quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

O meu mini-super-herói

<3

Dicas e cuidados para bebés até 1 ano (Parte II)

(texto escrito pela Zaask, numa colaboração para o blog Entre Biberons e Batons)

Foto Pinterest
Marcos do desenvolvimento

Vamos ver sumariamente os marcos de desenvolvimento por idade:

Dos 0 aos 3 meses os bebés levantam a cabeça; reagem aos sons; olham fixamente para o rosto das pessoas; veem objetos a cerca de 15-20 cm (quando nascem têm a visão pouco desenvolvida, não distinguindo os contornos do rosto de alguém próximo e dos objetos distantes); mantêm a cabeça levantada durante algum tempo; seguem os objetos com os olhos; sorriem para as pessoas (por volta das 4/6 semanas); erguem a cabeça; dão gargalhadas e gritam; reconhecem os mais próximos, nomeadamente o rosto, cheiro e voz da mãe; viram a cabeça na direção do barulho (uma voz conhecida, por exemplo); levam as mãos à boca e chucham no dedo; seguram em objetos.

 Dos 4 aos 6 meses os bebés respondem com sons; começam a fazer imitações; levam os pés à boca; apoiam o próprio peso nas pernas com algum apoio; juntam as mãos e batem nos brinquedos; esticam os braços para agarrarem os objetos; viram-se durante o sono e quando estão deitados; reconhecem o próprio nome; colocam brinquedos na boca; sentam-se com apoio; imitam sons; rolam quando estão deitados; sentam-se sem apoio; começam a ingerir sólidos.

Dos 7 aos 9 meses os bebés gatinham; têm medo de estranhos; dizem palavras como “papá” ou “mamã”, etc.; passam objetos de uma mão para a outra; apontam para os objetos; atiram objetos para o chão; refilam quando são contrariados; ficam de pé durante algum tempo com ajuda de alguém; combinam sílabas; pegam em objetos pequenos com o polegar e o indicador (dominam a “pinça radial”); reconhecem a sua imagem ao espelho; passam pela “angústia da separação”, isto é, compreendem que são um ser separado da mãe. 

Dos 10 aos 12 meses os bebés gesticulam o “adeus”; escolhem “objetos de estimação”; andam agarrados a móveis e objetos; respondem pelo nome; entendem a palavra “não”; ficam em pé sozinhos durante algum tempo; imitam as pessoas; colocam objetos dentro de outros; entendem ordens simples; falam sons parecidos com palavras; mostram o que querem através de gestos; dão alguns passos pela mão; alteram a sua perceção visual: se antes viam tudo do ponto de vista de quem gatinha, em pé o seu horizonte amplia-se, no mínimo, 50 cm.

E quando….?

Há inúmeras situações comuns que acontecem durante o primeiro ano de vida que podem provocar-nos dúvidas e preocupações. Por isso o que fazer quando…

 …o bebé/criança gosta de dormir no carro? Por vezes não conseguimos que os nossos filhos durmam no berço/cama, nem ao nosso colo, mas assim que eles entram no carro…. Adormecem, como que por magia! A explicação é simples: como o ambiente no carro é monótono e há um certo embalo com o movimento, o bebé percebe as semelhanças com o ambiente intrauterino. E isso ajuda a induzir o sono!

 … o bebé têm preferência por um seio? O que fazemos? Antes de mais, observem se ele tem algo que lhe possa a causar desconforto. Caso contrário, pode ser por ter mesmo uma preferência ou um hábito associado pela maior facilidade que a mãe tem em posicioná-lo de determinada forma. Solução? Quando ele estiver com mais fome, oferecer o seio que ele menos gosta. 

 …o bebé tem soluços? Os soluços são perfeitamente normais e frequentes num recém-nascido e acontecem devido às contrações descoordenadas do abdómen do diafragma, podendo começar após a amamentação, após arrotar, por causa do frio ou depois de chorar e engolir ar. Geralmente, as crises de soluços param por si só.

 …o bebé espirra muito. Também é normal e não quer dizer que estejam doentes. Os espirros são uma reação normal do organismo ao ambiente e funcionam como um mecanismo de defesa para expulsar o que estiver a incomodar a mucosa nasal. Por isso, qualquer alteração no ar que o bebé está a respirar – uma diferença de temperatura ou um cheiro – pode funcionar como um estímulo para o espirro. 


 …o bebé fica careca apenas de um lado. Um recém-nascido pode ser muito cabeludo, mas nos primeiros meses esse cabelo pode cair e depois nascer o cabelo definitivo, que até pode ser de cor e textura diferente. E essa queda pode ser assimétrica, sobretudo porque passam muito tempo deitados.



A Primeira parte deste texto pode ser lida aqui


terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Faltam 3 dias :)

Foto Pinterest
Eu sou daquelas almas que gosta de fazer anos. Mas quando chega esta altura do ano, em que começo a demonstrar contentamento pela data do meu aniversário se estar a aproximar, noto que há pessoas que estranham. Às vezes até tenho a sensação que consideram que é um comportamento egocentrista.  Mas não. Não tem a ver com isso. Pelo menos no meu caso.
Acontece é que, graças a Deus, tenho muitos motivos para gostar de fazer anos.

