesmo preciso desarrumar isto tudo?!
domingo, 7 de abril de 2013
Os prazeres do futebol
O Gonçalo já tinha jogado à bola, claro, mas foi hoje que, pela primeira vez, jogou num campo com baliza e tudo! Digo-vos, ele estava tão, mas TÃO feliz, que dava gosto. O que ele riu, correu, brincou... Uma delícia! (É tão bom senti-los assim! Transmite-nos tanta calma, paz e felicidade, não é?)
O que ele mais adorou foi de se mandar para o chão quando fingia que defendia (o pai fez isto uma vez e pronto, foi o suficiente!). E marcar golos? Uiii!!! Aquilo é que era marcar golos a torto e a direito. Bastava pegar na bola com as mãos e entrar pela baliza "adentro"! Uma beleza!
Quem sabe se não sai daqui um craque da bola? :)
O que ele mais adorou foi de se mandar para o chão quando fingia que defendia (o pai fez isto uma vez e pronto, foi o suficiente!). E marcar golos? Uiii!!! Aquilo é que era marcar golos a torto e a direito. Bastava pegar na bola com as mãos e entrar pela baliza "adentro"! Uma beleza!
Quem sabe se não sai daqui um craque da bola? :)
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