quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Fenómenos do Entroncamento

Passa-se algo muito estranho cá em casa. Por mais que eu varra o chão da casa toda, e mais do que uma vez por dia, está-me sempre a aparecer cotão no chão. Dá-me uns nervos tão grandes!! Eu nem sequer tenho tapetes de pelo, nem nada do género! Chega ao cúmulo de eu varrer (outra vez) a casa toda antes de me ir deitar e de manhã, quando acordo, lá está o malvado cotão! Não gosto mesmo nada desta atitude da parte dele. Qualquer dia chateio-me!

Trabalhos escolares para os pais Parte II

Bom dia bom dia! :)

Finalmente acabei a pasta que estava a fazer para o Gonçalo. Até gostei do resultado final, devo dizer. Não ficou 100% como imaginei, mas gostei.

Inspirei-me no tema que a escola está a dar este ano. Estão a "viajar" pelo mundo, dando-lhes a conhecer aspetos engraçados de vários países. O ano passado focaram-se em Portugal e este ano começaram por alguns países da Europa (Espanha, França, Itália e Inglaterra) e a seguir vão partir para outros Continentes. Este foi o mote que me inspirou. 

Pensei logo numa mala de cartão, o que, vai-se a ver, até é apropriado à conjuntura social em que vivemos (apesar de não gostar de pensar que o meu filho poderá ir para longe de mim, desde país, para conseguir vingar na vida. Mas isto são outros quinhentos).

Ei-la então :) Que dizem? (de frisar que a pasta tinha de ter 60x50)


Na parte de trás só colei algumas fotos para, no final do ano, acrescentar "postais" dos países que ele der entretanto.

Mas os TPC para os pais ainda não acabaram. Hoje termino o cão que tinha de fazer para o presépio (com rolhas) e o motivo decorativo que tinha de fazer para a árvore de Natal lá da escola e que tinha de ter 15x15, uma foto do pimpolho e só podia usar materiais reciclados. Confesso que tão depressa espero que não nos dêem trabalhos para fazer. 

Depois também mostro estes, se bem que são bem mais simples. Esgotei as minhas energias na pasta :) 

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Para quem gosta de grandes descontos em grandes marcas, está aí o Stock Killer!

A Stock Killer está de volta e, desta vez, vai associar-se à Fil Outlet. Traduzindo por miúdos, estamos a falar de um evento dentro de outro evento, o que significa, na prática, uma oferta ainda mais variada e mais apetecível.


Será já nos próximos dias 7, 8 e 9 de dezembro, que o pavilhão 3 da Fil, no Parque das Nações, irá receber este evento. Serão mais de 600m2, que contarão com a presença de marcas de renome, como a Nike, Merrel, Adidas, K-Swiss, Onitsuka Tiger, entre muitas outras, sendo que os preços praticados irão variar dos 5 aos 50 euros. Se atingir os 50 euros em compras no seu stand, a Stock Killer desconta-lhe o valor da entrada na Fil Outlet.

HORÁRIO 
7 de Dezembro: das 12H30 às 23H00
8 de Dezembro: das 11H00 às 23H00 
9 de Dezembro: das 11H00 às 20H00

BILHETEIRA
Público (1 entrada): 5 euros
Cartão Jovem /estudante, sénior: 2,5 euros
Até aos 10 anos (inclusivé): Grátis
Dos 10 aos 14 anos:  2,5 euros

E ainda por falar nas fases...

Até aos meus 6 meses de gravidez, sentia-me ótima comigo mesma. Estava com o peso super controlado e adorava a minha barriguinha (que só se começou a notar como deve de ser no segundo trimestre). No entanto, a partir dos seis meses foi o descalabro. Comecei a comer que nem uma louca. Comia tanto, mas tanto, que eu nem sabia que tal coisa era possível. Aliás, posso dizer-vos que nunca comi muito nem nunca senti, à séria, aquele sentimento de ter fome. Mas olhem, no último trimestre de gravidez, não só estava sempre com fome, como experimentei um outro sentimento que também desconhecia: o prazer de comer. 

Não interpretem mal as minhas palavras. Eu gosto de petiscar e amo chocolate, mas aquele prazer que sentia quando comia nesta fase da gravidez, foi algo que só experienciei mesmo naquela altura.

Escusado será dizer que este meu comportamento teve consequências: comecei a engordar à parva e parecia que nada me ficava bem. Eu, que sempre fui magra, via-me com não sei quantos quilos a mais e não gostava de me ver com nada. Parecia um peixe balão! 

