quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Bom dia, alegria... mas podia ser melhor!
Ontem o dia do meu aniversário foi gostoso, com mimo e... foi um dia diferente, já que tive de fazer muitas coisinhas (já que ia ter um jantar cá em casa com os meus pais, mano e futura cunhada e o jantar propriamente dito, o bolo de aniversário e uma das entradas foi feito aqui pela Je). Ainda tive direito a uma boa dose de adrenalina, quando me ligaram da escolinha do Gonçalo a dizer que tinha de o ir buscar porque ele estava com febre. Toca de despachar umas coisas cá em casa, que não podia mesmo deixar a meio, e depois ir com o speed todo buscá-lo. Tadinho!
... Mas caramba. É preciso ter pontaria!
Na verdade eu já adivinhava. Na noie anterior ele gemeu muito, esteve inquieto e de manhã não quis comer tudo. Não sei explicar, mas percebo logo quando se passa alguma coisa com ele. Quando ele não está a 100%.
De maneiras que hoje cá estamos. Ele continua com febre e o dia vai ter de ser passado em casa. Logo agora que chegou o sol! Damn it!
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
UAU lança iniciativa que faz jus ao seu nome
Chama-se "Teatro 5ªs feiras 10€" e é uma iniciativa da UAU que, como o nome indica, garante o preço único de 10 euros, às quintas-feiras, nos bilhetes para os espetáculos de teatro UAU, no Teatro Tivoli BBVA, em março, e no Auditório dos Oceanos, em abril.
Nestes dias, os espetáculos não terão lugares marcados e ao valor praticado não é possível acumular outros desconto ou promoções.
Gostei da notícia! Fica-lhes bem e o exemplo deles devia ser seguido por outras produtoras! Se seria mais "uau" se houvesse um dia gratuito? Seria. Mas muito já acho que eles estão a fazer!
Clap clap clap
Vencedoras Passatempo Cheirinho a Beleza Oriflame e Entre Biberons e Batons
Lembram-se deste passatempo? :)
Pois que já temos as vencedoras. Sim, leram bem. "As", no plural.
Apesar do passatempo, inicialmente, oferecer a possibilidade de ganhar apenas um destes conjuntos, a Cheirinho a Beleza Oriflame resolveu oferecer os dois :) Não é ótimo?
Sendo assim, as vencedoras são a Diana Henriques e a Cristina A. Matos.
PARABÉNS!
Só têm de enviar um e-mail para ori.cheirinhoabeleza@gmail.com com a vossa morada!
Quando o nosso aniversário era o dia mais feliz do ano
Hoje faço anos. Uns tantos. Mais do que 30 e menos que 35, digamos assim :P
Quando vivia em casa dos meus pais eles tinham por hábito, no dia do meu aniversário, acordarem-me para me darem os parabéns. Eles saíam mais cedo, mas vinham sempre dar-me um beijinho antes. Também me davam as prendas, é verdade, mas o que me ficou no coração, até hoje, foi aquele sentimento que eles me ofereciam; naquele dia eu sentia-me, realmente, a pessoa mais importante do mundo!
Desde que me emancipei é inevitável recordar este sentimento no dia do meu aniversário... Com alguma nostalgia, confesso. No entanto, acho que é daquelas coisas que só somos capazes de sentir em pleno quando somos crianças e jovens. Depois... depois crescemos, surgem preocupações e, um dia, nascem os filhos. E nesse momento todas as prioridades e noções que tínhamos de conceitos como felicidade, alegria, etc, elevam-se para um outro patamar. Quando temos filhos, é impossível nos sentirmos a pessoa mais importante do mundo. Isso, no nosso coração, no mais fundo do nosso ser, está reservado para o nosso pequenino/a. Todos os dias! Sem pausas. Sem intervalos! Nem no nosso dia de anos, nem em segundo algum! Em compensação, quando olhamos para eles sentimo-nos as pessoas mais felizes de todo o universo.
Só espero conseguir aquilo que os meus pais conseguiram: fazer com que o meu filho se sinta a pessoa mais especial do mundo (sobretudo no seu dia de anos), de tal modo que, como eu, recorde sempre com carinho e amor esse sentimento.
Quando vivia em casa dos meus pais eles tinham por hábito, no dia do meu aniversário, acordarem-me para me darem os parabéns. Eles saíam mais cedo, mas vinham sempre dar-me um beijinho antes. Também me davam as prendas, é verdade, mas o que me ficou no coração, até hoje, foi aquele sentimento que eles me ofereciam; naquele dia eu sentia-me, realmente, a pessoa mais importante do mundo!
