Isto agora vai ser só de fugida, porque hoje o dia é muito CHEIO! Mas tinha de vos vir mostrar o meu anãozinho.
Não está um amor?
É o Atchim. Que fofura!!!
Hoje na escolinha foi dia de passearem com as máscaras produzidas pelas educadoras e auxiliares. Estavam todos super giros e amorosos. Elas estão de parabéns! Fizeram um trabalho fantástico!
Mas era isto. Só vos queria vir mostrar o meu "little person".
Segunda-feira é dia de irem mascarados de casa... mas até segunda ainda MUITA coisa há para fazer. Estou a escrever a correr porque hoje ainda tenho de arrumar a casa, almoçar e ir à escolinha do G. ler uma história aos meninos da sala dele. Uii que tenho tão pouco tempo!!!
Fui!
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Há vida para além do meu filho? Ele pensa que não!
Ele faz isto com frequência. Acaba de ver os desenhos-animados que está a ver e pumba. Desliga a televisão.
Hoje repetiu o gesto pela milésima vez e o M. disse-lhe:
"Ó Gonçalo, porque é que estás a desligar? O pai e a mãe ainda vão ver televisão, tu é que tens de ir para a caminha."
"Não, não vão vê tevisão."- e foi andando para o quarto.
Este meu filho é um pequeno tirano!
Hoje repetiu o gesto pela milésima vez e o M. disse-lhe:
"Ó Gonçalo, porque é que estás a desligar? O pai e a mãe ainda vão ver televisão, tu é que tens de ir para a caminha."
"Não, não vão vê tevisão."- e foi andando para o quarto.
Este meu filho é um pequeno tirano!
Até para falar de números é preciso imaginação!
Se pensam que vos vou falar nos devaneios do Gaspar, desenganem-se! Vou mesmo falar do meu filhote.
Como é óbvio, ainda não dá para ver se o Gonçalo vai ser dado às ciências ou às letras. Por um lado gosta muito de ver livros mas, por outro, qualquer pretexto serve para iniciar a lenga-lenga dos números; que no caso dele, e para já, só existem até ao 10. Quer dizer... hoje descobri que ele sabia mais dois números, dos quais nunca ouvi falar!
Então é assim, até ao dez é tudo normal, mas a seguir, e no mundo dele, vem o DEZI e o CATERZI!!!
Como é óbvio, ainda não dá para ver se o Gonçalo vai ser dado às ciências ou às letras. Por um lado gosta muito de ver livros mas, por outro, qualquer pretexto serve para iniciar a lenga-lenga dos números; que no caso dele, e para já, só existem até ao 10. Quer dizer... hoje descobri que ele sabia mais dois números, dos quais nunca ouvi falar!
Então é assim, até ao dez é tudo normal, mas a seguir, e no mundo dele, vem o DEZI e o CATERZI!!!
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Lançaram-me o desafio: 10 coisas que gosto e que não gosto
A Mamã de Peep-Toe desafiou-me a dizer 10 coisas que gosto e que não gosto. Confesso que não sou nada destas coisas, mas até foi engraçado. Além disso, apesar de não conhecer esta mamã pessoalmente, empatizo bastante com ela e não podia deixar de me mandar de cabeça (sim, ok, não é caso para tanto, mas hoje estou drama queen :) )
Então vamos lá a isso!
Então vamos lá a isso!
Gosto:
- De ter a casa cheia em dias de festa, com família e amigos.
- De ficar com a casa a cheirar a bolos.
- De me deitar em camas feitas de lavado (também gosto muito desta expressão).
- De estar aninhada no sofá a ver filmes com o sr. meu marido e ouvir a chuva a cair lá fora.
- De mar, praia, sol e calor (tudo juntinho)! Então estar na praia a ler um bom livro... uuuuiiii! Que maravilha!
- De viajar (se bem que ultimamente não o tenho feito).
- De perceber que, de algum modo, fiz alguém feliz.
E, por fim, mas não por ser menos importante, 3 coisas que ADORO e que estão relacionadas com o meu filhote. Desculpem lá a "lamechice", mas não havia volta a dar! E estarem aqui só 3 já obrigou a uma grande ginástica mental :P
Então, continuando, gosto
- Das covinhas que ele faz quando sorri.
- Do som das gargalhadas dele.
- Dos abraços e festinhas que ele me dá.
... ficou muita coisa de fora!