É verdade que hoje em dia não faltam alternativas em termos de roupa para grávida... e valha-nos isso. Mas não passa só pela roupa. Uma mulher gosta de se sentir sexy sempre e este facto não muda só porque se está grávida, como é óbvio. É claro que existem vários factores que podem ajudar a que nos sintamos bem e bonitas. Sermos mimadas por quem amamos, ouvir que estamos bonitas, não descurar nunca a imagem, e por isto quero dizer andar sempre arranjadinha, e, claro, a lingerie também tem um peso considerável. Não dá para nos sentirmos charmosas a usar lingerie que víamos perfeitamente a nossa avó a usar, certo?



E por falar em lingerie... Quando estive grávida não conhecia a marca, mas há uns tempos deram-me a conhecer a Benefit, que tem soutiãs lindíssimos, dedicados inteiramente às mamãs que planeiam ou estão a amamentar. Têm a particularidade de serem elaborados com materiais amigos das peles e mais sensíveis e, também importante, são giros.

Mas não é só. A Benefit tem também conjuntos muito modernos, sendo que toda a linha Mamã possui algodão orgânico, inclusive nas linhas de costura.



A Benefit é uma marca polaca, que pode ser encontrada cá em Portugal, e pretende oferecer às pré-mamãs a possibilidade de se vestirem com lingerie confortável, mas que também seja sexy e a faça sentir bem consigo mesma. Nas fotos podem ver exemplos de alguns modelos, mas para conhecerem melhor a coleção, nada como clicar no nome da marca, que direciona para a sua página de Facebook.


Estou numa daquelas fases...

Sabem quando não gostam de ser ver com nada, nem de forma nenhuma? Quando nem "aquela" roupa que adoram vos deixa convencida? Va lá! Se é uma mulher que está a ler isto, de certeza que sabe do que estou a falar.
Ao menos os bebés são sempre lindos ;)
Pois, eu estou numa dessas fases. Desta vez está a demorar mais tempo do que devia e quando isso acontece qual é a primeira coisa em que pensamos? Claro! Vou fazer qualquer coisa ao cabelo para ver se me sinto melhor. Franja, talvez. Escadear, quem sabe. Sei lá. Quero é ver se me sinto uma belezura :P  Ou uma beleza. Ou lindinha..

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Para este Natal e a pensar nas crianças, a Vichy C.O. e O Trapinho criaram o Kit Miminho


Chama-se "Kit Miminho" e olhando para a foto percebe-se porquê! Não, a bebé não vem incluida no Kit (não queriam mais nada!), mas o Pinguim e o pega-chuchas vêm!

Esta é uma iniciativa da Vichy C.O. e do TrapinhoO Pinguim Vicky C.O. é a mascote da marca portuguesa amiga do ambiente, e é confecionado a partir de algodão 100% orgânico natural, hipoalergénico, lavável na máquina, sem adição de químicos branqueadores, nem corantes. Quanto ao pega-chuchas “O Trapinho”, pode ser feito com tecido à escolha, por entre uma variedade gigante.
O Kit custa 21,50 euros + portes de envio, e as encomendas podem ser feitas online, na página de Facebook do Trapinho.



Complexos das mães?


Um dos motivos que me levou a querer escrever sobre a maternidade a par com o papel de ser mulher, foi o de expor situações que me fizeram sentir má mãe (o que, consequentemente, atingiram a minha auto-estima enquanto mulher), mas que depois constatei que se passavam com a quase generalidade das mães. Simplesmente não se fala sobre isso. Até mesmo nos livros e nos artigos jornalísticos!

É verdade que as coisas começam a mudar, sobretudo no mundo da blogosfera, mas acho que continua a não haver uma total abertura para falar nas coisas que nos incomodam e que, de algum modo, não estão a correr bem na nossa jornada da maternidade. Acredito que seja porque, de algum modo, achamos que estamos a falhar enquanto mães e esse sentimento agrava quando achamos que somos só nós a passar por aquilo. A partir do momento em que percebemos que acontece com todas as outras mães, deixa de ter esse peso e começamos a encarar as coisas com mais serenidade, o que até acaba por ser uma forma de conseguirmos lidar melhor com toda a situação.

Ontem, expus aqui a minha tristeza pela forma como o meu filho me andava a tratar. Sinceramente, pensei que fosse só no meu caso e nunca tinha ouvido mãe nenhuma dizer tal coisa. Pelo contrário. O que se ouve sempre é que os filhos adoram as mães, etc... Agora, imaginem como me estava a sentir um trapo!