Para começar, os meus pais sempre fizeram do meu dia de anos um acontecimento especial; e é daquelas memórias que guardo com muita ternura e tenho tentado reproduzir agora com os meus filhos. E depois, tenho razões para celebrar a vida. Para comemorar o facto de acordar todos os dias com saúde, ter à minha volta pessoas tão especiais e que eu amo tanto e que me amam também…


E é por isto. Porque enquanto tiver isto – espero (peço a Deus) que seja sempre – tenho muitas razões para celebrar.

Hoje não aguento estas coisas!

Há algumas notícias que mexem comigo de um modo que nem sei explicar. Fazem-me sofrer. Revoltam-me. Entristecem-me. Fazem-me questionar uma série de coisas. Há dias em que consigo controlar estes sentimentos, mas há outros que não. E hoje é um dos dias em que não  estou a conseguir.

Ainda só consultei dois meios de comunicação e o meu coração já está aqui a contorcer-se todo com algumas notícias que li.

Eu gosto muito da vida, do mundo, de toda esta magia que eles parecem ter em si mesmo, mas por vezes são tão cruéis!


A ver se fico menos sensível, porque isto assim mata-me!

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Dicas e cuidados para bebés até 1 ano (Parte I)

(texto escrito pela Zaask, numa colaboração para o blog Entre Biberons e Batons)
Foto Pinterest
O primeiro ano de vida de um bebé é simplesmente maravilhoso, pois o seu desenvolvimento é rapidíssimo e a cada dia que passa, cada semana e cada mês, somos surpreendidas com uma nova habilidade que nos deixa completamente rendidas, desde o primeiro sorriso aos primeiros passos.

Por isso, e porque é tão fantástico vê-los crescer a grande velocidade, vamos partilhar algumas dicas e cuidados que se devem ter com os bebés até um ano.

Antes de continuar, destacamos apenas que os bebés não são todos iguais e têm ritmos diferentes.

É verdade que nós, mães, temos tendência a comparar os nossos filhos com os outros e ficamos assustadas quando o filho da nossa amiga já anda e o nosso, que tem a mesma idade, ainda nem sequer gatinha. Mas a verdade é que, apesar de existirem marcos de desenvolvimento para cada idade, algumas crianças podem levar mais tempo do que outras a atingi-los, sendo perfeitamente normal isso acontecer. O importante é respeitar o tempo do bebé e levá-lo regularmente ao pediatra para que ele possa avaliar o seu crescimento e desenvolvimento. E se o nosso filho não anda aos 12 meses como o da nossa amiga não há motivo para alarme, porque até aos 17 meses  (ou até mais), em princípio não há problema algum, desde que a criança seja saudável e tenha um comportamento normal.

A verdade é que o nascimento de um filho é um momento único na vida dos pais, mas também o começo de um primeiro ano cheio de dúvidas, perguntas e desassossegos, sobretudo para os pais de primeira viagem.

Então, o que é acontece aos nossos pequenos durante os primeiros 12 meses da sua vida e como podemos cuidar deles da melhor forma?

Para já, os bebés não nascem logo com aquela cara linda e rosada como vemos nos anúncios, onde aparecem também logo todos sorridentes. Muitos nascem com a cabeça deformada, todos são sisudos e têm uma barriga proeminente e uma grande cabeça; uns podem nascer com genitais inchados, outros com borbulhas na cara e outros até com pelos no rosto, nas costas e nos ombros (lanugem), etc. Mas tudo isto é normal e passa!

É importante que os pais tenham consciência destas particularidades desde logo, para não iniciarem esta viagem maravilhosa demasiado ansiosos. Sim, porque é uma viagem extraordinária, apesar das noites mal dormidas e das preocupações. Vão ver o vosso filho a crescer e a aprender tanta coisa!

Crescimento físico

Durante o primeiro ano de vida o pediatra avalia o desenvolvimento do bebé mediante a observação do peso, da altura e do perímetro craniano, cujos valores são depois comparados a tabelas de crescimento, de acordo com o sexo e a idade. Mas atenção: podem existir desvios abaixo ou acima da média que são considerados normais, desde que a criança não apresente um crescimento abaixo dos limites e revele um crescimento regular.

Assim, até completar um ano, a criança aumenta de peso e cresce em altura de forma progressiva, embora o ritmo intenso dos primeiros meses de vida se vá atenuando.

Peso: Nos primeiros três meses o bebé cresce em média 700 a 800 gramas por mês. Nos três meses seguintes aumenta 600-800g, atingindo o dobro do peso que tinha à nascença. A partir dos seis meses e até fazer um ano ganha cerca de 400-600g, triplicando o peso à nascença.