Não gosto:
- Do frio.
- De ter a casa desarrumada.
- De sentir falta de inspiração.
- Do estado em que Portuga está.
- Da ideia de ter de sair do meu país e de ver os meus amigos a fazê-lo.
- De pescada cozida.
- De pessoas invejosas, que se preocupam mais em estragar a felicidade dos outros do que em cuidar da própria felicidade.
- De injustiças; sejam elas quais forem.
- De pessoas negativas, que se alimentam do mal dos outros.
- De ter de estar sempre a pintar as unhas porque as minhas unhitas não se dão nem com gel, nem com gelinho nem com nada que não seja verniz normal (que só dura 2 dias).
E como a ideia é passar a bomboca a outro e não ao mesmo, lanço o desafio a outras duas mamãs: à ProfissãoMãe e à mamã do blog O Rei vai Nu.
O poder dos beijinhos da mamã
Estou na sala sossegada e aparece o Gonçalo a correr, muito "agastado" e a dizer:
"Mamã, mamã, o bebé fez dói dói na cabeça!"
Eu olho, olho e não vejo nada.
"Onde amor?", pergunto eu.
Ele lá aponta e eu continuo sem ver nada. Como ele continua muito aborrecido, dou-lhe um beijo no sítio para onde ele apontou e digo:
"Pronto, já passou, não já?"
Assim que lhe dou o beijo ele muda automaticamente o semblante, parecendo se ter esquecido que estava chateado com alguma coisa, vira-me costas e saí disparado para o quarto a dizer "xim".
"Mamã, mamã, o bebé fez dói dói na cabeça!"
Eu olho, olho e não vejo nada.
"Onde amor?", pergunto eu.
Ele lá aponta e eu continuo sem ver nada. Como ele continua muito aborrecido, dou-lhe um beijo no sítio para onde ele apontou e digo:
"Pronto, já passou, não já?"
Assim que lhe dou o beijo ele muda automaticamente o semblante, parecendo se ter esquecido que estava chateado com alguma coisa, vira-me costas e saí disparado para o quarto a dizer "xim".
E que tal se houvesse um guia para ensinar os pais a falar com os filhos sobre novas tecnologias? Pois saiba que há!
As novas tecnologias, o que significam, para que servem e os efeitos que podem ter nas crianças, levantam dúvidas a muitos pais. Nesse sentido, e para os ajudar, nasceu o Guia para os Pais em Educação e os Novos Media.
Este Guia pretende ser "não só um kit de conselhos técnicos, mas, acima de tudo, um guia educacional, através do qual os pais possam ganhar uma noção clara da importância do seu papel."
Este Guia está dividido em quatro capítulos (Telemóveis, Internet, Jogos de vídeo e Televisão) e cada um deles inclui um estudo de caso envolvendo um pai e um filho; uma interpretação da situação; um "caminho educacional" e um glossário.
O Guia pode ser consultado na íntegra, aqui.
Concurso desafia crianças a desenharem a "água enquanto fonte de vida"
Está a decorrer a 22ª Edição do Concurso Internacional de Desenho Bayer e UNEP (o Programa das Nações Unidas para o Ambiente), que desafia as crianças, entre os 6 e os 14 anos, a fazerem um desenho sobre a importância da Água enquanto Fonte de Vida.
"Água: Fonte de Vida. De onde vem?" é o tema deste ano e o objetivo é sensibilizar os mais novos para as questões ambientais.
As crianças portuguesas que quiserem participar devem enviar os seus desenhos até ao dia 25 de fevereiro. O júri nacional escolherá um vencedor português para ir à final, juntamente com os desenhos vencedores dos restantes países. Nesta final, serão apurados os vencedores globais e regionais.
Refira-se que a criança portuguesa que ganhar a competição nacional será galardoada com um kit profissional de pintura. Já os vencedores regionais e globais receberão, entre outros prémios, uma viagem para a cerimónia internacional de encerramento deste concurso.
Os desenhos devem ser enviados para a seguinte morada:
Bayer Portugal S.A.
“Concurso de Desenho”
Rua Quinta do Pinheiro, 5
2794-002 Carnaxide
Para mais informações, visite este link.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Como é que se mostra a uma criança que voar não é possível, sem arruinar o mundo mágico em que só elas vivem?
Esta foi, no fundo, a pergunta que coloquei à Rede Mãe.
