quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Não me bastava um!

O Gonçalo detesta tirar fotos. Ainda por cima, e não é por ser meu filho, mas acho-o super fotogénico, já para não dizer que é giro que se farta. Mas pronto, tirar fotos não é com ele! Não imaginam o que é quando há algum acontecimento que quero mesmo assinalar, tipo aniversários e outras festividades! Quase que temos de o subornar para que ele aceite tirar meia dúzia de fotos sem fazer cara de parvo ou então para que, simplesmente, pare quieto! E como se não me bastasse um, acho que o Francisco vai pelo mesmo caminho!

Não têm ideia da quantidade de fotos dos meus filhos que tenho e estão tremidas, já para não falar naquelas em que eles simplemente já nem aparecem, porque quando o raio do telemóvel dispara eles já estão a léguas!

Às vezes vejo fotos de bebés no Facebook (bebés que já andam) quietinhos, que parece que estão a fazer pose e tudo! A sério, como é que os pais conseguem?

Se vocês fazem parte deste último grupo, sejam amigos e partilham as vossas dicas!

É tão maroto!


O Francisco está um maroto de primeira. Está tão reguila!!! Mas depois faz aquela carinha fofa, de quem não fez nada, e não dá para resistir. Isto quando não se ri à descarada, feito atrevido.
O que mais me delicia é quando ele ouve alguém rir com mais vontade e desata a rir também! É tão bom sentir a felicidade deste miúdo. É que é mesmo bem disposto! J

Ontem a brincadeira era pegar no capacete do mano e pôr na cabeça dele e depois na minha. Foi assim durante largos minutos e ele estava a achar o máximo :P

É tão fácil ser feliz!

É muito cedo para isto?

Fonte: Pinterest
Bom dia :)

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Se calhar é da idade...

... ou então é cansaço (quero acreditar que é por esta última hipótese).

O que eu sei é que agora, tenho de me deitar cedíssimo pelo menos uma vez por mês. Tudo porque não aguento de cansaço e sono.


Hoje é o dia. Boa noite ;)

O meu mini-super-herói

<3

Dicas e cuidados para bebés até 1 ano (Parte II)

(texto escrito pela Zaask, numa colaboração para o blog Entre Biberons e Batons)

Foto Pinterest
Marcos do desenvolvimento

Vamos ver sumariamente os marcos de desenvolvimento por idade:

Dos 0 aos 3 meses os bebés levantam a cabeça; reagem aos sons; olham fixamente para o rosto das pessoas; veem objetos a cerca de 15-20 cm (quando nascem têm a visão pouco desenvolvida, não distinguindo os contornos do rosto de alguém próximo e dos objetos distantes); mantêm a cabeça levantada durante algum tempo; seguem os objetos com os olhos; sorriem para as pessoas (por volta das 4/6 semanas); erguem a cabeça; dão gargalhadas e gritam; reconhecem os mais próximos, nomeadamente o rosto, cheiro e voz da mãe; viram a cabeça na direção do barulho (uma voz conhecida, por exemplo); levam as mãos à boca e chucham no dedo; seguram em objetos.

 Dos 4 aos 6 meses os bebés respondem com sons; começam a fazer imitações; levam os pés à boca; apoiam o próprio peso nas pernas com algum apoio; juntam as mãos e batem nos brinquedos; esticam os braços para agarrarem os objetos; viram-se durante o sono e quando estão deitados; reconhecem o próprio nome; colocam brinquedos na boca; sentam-se com apoio; imitam sons; rolam quando estão deitados; sentam-se sem apoio; começam a ingerir sólidos.

Dos 7 aos 9 meses os bebés gatinham; têm medo de estranhos; dizem palavras como “papá” ou “mamã”, etc.; passam objetos de uma mão para a outra; apontam para os objetos; atiram objetos para o chão; refilam quando são contrariados; ficam de pé durante algum tempo com ajuda de alguém; combinam sílabas; pegam em objetos pequenos com o polegar e o indicador (dominam a “pinça radial”); reconhecem a sua imagem ao espelho; passam pela “angústia da separação”, isto é, compreendem que são um ser separado da mãe. 

Dos 10 aos 12 meses os bebés gesticulam o “adeus”; escolhem “objetos de estimação”; andam agarrados a móveis e objetos; respondem pelo nome; entendem a palavra “não”; ficam em pé sozinhos durante algum tempo; imitam as pessoas; colocam objetos dentro de outros; entendem ordens simples; falam sons parecidos com palavras; mostram o que querem através de gestos; dão alguns passos pela mão; alteram a sua perceção visual: se antes viam tudo do ponto de vista de quem gatinha, em pé o seu horizonte amplia-se, no mínimo, 50 cm.

E quando….?