Altura: Apesar de haver diferenças entre os sexos e a raça, a altura dos recém-nascidos ronda os 48 a 52 cm, sendo que ao fazer um ano medirá em média mais 25 cm.

Perímetro cefálico: O tamanho da cabeça – que à nascença é em média cerca de 34-36cm - permite conhecer o crescimento e a diferenciação do sistema nervoso, assim como indiretamente o desenvolvimento do cérebro. É o parâmetro de avaliação do crescimento que menos varia, aumentando cerca de 7 a 8 cm nos primeiros 6 meses. Regra geral, no final do primeiro ano de vida é de 46 cm, embora oscile entre os 42 e os 49 cm.

Desenvolvimento cognitivo

Muito haverá a dizer sobre o desenvolvimento cognitivo da criança, mas há algo fundamental que devemos ter em conta como mães: os principais estimuladores da aprendizagem dos nossos filhos acabamos por ser nós, os pais deles.

Por isso, mais do que ter como objetivo ensinar-lhes regras restritivas, devemos ter a preocupação de tornar este seu novo mundo o mais atrativo possível, explicando-lhes as coisas, encorajando-os e elogiando-os, pois é com o nosso apoio que eles ganham a sua autoconfiança.

No fundo, devemos agir como “guias”, que lhes apresentam as novidades e que lhes mostram as escolhas que têm, deixando-os decidir o que consideram mais interessante.

O importante é ajudar e responder às suas necessidades e não tentarmos impingir-lhes aprendizagens que vemos nos livros como “normais” para as suas idades.

E se devemos ter a noção de que os ritmos de aprendizagem são diferentes, também devemos ter consciência de que o processo não é contínuo e que, muitas vezes, sofre recuos. Por isso, não nos devemos sentir frustrados quando um bebé aprende algo em determinada fase e, quando dá o passo seguinte, esquece o que aprendeu anteriormente.

O importante é que os pais – e também quem toma conta deles, nomeadamente avós e babysitters - tornem tudo mais interessante na altura dos avanços!







Que bela inspiração

Encontrei esta ideia para sobremesa no Pinterest e fiquei fã. É simples, rápida, barata e podem fazer uma versão mais light se quiserem. Além disso, o impacto visual é muito engraçado.

Portanto, só têm de fazer gelatina - neste caso de morango - e colocá-la em copos; com o cuidado de encher só metade. Se quiserem podem acrescentar morangos cortados.

Depois, levam os copos ao frigorífico para a gelatina solidificar, mas colocam-os num recipiente que permita que eles fiquem inclinados(como está na imagem abaixo).


Depois de solidificada enchem a outra metade do copo com natas batidas ou, para ser mais light, com iogurte grego. E voilá! :)



domingo, 14 de fevereiro de 2016

Uma tarde colorida e divertida



Afinal não fiz uma sesta à tarde. Apesar da chuva imensa, pegámos em nós e nas crianças e fomos à Loja da Lego no Dolce Vita Tejo. Já andávamos para ir lá há algum tempo e foi hoje!

Se não conhecem o conceito da Loja, eu explico. A loja está dividida em duas áreas: uma para crianças até aos 4 anos e outra para crianças dos 5 aos 12 (creio que é até aos 12). Enquanto que na primeira área a criança só entra acompanhada com um adulto - naturalmente -, na segunda os adultos não entram. Só as crianças. Mas é claro que estão lá monitores para as acompanhar. Também é importante esclarecer que eles podem ficar lá o máximo uma hora. Ahhh! E é gratuito.

Aviso já que a fila para entrar pode ser grande e a coisa pode ser demorada, mas compensa. Quando fui buscar o Gonçalo ele vinha eufórico. A contar-me da piscina de bolas, dos jogos, da parede de escalada...

Ajudou ele ter ido com um amigo, caso contrário nem sequer teria querido ir :)

Desta vez não fui com o Francisco à zona do Lego Duplo. Talvez para a próxima.

E foi assim a nossa tarde.

Isso é que foi!!!

E esta manhã, que tive direito a uma sesta a meio da manhã com o meu pequenote!!! Uiiii. Soube-me tão bem! :P

Se tivesse a mesma sorte agora à tarde é que era :P

Confesso que não estava à espera

Eu e o Marco nunca ligámos ao Dia dos Namorados. Não quer dizer que não fizéssemos algo mais mimoso nesse dia, mas nunca fomos no consumismo da data. Por outro lado, apesar de achar este dia um pouco tonto, eu sou uma pessoa romântica, enquanto que do Marco não posso dizer o mesmo.

Por tudo isto, fiquei mesmo surpreendida quando esta manhã fui brindada com o pequeno-almoço na cama! Foi uma surpresa muito boa. Pelo gesto. Porque acredito que mais do que prendas, são estes mimos que mantêm uma relação.

Feliz Dia dos Namorados <3

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Tão simples, mas do melhor!

Manhãs de ronha com os meus príncipes, de pijama, desgrenhada e sem maquilhagem. Simples e tão bom <3

Arquivo do blogue

Seguidores