O caso daquele menino que saltou da janela acreditando ser um super-herói não me saía da cabeça. O que é que é suposto um pai/ mãe fazer? Estragar a magia e o encanto que existe no mundo das crianças e, cada vez que estão a ver o que quer que seja, lhes dizer que "aquilo" não é real? Que não existe? Parece-me cruel! Por outro lado, não será o melhor?
O Gonçalo, por exemplo, está numa fase em que recria, constantemente, cenas da Rapunzel. Ele tem 2 anos!
Por mais que não queira, é inevitável pensar... enfim... nem vou dizer!
Perante esta minha angústia existencial, a Rede Mãe respondeu-me através da Dra. Flávia Cabral, Médica Pediatra, da seguinte forma:
O caso daquele menino que saltou da janela acreditando ser um super-herói não me saía da cabeça. O que é que é suposto um pai/ mãe fazer? Estragar a magia e o encanto que existe no mundo das crianças e, cada vez que estão a ver o que quer que seja, lhes dizer que "aquilo" não é real? Que não existe? Parece-me cruel! Por outro lado, não será o melhor?
O Gonçalo, por exemplo, está numa fase em que recria, constantemente, cenas da Rapunzel. Ele tem 2 anos!
Por mais que não queira, é inevitável pensar... enfim... nem vou dizer!
Perante esta minha angústia existencial, a Rede Mãe respondeu-me através da Dra. Flávia Cabral, Médica Pediatra, da seguinte forma:
“As fantasia e o pensamento mágico são extremamente saudáveis na infância, e as crianças precisam da fantasia e da magia para crescer e aprender a lidar com o mundo real e a enfrentá-lo.
As brincadeiras de "faz de conta" devem ser vividas livremente, mas cabe aos pais ensinar os limites entre a fantasia e a realidade! Explicar que os super-heróis só podem voar nos filmes e livros; deixar bem claro que durante a brincadeira ela pode fingir que tem super poderes, mas que se não tiver cuidado e cair ou tropeçar ou tentar voar, vai magoar-se de verdade.
Dizer: "agora tu és a Rapunzel, vamos fazer como no filme".... e deixar a criança criar e recriar a história livremente. Depois de algum tempo a brincadeira pode acabar com: "agora acabou a brincadeira e já não és a Rapunzel és o meu G."!
Acima de tudo, é importante que os pais tenham atenção à segurança do ambiente onde as crianças estão a brincar, providenciar grades ou redes de proteção nas janelas e varandas, nunca deixar móveis próximos às janelas por onde as crianças possam subir, cercar as piscinas e não deixar as crianças brinquem sozinhas sem a supervisão de um adulto.”
A questão desconfortável: ela gosta mais do puto ou de mim?
(ou participação de um gajo num blogue que tresanda a perfume feminino – parte III)
Diz que mãe há só uma. Concordo. Maridos pode haver vários, caso haja “erros de casting”.
Na verdade, para mim, “mãe” é uma palavra sagrada na boca de uma criança, mas permitam-me abordar sem receios e frontalmente a questão que é tantas vezes ignorada propositadamente quando nasce um filho, e que tem que ver com o amor que a mulher tem ao marido: afinal, de quem gosta mais ela?
Lembro-me de todos os minutos do dia em que nasceu o meu filho. Foi o dia mais feliz da minha vida. Quando o vi pela primeira vez, foi um momento mágico, mas a excitação foi atenuada pela grande quantidade de tarefas que o acontecimento acarreta e que não pode ser partilhadas com a mãe por motivos óbvios (sim, que o trabalho de enviar mensagens e de recolher as primeiras páginas do jornal do dia é claramente menosprezado – e para nós não há cá direito a epidurais e outras mariquices).
O rapaz era bonito, mas nunca me tinha sido apresentado. Na verdade, para ser honesto, chorou logos nos primeiros minutos, algo que – convenhamos – não cai bem num primeiro contacto.
Foi nessa altura que percebi que a relação de nove meses que o rapaz já tinha com a minha mulher fazia a diferença. E penso que fará para a vida. E vivo bem com isso. Neste desafio particular, não há lugar a comparações. Se a minha mulher tem de tocar em pila de outrem, que seja do meu miúdo (too much information?).