Desde que me emancipei é inevitável recordar este sentimento no dia do meu aniversário... Com alguma nostalgia, confesso. No entanto, acho que é daquelas coisas que só somos capazes de sentir em pleno quando somos crianças e jovens. Depois... depois crescemos, surgem preocupações e, um dia, nascem os filhos. E nesse momento todas as prioridades e noções que tínhamos de conceitos como felicidade, alegria, etc, elevam-se para um outro patamar. Quando temos filhos, é impossível nos sentirmos a pessoa mais importante do mundo. Isso, no nosso coração, no mais fundo do nosso ser, está reservado para o nosso pequenino/a. Todos os dias! Sem pausas. Sem intervalos! Nem no nosso dia de anos, nem em segundo algum! Em compensação, quando olhamos para eles sentimo-nos as pessoas mais felizes de todo o universo.
Só espero conseguir aquilo que os meus pais conseguiram: fazer com que o meu filho se sinta a pessoa mais especial do mundo (sobretudo no seu dia de anos), de tal modo que, como eu, recorde sempre com carinho e amor esse sentimento.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Acham normal?
Ou está tudo parvo ou há gente mais distraída que eu (o que é preocupante, deixem-me dizer!)!
Então eu vou ao Continente e, às páginas tantas, roubam-me o meu carrinho das compras?! Não acho normal!
O carrinho estava vazio, mas tinha aquela moedinha plástica super difícil de arranjar!
Fiquei mesmo agastada com esta situação! Ainda por cima não tinha mais moedas e, por isso, tive de fazer as compras com um cesto. Resultado, não comprei coisas que precisava, porque depois não ia conseguir carregar com elas para o carro! Raios!
Então eu vou ao Continente e, às páginas tantas, roubam-me o meu carrinho das compras?! Não acho normal!
O carrinho estava vazio, mas tinha aquela moedinha plástica super difícil de arranjar!
Fiquei mesmo agastada com esta situação! Ainda por cima não tinha mais moedas e, por isso, tive de fazer as compras com um cesto. Resultado, não comprei coisas que precisava, porque depois não ia conseguir carregar com elas para o carro! Raios!
Ir às compras também pode ser irritante e incomodativo
Ontem fui às compras. E não foi de supermercado. Yéééé!!! Fui lavar as vistas, se bem que, acima de tudo, queria procurar uma prenda para o meu marido me dar no meu aniversário (sim, depois de muitas tentativas, ambos achámos que era a melhor solução) e comprar a prenda da minha mãe (que faz anos 2 dias depois de mim).
Numa das lojas o empregado foi tão simpático e prestável, que até me estava a incomodar. Ele predispôs-se a "desarrumar" a loja toda, apesar dos meus apelos (quase suplicantes) para que não o fizesse.
Eu gosto de pessoas simpáticas, claro que sim, mas sinto-me mal quando depois não gosto de nada e não compro. Sinto-me mesmo constrangida. Fico com pena!! Mas também não vou comprar uma coisa que não gosto só porque a pessoa é querida, não é? :(
Já numa outra loja encontrei aquela que achei ser a prenda perfeita para a minha mãe. Adorei mesmo e acho que é a cara dela (espero que ela ache o mesmo). A loja em questão não é propriamente barata (também não é das mais caras, é verdade) e quando eu disse que era para oferecer, a senhora diz-me: "Nós damos-lhe o embrulho, está bem? Nestas alturas de saldos não fazemos embrulhos."
Epá, aquilo irritou-me tanto! Primeiro, porque, como disse, não é uma loja propriamente barata, e segundo porque é daqueles embrulhos que só necessitam de enfiar a prenda lá dentro, tirar um papelinho adesivo e colar. Não perdem assim tanto tempo, muito menos que justifique não oferecerem um melhor serviço aos seus clientes! Não entendo esta gente!
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Vai-te peixe, ó satanás!
Há bocado ao almoço houve festival do grosso.
O Gonçalo agora está numa de não comer peixe. Ele, que comia peixe como se fosse o prato preferido!
Depois de muita brincadeira da parte dele, de muitos "come o peixe Gonçalo" da minha parte e de muitas inspirações e expirações da minha parte também, passei-me, arranquei-o da mesa, pu-lo no chão e disse-lhe:
"Vai-te embora da cozinha e nem te atrevas a ligar a televisão. Volta só, se, e quando, quiseres comer. E fica sabendo que se não comeres agora, comes ao lanche."
