sábado, 23 de fevereiro de 2013

Saudades??! Já?!! Sim.

Me and my baby!
Então lá fui eu pôr o Gonçalinho aos meus pais, para poder ir "cortir" hoje à noite na minha festa de aniversário. Vim de lá com aquela sensação de vazio. Sabem quando sentimos que nos falta algo? 

Dito assim parece seco, parece que estou a falar de uma coisa, mas vocês percebem, não é? 

Vai-me saber bem este "momento", sou acérrima defensora deles, mas que nunca mais vivi nenhuma saída da mesma maneira, é um facto. Há sempre aquela saudade a moer, juntamente com uma ligeira preocupação. Sei que ele está bem entregue, alguma dúvida tivesse e nem arriscava, mas é aquela coisa de mãe. Aquela coisa de sentir que o nosso filho só está bem debaixo dos nossos olhos. Mesmo que racionalmente saiba que isto não é necessariamente verdade, ainda assim é deste modo que prefero. Dá-me uma paz de espírito e uma serenidade maiores!

Lamechice, eu sei.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Conhecem esta música?

Chama-se Lisboa e é cantada por Wendy Nazaré e Pep´s.




Muito interessante, não acham?

O Gonçalo e a moda dos anos 80. Medo! Muito medo!

Lembram-se de falar aqui na paranóia do Gonçalo pelo Bruce Springsteen?

Sim, é verdade que já não falo nisto há algum tempo, mas não quer dizer que essa paranóia tenha desaparecido. Nãããã! Por cá continuamos a ver, em loop, os vídeos dos concertos do Boss, sendo que o que ele vê mais é um dos anos 80.

O rapaz já queria imitar tudo, desde as músicas, aos gestos da guitarra, aos gestos dele, etc. Mas agora deu-lhe para pior!

No outro dia dei por ele a arregaçar as mangas do robe, quando estava um frio do caraças, e perguntei-lhe:
Esta foto não serve bem de exemplo, porque o homem aqui até está janota! Fora  aquele lenço na cabeça!

"O que é que estás a fazer, Gonçalo?"

"Tou a tiar as mangas, como o Bóchi."

Na altura não percebi bem, mas depois lá vi que o Bruce estava com uma camisa cava.

Estou lixada! Há lá fase da mais medonha da moda do que os anos 80!!!!

... Se bem que se fosse gaja era pior! Aqueles cabelos e aquelas roupas... não havia ponta por onde se pagasse!


10 coisas que gosto e 10 coisas que não gosto. E já lá vão 20 de cada!

A Rita Mendes, do blog Barriga Mendinha, lançou-me o desafio que anda a "rolar" entre os bloggers, que consiste em dizermos 10 coisas que gostamos e 10 coisas que não gostamos.

Eu já tinha respondido a este desafio, aqui, mas ela é tão querida que não podia deixar de o voltar a fazer... e como tenho muito mais que 10 coisas das quais gosto, graças a Deus, vou aproveitar ;) Quanto a coisas que não gosto, felizmente não são muitas, talvez porque, como disse a própria Rita Mendes, às vezes e preferível não pensar muito no assunto.

Então cá vamos!

(Mais) 10 coisas de que gosto:

- De ler e de escrever (duas das minhas grandes paixões).
- Da família que tenho. Sou uma felizarda.
- De estar com os meus amigos e de saber que tenho um grupo de amigos desde os meus 9 anos.
- De chocolate.
- De ser surpreendida com miminhos (um simples post-it a dizer "olá" é o suficiente para fazer o meu dia).
- De sentir aqueles ímpetos de felicidade que fazem disparar o coração (sinto isto de vez em quando... acho que é bom sinal :))
- De ser uma mulher de fé (tem-me ajudado muito, em muitos momentos).
- De fazer desporto.
- De comunicar, seja de que forma for.
- Do meu filho: acho-o lindo, adoro ouvi-lo rir, adoro vê-lo sorrir e das covinhas que ele faz, das saídas que ele tem desde que fala pelos cotovelos, dos abracinhos e beijinhos dele, de o ver com os braços e com as pernas ao léu, etc, etc, etc (aqui houve alguma repetição, mas tenham paciência. É do meu pequenino que estamos a falar! ;) )


(Mais) 10 coisas que não gosto:

- De estar desempregada.
- De viver num país que ainda descrimina muito as mulheres e que não as protege devidamente enquanto mães e profissionais.
- De pessoas invejosas, falsas e mentirosas.
- De kiwis.
- Do estado em que Portuga está.
- De ser tão friorenta.
- De não poder pôr o meu filho bom imediatamente quando ele fica doente.
- De discutir.
- De mexericos.
- De estar sempre a contar os tostões. Detesto dinheiro! (mas preciso muito dele!)