Há inúmeras situações comuns que acontecem durante o primeiro ano de vida que podem provocar-nos dúvidas e preocupações. Por isso o que fazer quando…

 …o bebé/criança gosta de dormir no carro? Por vezes não conseguimos que os nossos filhos durmam no berço/cama, nem ao nosso colo, mas assim que eles entram no carro…. Adormecem, como que por magia! A explicação é simples: como o ambiente no carro é monótono e há um certo embalo com o movimento, o bebé percebe as semelhanças com o ambiente intrauterino. E isso ajuda a induzir o sono!

 … o bebé têm preferência por um seio? O que fazemos? Antes de mais, observem se ele tem algo que lhe possa a causar desconforto. Caso contrário, pode ser por ter mesmo uma preferência ou um hábito associado pela maior facilidade que a mãe tem em posicioná-lo de determinada forma. Solução? Quando ele estiver com mais fome, oferecer o seio que ele menos gosta. 

 …o bebé tem soluços? Os soluços são perfeitamente normais e frequentes num recém-nascido e acontecem devido às contrações descoordenadas do abdómen do diafragma, podendo começar após a amamentação, após arrotar, por causa do frio ou depois de chorar e engolir ar. Geralmente, as crises de soluços param por si só.

 …o bebé espirra muito. Também é normal e não quer dizer que estejam doentes. Os espirros são uma reação normal do organismo ao ambiente e funcionam como um mecanismo de defesa para expulsar o que estiver a incomodar a mucosa nasal. Por isso, qualquer alteração no ar que o bebé está a respirar – uma diferença de temperatura ou um cheiro – pode funcionar como um estímulo para o espirro. 


 …o bebé fica careca apenas de um lado. Um recém-nascido pode ser muito cabeludo, mas nos primeiros meses esse cabelo pode cair e depois nascer o cabelo definitivo, que até pode ser de cor e textura diferente. E essa queda pode ser assimétrica, sobretudo porque passam muito tempo deitados.



A Primeira parte deste texto pode ser lida aqui


terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Faltam 3 dias :)

Foto Pinterest
Eu sou daquelas almas que gosta de fazer anos. Mas quando chega esta altura do ano, em que começo a demonstrar contentamento pela data do meu aniversário se estar a aproximar, noto que há pessoas que estranham. Às vezes até tenho a sensação que consideram que é um comportamento egocentrista.  Mas não. Não tem a ver com isso. Pelo menos no meu caso.
Acontece é que, graças a Deus, tenho muitos motivos para gostar de fazer anos.

Para começar, os meus pais sempre fizeram do meu dia de anos um acontecimento especial; e é daquelas memórias que guardo com muita ternura e tenho tentado reproduzir agora com os meus filhos. E depois, tenho razões para celebrar a vida. Para comemorar o facto de acordar todos os dias com saúde, ter à minha volta pessoas tão especiais e que eu amo tanto e que me amam também…


E é por isto. Porque enquanto tiver isto – espero (peço a Deus) que seja sempre – tenho muitas razões para celebrar.

Hoje não aguento estas coisas!

Há algumas notícias que mexem comigo de um modo que nem sei explicar. Fazem-me sofrer. Revoltam-me. Entristecem-me. Fazem-me questionar uma série de coisas. Há dias em que consigo controlar estes sentimentos, mas há outros que não. E hoje é um dos dias em que não  estou a conseguir.

Ainda só consultei dois meios de comunicação e o meu coração já está aqui a contorcer-se todo com algumas notícias que li.

Eu gosto muito da vida, do mundo, de toda esta magia que eles parecem ter em si mesmo, mas por vezes são tão cruéis!


A ver se fico menos sensível, porque isto assim mata-me!

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Dicas e cuidados para bebés até 1 ano (Parte I)

(texto escrito pela Zaask, numa colaboração para o blog Entre Biberons e Batons)
Foto Pinterest
O primeiro ano de vida de um bebé é simplesmente maravilhoso, pois o seu desenvolvimento é rapidíssimo e a cada dia que passa, cada semana e cada mês, somos surpreendidas com uma nova habilidade que nos deixa completamente rendidas, desde o primeiro sorriso aos primeiros passos.

Por isso, e porque é tão fantástico vê-los crescer a grande velocidade, vamos partilhar algumas dicas e cuidados que se devem ter com os bebés até um ano.

Antes de continuar, destacamos apenas que os bebés não são todos iguais e têm ritmos diferentes.

É verdade que nós, mães, temos tendência a comparar os nossos filhos com os outros e ficamos assustadas quando o filho da nossa amiga já anda e o nosso, que tem a mesma idade, ainda nem sequer gatinha. Mas a verdade é que, apesar de existirem marcos de desenvolvimento para cada idade, algumas crianças podem levar mais tempo do que outras a atingi-los, sendo perfeitamente normal isso acontecer. O importante é respeitar o tempo do bebé e levá-lo regularmente ao pediatra para que ele possa avaliar o seu crescimento e desenvolvimento. E se o nosso filho não anda aos 12 meses como o da nossa amiga não há motivo para alarme, porque até aos 17 meses  (ou até mais), em princípio não há problema algum, desde que a criança seja saudável e tenha um comportamento normal.