No entanto, parece que a minha situação não é assim tão anormal. Pelo contrário! (atenção que não fico contente por outras mães passarem por isto, mas que ajuda saber que é de facto uma fase e saber a explicação para o porquê desta atitude da parte dele. Muda tudo). Tive comentários no blog, na página do FB e outras mais pessoais, que me fizeram ver que era totalmente normal e que era até comum. Nem imaginam a diferença que isto fez! A partir do momento em que assimilei o facto como normal, fiquei muito mais serena e, coincidentemente ou não, o Gonçalo ontem à noite esteve tranquilo e bem-disposto como não o via há muito tempo :) Quase que não houve birras!

Obrigada a todas e a todos que me deram feedback. Fizeram-me ver a luz lololol

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Trabalhos escolares para... os pais

Ponto de situação atual!
Iniciei-me há dias numa missão que a escola do Gonçalo encarregou os pais de fazerem. A dita constituía em fazer uma pasta para os trabalhos dos bambinos, sendo que a medida tinha de ser 50x60.

Eu sou um espetáculo no que diz respeito a trabalhos manuais (leiam isto com muuuita ironia). Tenho muita imaginação, lá isso tenho, mas pôr as coisas em prática é mais complicado, até porque este tipo de trabalhos envolvem uma paciência que eu não tenho. Hoje dei um belo avanço na pasta, como podem ver na foto em cima, mas depois mosto o resultado final e explico qual era a minha ideia com tudo isto.

Acrescento ainda que apesar de não estar a ficar como idealizei, não está mal de todo. É claro que são os pormenores que vão fazer a diferença. Espero eu! Além disso,  ainda não sei se o meu maior medo tinha ou não razão de ser: será que ela se vai aguentar em pé muito tempo?

... a ver vamos!
Começou por ser assim!

Crise existencial de uma mãe (mais uma)

Estou/ ando triste. O Gonçalo anda outra vez numa fase em que é mau para mim. Já não sei o que fazer. Quem olhar de fora ainda pensa que o espanco ou o que trato mal. Dói tanto quando ele é assim! Tento racionalizar: "ele tem só dois anos e não sabe o que faz". Mas nós bem sabemos que quando falamos dos nossos filhos, ser racional é um conceito que nem sempre é simples de alcançar.


Regra geral ele é um menino super fofo e querido. Está numa fase hiper-birrenta, mas isso é com toda a gente. Mas comigo as coisas são muito piores. Já tentei justificar a mim mesma o motivo que o faz ser assim para mim. Só para mim. Ele não é assim com o pai; o que faz com que entenda ainda menos a atitude e fico meia enciumada e ainda mais triste porque não entendo porque é que ele é assim só comigo. Pior. A coisa agrava quando eu e o pai estamos juntos e piora ainda mais se ele acha que eu vou fazer uma coisa que costuma ser o pai a fazer. Por exemplo, de manhã sou eu que o visto, arranjo-o, e o pai vai preparar o biberon e ele bebe-o na cama; porque é assim que ele gosta de fazer. Ele hoje lá deve ter pensado que eu ia tratar disso, porque estava ali ao pé dele, e começou a mandar-me embora e a dizer que queria o pai. Têm noção o quão violento isto é para mim? Ainda para mais eu, que sou uma Maria chorona :(

O motivo mais racional que me surge para esta atitude é o facto de eu não ser a "gaja das brincadeiras" o tempo todo. O pai acaba por sê-lo. Lavar-lhe os dentes à noite e ir deitá-lo, e nesta última tarefa é mesmo só ir deitá-lo, não fica lá nem nada disso, são as tarefas mais "chatas" que o pai faz, tendo em conta aquilo que pode ser a visão de uma criança. Eu brinco também com ele, claro, afinal até passo muito mais tempo com ele, mas por isso mesmo imponho muito mais regras, muito mais limites (ainda por cima porque ele está numa fase em que precisa MESMO deles) e depois faço outras coisas que às vezes se transformam em verdadeiras guerras porque ele não as quer fazer; estou a falar do banho e do vestir.

Enfim... não sei o que fazer. Já tentei ignorar, já tentei explicar-lhe que não se faz, já tentei explicar-lhe que me deixa triste... ele na altura dá-me abracinhos, mas depois faz exatamente a mesma coisa. Tenho a sensação que ele acha que pode fazer asneira à vontade, porque depois basta pedir desculpa. Ensinaram-no na escola a dar um abracinho ao amigo quando ele lhes faz "mal" e acho que ele interpretou mal as coisas. Já tentei explicar-lhe isto também. Que não pode fazer asneiras e depois pedir desculpa e pronto. Que o que ele tem de fazer é portar-se sempre bem... mas, quer dizer, estou a falar para uma criança com 26 meses!

Já não sei o que fazer! ;(

Bom dia e só para que conste...


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