sexta-feira, 18 de julho de 2014

A LEGO anda a lixar-nos a carteira!

Logo de manhã, recebi um press release que me levou para mundos encantados.

A LEGO lançou a gama Disney Princess e se o Gonçalo vir isto estou lixada. É que isto de princesas ser coisa de meninas não é bem assim. Afinal de contas, onde há princesas, costuma haver príncipes, que, por sua vez, as salvam sempre. E o Gonçalo parece gostar dessa virilidade real!

Nesta gama marcam presença a Ariel, a Cinderela, a Merida e a Rapunzel. Pessoalmente, como criança de 35 anos que sou, amei o da Cinderela, com aquele palácio imponente. Acho que era capaz de ficar horas a brincar com ele. Mas se o Gonçalo tivesse de escolher, sei que ele ficaria inclinado para a Rapunzel ou Merida. O primeiro porque tem a torre e ele adora torres e princesas presas em torres e príncipes a salvá-las e essas coisas, e a Merida porque tem o arco e a flecha e ele delira com estes artefactos medievais. Talvez nos anos dele receba um dos dois :)

Mas fiquem com imagens desta nova gama e vejam lá qual preferem :)










quinta-feira, 17 de julho de 2014

Ouve-se com cada uma!!!

Estava hoje no parque com o Gonçalo e neste parque em específico existem dois balancés. O meu filhote estava a andar no mais pequeno e entretanto veio uma menina, que devia ter uns 6 anos (repito, 6 anos), andar no do lado. Como ela não conseguia dar balanço sozinha começou chamar por uma amiga dela. Chamou, chamou, gritou, e a amiga, uma menina que todo o parque ficou a saber que se chamava Vanessa, nada de lhe ligar. Estava a ignorá-la completamente. Até que, à 20ª tentativa, a Vanessa ganhou um outro nome:

"Vaneeeeeeeesa! Cááááááábra! Anda cá!"


Entrei nesta fase...

Ainda não entrei nela em grande, assim de forma descontrolada, mas que ela já deu o ar da sua graça, lá isso deu! Prova disso é que ontem ao lanche comi uma sandes e duas fatias de bolo! (para mim, num estado normal, isto quase que equivaleria a um jantar!).


Mais uma invenção gira :)


quarta-feira, 16 de julho de 2014

Enganei o meu marido!

(na verdade não o enganei. Ele não perguntou e eu não disse).

Como expliquei neste post, o Marco é um querido, porque é, mas é esquisito à brava no que toca a comida. Para ele, quanto mais básico melhor, e tudo o que fuja um pouco ao normal, pronto… está tudo estragado! Misturar doce e salgado, comida de fusão, comida asiática, chinesa… enfim.. é demais para ele!

Ontem, depois dele se ter queixado da lasanha de salmão que fiz para o jantar - sem grande surpresa para mim, diga-se - hoje resolvi arriscar outra vez.

A minha mãe deu-me duas curgetes gigantes e como percebi que não ia conseguir dar vazão às duas numa sopa, resolvi usar uma delas para fazer um bolo. Já tinha ouvido falar muito de bolo de curgete, mas nunca o tinha feito. Hoje foi o dia.

E não é que é bom?

O Gonçalo, que também é esquisito como o papá, gostou muito, e o pai já o comeu e até ao momento não se queixou. Talvez quando souber o que leva venha dizer que "ai e tal, bem me parecia que o bolo era assim e assado" mas, para já, comeu e gostou :)

É que não me bastava um esquisito em casa!

De vez em quando gosto de experimentar receitas novas. Sei que o risco é grande, porque o meu marido é esquisito à brava mas, mesmo assim, volta que não volta encho-me de coragem e vou para a frente, mesmo sabendo que posso depois ouvir eventuais queixumes e lamentos.

Ontem, tinha salmão, e não me apetecia fazê-lo no forno como habitualmente (costumo fazê-lo com um molho de limão, mel e alecrim, que fica delicioso), nem grelhá-lo. Por isso, procurei receitas com salmão e encontrei uma lasanha de salmão que me pareceu muito bem.

Fiz a receita e mal disse ao Marco o que seria o jantar, ele torceu logo nariz. Disse, no gozo, que tal coisa era contra-natura. Mas antes que ele fizesse mais comentários fiz-lhe sinal para ele estar caladinho, para não influenciar o Gonçalo, que também tem uma grande tendência para ser igual ao pai (para mal dos meus pecados). Contudo, não foi preciso o pai comentar nada. Depois da primeira garfada, o meu filho perguntou-me, com uma voz docinha, de quem não quer chatear a mãe mas sem conseguir esconder o desalento:

"Mamã… puquéque pões peixe na lasanha?"

As propostas de incentivo à natalidade em Portugal

Foto retirada do Pintrest
O Comité criado por Passos Coelho já se pronunciou e já apresentou uma série de medidas de incentivo à natalidade.

Regra geral, achei-as bastante positivas e acho que foram bem "escolhidas", ainda que, a irem para a frente, seja bastante cética acerca da recetividade e cumprimento do patronato às medidas sobre a relação trabalho-família. Se estas medidas não forem acompanhadas de outras que obriguem as entidades patronais a respeitarem-nas e se não houver punições severas para quem não o fizer, vai dar ao mesmo!

Por outro lado, fiquei bastante desiludida por ver que nas medidas relativas à educação, e a avaliar pela notícia (confesso que não pesquisei mais sobre o assunto), nada se refere ao facto de só haver ensino público a partir dos 3 anos (e mesmo assim só se garantir a entrada no mesmo aos 6 anos). Ou seja, parece-me que este facto é como se não existisse nem causasse mossa aos pais (o que não é verdade, visto que é uma das suas principais dores de cabeça). Não entendo como é que esta situação passou em branco a este comité! É que isto faz com que nesta área, que é crucial, continue a haver uma lacuna gigante. Afinal de contas, se os pais não tiverem onde pôr as crianças, simplesmente não as têm, certo?

É que a minha alma anda parva!

O Gonçalo continua super bem disposto, a acordar com piadas, a portar-se lindamente e a acatar muito mais pacificamente o que lhe dizemos.

Não sei a que se deve esta mudança súbita, e não sou ingénua ao ponto de pensar que isto não pode dar a volta (aliás, vai dar com certeza), mas ando tão maravilhada, tão encantada, que me apetece gritar aos quatro ventos este meu estado de alma :)

terça-feira, 15 de julho de 2014

A ciência de falar ao telefone!

O Gonçalo gosta de falar ao telefone, mas tem uma forma peculiar de o fazer. Ele diz o que quer e, depois, quando está tudo dito, desliga. Assim. Sem mais nem menos.

Há bocado estava a falar com a avó e voltou a desligar o telefone de repente e eu e o pai explicámos-lhe que não era assim que se fazia. Que quando ele quer desligar o telefone tem de se despedir antes e dizer "com licença".

Lá voltámos a ligar para a avó e ele assim fez. Mandou beijinhos para todos, disse "com licença" e desligou. Mas sem sequer dar tempo à avó de se despedir também. Explicámos então que para além de se despedir e dizer "com licença", tinha também de dar tempo à pessoa com quem estava a falar para se despedir.

Voltámos a ligar, a avó atendeu e ele disse num tom autoritário:

"Avó. Agóia diz-me adeus e beijinhos!"

Uma frase que aquece a alma a mães atrofiadas… como eu!


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