A verdade é que o nascimento de um filho é um momento único na vida dos pais, mas também o começo de um primeiro ano cheio de dúvidas, perguntas e desassossegos, sobretudo para os pais de primeira viagem.

Então, o que é acontece aos nossos pequenos durante os primeiros 12 meses da sua vida e como podemos cuidar deles da melhor forma?

Para já, os bebés não nascem logo com aquela cara linda e rosada como vemos nos anúncios, onde aparecem também logo todos sorridentes. Muitos nascem com a cabeça deformada, todos são sisudos e têm uma barriga proeminente e uma grande cabeça; uns podem nascer com genitais inchados, outros com borbulhas na cara e outros até com pelos no rosto, nas costas e nos ombros (lanugem), etc. Mas tudo isto é normal e passa!

É importante que os pais tenham consciência destas particularidades desde logo, para não iniciarem esta viagem maravilhosa demasiado ansiosos. Sim, porque é uma viagem extraordinária, apesar das noites mal dormidas e das preocupações. Vão ver o vosso filho a crescer e a aprender tanta coisa!

Crescimento físico

Durante o primeiro ano de vida o pediatra avalia o desenvolvimento do bebé mediante a observação do peso, da altura e do perímetro craniano, cujos valores são depois comparados a tabelas de crescimento, de acordo com o sexo e a idade. Mas atenção: podem existir desvios abaixo ou acima da média que são considerados normais, desde que a criança não apresente um crescimento abaixo dos limites e revele um crescimento regular.

Assim, até completar um ano, a criança aumenta de peso e cresce em altura de forma progressiva, embora o ritmo intenso dos primeiros meses de vida se vá atenuando.

Peso: Nos primeiros três meses o bebé cresce em média 700 a 800 gramas por mês. Nos três meses seguintes aumenta 600-800g, atingindo o dobro do peso que tinha à nascença. A partir dos seis meses e até fazer um ano ganha cerca de 400-600g, triplicando o peso à nascença.

Altura: Apesar de haver diferenças entre os sexos e a raça, a altura dos recém-nascidos ronda os 48 a 52 cm, sendo que ao fazer um ano medirá em média mais 25 cm.

Perímetro cefálico: O tamanho da cabeça – que à nascença é em média cerca de 34-36cm - permite conhecer o crescimento e a diferenciação do sistema nervoso, assim como indiretamente o desenvolvimento do cérebro. É o parâmetro de avaliação do crescimento que menos varia, aumentando cerca de 7 a 8 cm nos primeiros 6 meses. Regra geral, no final do primeiro ano de vida é de 46 cm, embora oscile entre os 42 e os 49 cm.

Desenvolvimento cognitivo

Muito haverá a dizer sobre o desenvolvimento cognitivo da criança, mas há algo fundamental que devemos ter em conta como mães: os principais estimuladores da aprendizagem dos nossos filhos acabamos por ser nós, os pais deles.

Por isso, mais do que ter como objetivo ensinar-lhes regras restritivas, devemos ter a preocupação de tornar este seu novo mundo o mais atrativo possível, explicando-lhes as coisas, encorajando-os e elogiando-os, pois é com o nosso apoio que eles ganham a sua autoconfiança.

No fundo, devemos agir como “guias”, que lhes apresentam as novidades e que lhes mostram as escolhas que têm, deixando-os decidir o que consideram mais interessante.

O importante é ajudar e responder às suas necessidades e não tentarmos impingir-lhes aprendizagens que vemos nos livros como “normais” para as suas idades.

E se devemos ter a noção de que os ritmos de aprendizagem são diferentes, também devemos ter consciência de que o processo não é contínuo e que, muitas vezes, sofre recuos. Por isso, não nos devemos sentir frustrados quando um bebé aprende algo em determinada fase e, quando dá o passo seguinte, esquece o que aprendeu anteriormente.

O importante é que os pais – e também quem toma conta deles, nomeadamente avós e babysitters - tornem tudo mais interessante na altura dos avanços!







Que bela inspiração

Encontrei esta ideia para sobremesa no Pinterest e fiquei fã. É simples, rápida, barata e podem fazer uma versão mais light se quiserem. Além disso, o impacto visual é muito engraçado.

Portanto, só têm de fazer gelatina - neste caso de morango - e colocá-la em copos; com o cuidado de encher só metade. Se quiserem podem acrescentar morangos cortados.

Depois, levam os copos ao frigorífico para a gelatina solidificar, mas colocam-os num recipiente que permita que eles fiquem inclinados(como está na imagem abaixo).


Depois de solidificada enchem a outra metade do copo com natas batidas ou, para ser mais light, com iogurte grego. E voilá! :)



Arquivo do blogue

Seguidores