Estava mesmo possuída. Ele chorava, claro.
Deve ter percebido que eu não estava a brincar, porque foi direto para o quarto e pôs-se a ver livros. A ver livros e a chorar.
Eu fiquei na cozinha com o Marco, a acabar de almoçar, e com o coração do tamanho de uma ervilha. Mas estava plenamente convicta que ele iria mesmo comer ao lanche tudo o que não tinha comido. E se não quisesse comer, não lhe daria mais nada.
Não sei se o conseguiria ou não, porque passados uns 10 minutos apareceu um Gonçalo choroso na cozinha.
Perguntei-lhe, com um tom seco e ar de durona, mas com o mesmo coração pequenino, se ele estava ali para comer. Acrescentei que, se não fosse o caso, podia ir-se embora outra vez.
Ele, a choramingar ainda, disse que sim, que ia comer.
Sentei-o na cadeira dele e ele lá comeu o resto da sopa que tinha deixado e, a muito custo, comeu também metade do peixe que estava no prato.
Só Deus sabe o quanto me custou ter sido tão dura com ele e, acreditem, por dentro eu chorava tanto ou mais do que ele. No entanto, a verdade é que já não sei o que fazer. O peixe faz falta e ele adorava. Não é possível que tenha deixado de gostar de um dia para o outro!
Já o Marco, coitado, estava calado (temos um pacto de não interferir nestas situações ou, a fazê-lo, não desautorizar o outro), mas eu via perfeitamente que ele se estava ali a contorcer-se, com pena do miúdo e com uma vontade louca de lhe dar mimos.
Se alguém tiver algum truque, este lado agradece! Dispenso estes festivais. Todos nós, decerto!
O Gonçalo agora está numa de não comer peixe. Ele, que comia peixe como se fosse o prato preferido!
Depois de muita brincadeira da parte dele, de muitos "come o peixe Gonçalo" da minha parte e de muitas inspirações e expirações da minha parte também, passei-me, arranquei-o da mesa, pu-lo no chão e disse-lhe:
"Vai-te embora da cozinha e nem te atrevas a ligar a televisão. Volta só, se, e quando, quiseres comer. E fica sabendo que se não comeres agora, comes ao lanche."
Estava mesmo possuída. Ele chorava, claro.
Deve ter percebido que eu não estava a brincar, porque foi direto para o quarto e pôs-se a ver livros. A ver livros e a chorar.
Eu fiquei na cozinha com o Marco, a acabar de almoçar, e com o coração do tamanho de uma ervilha. Mas estava plenamente convicta que ele iria mesmo comer ao lanche tudo o que não tinha comido. E se não quisesse comer, não lhe daria mais nada.
Não sei se o conseguiria ou não, porque passados uns 10 minutos apareceu um Gonçalo choroso na cozinha.
Perguntei-lhe, com um tom seco e ar de durona, mas com o mesmo coração pequenino, se ele estava ali para comer. Acrescentei que, se não fosse o caso, podia ir-se embora outra vez.
Ele, a choramingar ainda, disse que sim, que ia comer.
Sentei-o na cadeira dele e ele lá comeu o resto da sopa que tinha deixado e, a muito custo, comeu também metade do peixe que estava no prato.
Só Deus sabe o quanto me custou ter sido tão dura com ele e, acreditem, por dentro eu chorava tanto ou mais do que ele. No entanto, a verdade é que já não sei o que fazer. O peixe faz falta e ele adorava. Não é possível que tenha deixado de gostar de um dia para o outro!
Já o Marco, coitado, estava calado (temos um pacto de não interferir nestas situações ou, a fazê-lo, não desautorizar o outro), mas eu via perfeitamente que ele se estava ali a contorcer-se, com pena do miúdo e com uma vontade louca de lhe dar mimos.
Se alguém tiver algum truque, este lado agradece! Dispenso estes festivais. Todos nós, decerto!
Mais confusões linguísticas...
O Marco e o Gonçalo estavam a construir uma casa com umas peças de puzzle gigante que temos aqui. Aquelas que servem também como tapete para os miúdos brincarem.
A dada altura, a casa desmorona e diz o Marco ao Gonçalo:
"Ohhh. Foi um terramoto?"
O Gonçalo hesita 2 segundos e responde: "Sim. Foi a mota."
A dada altura, a casa desmorona e diz o Marco ao Gonçalo:
"Ohhh. Foi um terramoto?"
O Gonçalo hesita 2 segundos e responde: "Sim. Foi a mota."
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