Mas serve este post para alertar os pais que ainda se debatem com esta questão. Acordai, amigos! É uma batalha que não ireis vencer. Na verdade, mais vale meter o “rabo entre as pernas” (sempre quis usar esta expressão num post) e ladrar até ao fim da corrente… Lembrai-vos de evitar expressões como «tu já não gostas de mim», «desde que ele nasceu que não me ligas nenhuma», «mas paras de brincar com o miúdo e tratas do jantar ou não?!» (esta última NUNCA, sob pena de abstinência sexual forçada durante meses). Pensai à frente. Ide para o escritório e agarrai-vos à Playstation ou à Xbox 360.
Jogar Fifa ou Halo pode ser um prémio de consolação, mas tendo em consideração a alternativa, vale a pena. E, de uma vez por todas, colocai isto na cabeça: ela nunca vai gostar de vós como gosta do puto que está aí a pular em cima do sofá e a dar puns de uma forma libertária, com a qual nós só podemos sonhar.
Diz que mãe há só uma. Concordo. Maridos pode haver vários, caso haja “erros de casting”.
Na verdade, para mim, “mãe” é uma palavra sagrada na boca de uma criança, mas permitam-me abordar sem receios e frontalmente a questão que é tantas vezes ignorada propositadamente quando nasce um filho, e que tem que ver com o amor que a mulher tem ao marido: afinal, de quem gosta mais ela?
Lembro-me de todos os minutos do dia em que nasceu o meu filho. Foi o dia mais feliz da minha vida. Quando o vi pela primeira vez, foi um momento mágico, mas a excitação foi atenuada pela grande quantidade de tarefas que o acontecimento acarreta e que não pode ser partilhadas com a mãe por motivos óbvios (sim, que o trabalho de enviar mensagens e de recolher as primeiras páginas do jornal do dia é claramente menosprezado – e para nós não há cá direito a epidurais e outras mariquices).
O rapaz era bonito, mas nunca me tinha sido apresentado. Na verdade, para ser honesto, chorou logos nos primeiros minutos, algo que – convenhamos – não cai bem num primeiro contacto.
Foi nessa altura que percebi que a relação de nove meses que o rapaz já tinha com a minha mulher fazia a diferença. E penso que fará para a vida. E vivo bem com isso. Neste desafio particular, não há lugar a comparações. Se a minha mulher tem de tocar em pila de outrem, que seja do meu miúdo (too much information?).
Mas serve este post para alertar os pais que ainda se debatem com esta questão. Acordai, amigos! É uma batalha que não ireis vencer. Na verdade, mais vale meter o “rabo entre as pernas” (sempre quis usar esta expressão num post) e ladrar até ao fim da corrente… Lembrai-vos de evitar expressões como «tu já não gostas de mim», «desde que ele nasceu que não me ligas nenhuma», «mas paras de brincar com o miúdo e tratas do jantar ou não?!» (esta última NUNCA, sob pena de abstinência sexual forçada durante meses). Pensai à frente. Ide para o escritório e agarrai-vos à Playstation ou à Xbox 360.
Jogar Fifa ou Halo pode ser um prémio de consolação, mas tendo em consideração a alternativa, vale a pena. E, de uma vez por todas, colocai isto na cabeça: ela nunca vai gostar de vós como gosta do puto que está aí a pular em cima do sofá e a dar puns de uma forma libertária, com a qual nós só podemos sonhar.
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Hoje é dia de festa :)
Hoje o Gonçalo "baldou-se" à escolinha. O avô faz anos (o meu pai, portanto) e já que estou desempregada, há que aproveitar para estes pequenos luxos :)
Já passeámos, brincámos, comemos travesseiros e queijadas de Sintra e agora o G. está na sala a brincar aos médicos com a avó e com o avô. Ao que parece, já lhes tirou a febre, auscultou-os, viu-lhes os ouvidos, etc, umas mil vezes! :)
Mais uns minutos e vamos jantar e, claro, cantar os parabéns ao meu papá :) O Gonçalo está desejoso de comer o bolo! Não sei a quem é que saiu tão guloso :P
Já passeámos, brincámos, comemos travesseiros e queijadas de Sintra e agora o G. está na sala a brincar aos médicos com a avó e com o avô. Ao que parece, já lhes tirou a febre, auscultou-os, viu-lhes os ouvidos, etc, umas mil vezes! :)
Mais uns minutos e vamos jantar e, claro, cantar os parabéns ao meu papá :) O Gonçalo está desejoso de comer o bolo! Não sei a quem é que saiu tão guloso :P
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