E como agora tenho de passar a bola a outro, desta vez vou fazê-lo para dois homens: ao Homem sem blogue e ao Alfaiate Lisboeta (eu sigo-os, juro, mas é normal que uma ou outra coisa se percam pelo caminho. Espero que eles ainda não tenham respondido a este desafio!)


E se lhe disser que o sucesso de uma criança não se mede pelo seu QI?


Já está à venda o livro "Educar para o Futuro", que defende que mais do que um bom QI, o que determina, realmente, a inteligência, são alguns traços considerados cruciais da personalidade. Isto é, o fator decisivo para o futuro das crianças é a formação do seu caráter e não as competências cognitivas.

Para além desta conclusão patente no livro, defendida após um conjunto de estudos inovadores, existem outras igualmente interessantes, como por exemplo:

- O stress sofrido durante a infância está diretamente relacionado com o sucesso ao longo da vida;
- A perseverança, a curiosidade e o otimismo são fatores mais cruciais do que a inteligência, e o melhor é que podem ser ensinados e moldados;
- No fundo: há uma nova forma de educar, tendo em vista a realização pessoal e o bem-estar físico e psicológico dos nossos filhos.

Paul Tough, autor do livro e jornalista consagrado em áreas como a educação e ex-editor da revista "The New York Times", acredita, por exemplo, que "A importância dos cuidados parentais numa fase inicial da vida é crucial para o futuro das crianças. A atenção cuidadosa precoce por parte das mães fomenta nos filhos uma resiliência que atua como um amortecedor protetor contra o stress. Quando os desafios regulares da vida emergem, estes filhos são capazes de acorrer às suas reservas de autoconfiança e seguirem em frente." Ou seja, se a criança tem uma crise de choro, deve ser-lhe dada atenção e tentar transmitir-lhes segurança.

As coisas mudam por volta dos 2/ 3 anos e ao longo da infância e adolescência, altura em que o autor defende que "as crianças precisam é de desafios e de independência. Não de excesso de zelo parental. Devem aprender experimentando e errando."

Devo dizer que este texto foi feito com base na apresentação do livro, que me foi enviada por e-mail, e foi o suficiente para me deixar em pulgas para o ler. Faz-me muito mais sentido coisas que li aqui, do que algumas das ideias defendidas por alguns académicos da área.


Ai novas tecnologias... confundes as crianças!

Há uns desenhos animados no Baby TV em que um cão nunca se lembra do objeto que quer e tenta descrevê-lo ao amigo rato para que ele o ajude a dizer o nome desse mesmo objeto.

Estávamos agora a ver isso e o cão estava à procura de uma máquina fotográfica, mas dizia que estava à procura "daquela coisa que serve para tirar fotografias".

Pergunto eu ao Gonçalo:

"O que é que será que ele quer Gonçalo?"

"Tiar fotogafias."- diz ele.

"Sim. Mas com o que é que se tiram as fotografias?"

"Com o teémovel."

Paz?


BOM DIA!

Hoje continuo em casa com "o crianço". Já não tem febre, mas está com uma sra. D. tosse!

Hoje parece-me mais calmo que ontem, mas ainda é cedo para dizer ;)

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Pronto, já passaram!

Já tinha partilhado aqui que o mês de fevereiro é rico em aniversários familiares; é o meu pai, eu e a minha mãe a fazer anos, isto no mês mais pequeno do ano.

É uma coincidência engraçada, mas às tantas ninguém aguenta tanta comida, festas e dinheiro gasto :)

Acabou agora mais um jantarinho de aniversário. A verdade é que são sempre bons estes encontros familiares. São acolhedores, intimistas e dão sempre azo a muita risota. São daqueles momentos bons para recordar sempre.

Desta vez o dia foi da minha mãe.

Parabéns mamã! <3



...

Agora só falta a minha festa de anos com os amigos ;)

E o dia ainda agora começou...

Hoje continuo em casa com o Gonçalinho. Ele ainda teve febre esta noite e tem de ser.

Já o disse aqui e volto a dizer, não entendo como é que há mães que estão em casa com as crianças e conseguem fazer tudo e mais um par de botas! Este miúdo não me larga. Não se entretém sozinho, quer que brinque com ele, que veja televisão com ele... e eu stresso porque tenho mil coisas para fazer. Ainda mais hoje, que a minha mamã faz anos e, como o puto ficou doente, a festa vai ter de ser cá em casa. Eu até gosto, mas já estou a ver a minha vida a andar para trás, porque não sei como vou conseguir organizar as coisas com ele agarrado a minha saia o tempo todo!!!


Hoje de manhã, e no espaço de meia hora, já fui à praia e ao parque imensas vezes (sendo que a praia fica numa ponta do quarto dele e o parque na outra ponta!). Foi muito cansativo! ;)

No meio disto tudo sinto-me culpada por não estar com ele a 100%. Aiiiii... até estou a tremer de tanto nervoso!

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