No domingo que vem (dia 15 de setembro), a RTP vai realizar uma Emissão especial dedicada aos Heróis de Portugal: os Bombeiros.
Será um evento de homenagem a estes profissionais, que nos relembram, constantemente, o significado da palavra altruísmo.
Esta grande emissão - que irá ser transmitida na RTP1 - junta a TV, a Rádio e o Online do grupo RTP e conta com a participação de todos os portugueses. Como?
- Partilhando com a RTP histórias, rostos, depoimentos e contactos para a emissão de dia 15 de setembro.
- Partilhando com a RTP testemunhos, histórias, fotos ou vídeos que homenageiem estes profissionais e heróis.
Podem fazê-lo por e-mail (heroisdeportugal@rtp.pt), através da página de Facebook da RTP ou deixando uma mensagem no Twitter, com a hashtag #heroisdeportugal
Da minha parte, é com um enorme prazer e honra que anuncio que o Entre Biberons e Batons se vai juntar a esta causa nobre e fará parte dos convidados da emissão online :)
Em breve, darei mais pormenores sobre este evento solidário.
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Vencedor do Passatempo Maped e Entre Biberons e Batons
E este estojo fantástico já tem dona :)
A felizarda é a Andreia Pombal, que só tem de me enviar um e-mail (entrebiberonsebatons@gmail.com) com os seus contactos.
Muitos parabéns Andreia e muito obrigada a todos os que participaram neste passatempo <3
terça-feira, 10 de setembro de 2013
MAU!!! Temos o burro nas couves, querem ver?
Estou com o Gonçalo em casa. Ele está de molho e, coitado, tão chatinho! Ele lá deve ter os seus motivos, de certeza que os tem, mas é tão pedinchão e choramingas. Mesmo à homem!
Agora ao lanche queria "eitinho", que é como quem diz leitinho. Eu lá fui prepará-lo e levei-o ao quarto, onde ele estava. Depois, fiquei à porta do quarto, só para olhar um bocado para ele. Ver como é que ele estava. Então não é que ele olha para mim e me diz:
"Vá. Vai pâia a cojinha!"
Já viram isto? Fosse ele mais velho e não tivesse doente e havia de ver quem é que ia para a cozinha!
Anda uma mãe a criar um filho para isto!
Agora ao lanche queria "eitinho", que é como quem diz leitinho. Eu lá fui prepará-lo e levei-o ao quarto, onde ele estava. Depois, fiquei à porta do quarto, só para olhar um bocado para ele. Ver como é que ele estava. Então não é que ele olha para mim e me diz:
"Vá. Vai pâia a cojinha!"
Já viram isto? Fosse ele mais velho e não tivesse doente e havia de ver quem é que ia para a cozinha!
Anda uma mãe a criar um filho para isto!
Quando era adolescente, nunca fui “passar férias à terra”
Sou, assumidamente, uma “menina da cidade”. Não digo que
nunca mudarei, mas sempre me identifiquei como tal e dificilmente me vejo, um
dia, sem o cosmopolitismo que a cidade oferece, sem a agitação, sem a
diversidade de lugares, pessoas e coisas para fazer. Confesso que – e sei que
isto pode soar muito mal – até a impessoalidade me agrada. A ideia de viver num
sítio onde todos me conhecem, sabem da minha vida e a comentam como se fosse delas, apavora-me (e não falo assim tão de cor).
Não obstante todo este meu fascínio citadino, tenho que
admitir que durante a adolescência sempre invejei os meus amigos que, no
verão, me diziam que “iam para a terra”. Esta expressão – apesar de achar que tem o seu quê de piroso :) – estava no meu imaginário carregada de uma felicidade que me soava a
suprema! Quando os meus amigos me diziam que “iam passar férias
à terra”, isso traduzia-se na minha cabeça em longos serões com os amigos “de verão”, nas
piscinas municipais, nas praias fluviais, à volta da lareira, na praia, a beber
uns copos à noite...
Como eu nunca tive “terra”, por assim dizer, achava este cenário paradisíaco. Parecia-me ser tudo o que um
adolescente quer no verão: divertir-se à farta e viver uma espécie de “O que
acontece na “terra” nas férias de verão, fica na “terra”... e no verão!”
Hoje, já não vejo as coisas assim tão idilicamente, mas há muitos aspetos nas aldeias que me encantam e até comovem.
Dando um exemplo um bocado macrabro, tenho que admitir que uma delas é o facto de se
afixar, em várias ruas, o nome e foto de quem morreu, e verificar que as
pessoas param para ver quem foi o infeliz", sendo que acredito que a maioria o faz por puro interesse. Muitas
delas ficam com ar de pesar genuíno e isso é comovente.
É nestas coisas que
se vê aquilo que é (devia ser) a essência da humanidade. Uma humanidade
preocupada com o outro, solidária... humana!
Bem sei que há muita gente boa nas cidades - ohh se há, e eu conheço várias - a questão é que
nas aldeias é muito mais fácil nos depararmos com esta humanidade que frequentemente
parece esquecida e que, por cá, na cidade, tantas vezes a procuramos
desesperadamente e ficamos dias sem a encontrar.
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
E o mimo continua!
E ainda na mesma onda do mimo, o Gonçalo voltou a brindar-me com as suas pérolas.
Quando ele está assim murchinho, a pergunta que lhe faço sempre é se lhe dói alguma coisa. Assim. Com estas palavras.
Há bocado, quando saiu do banho, ele devia estar com a febre a subir. Estava a tremer imenso e até me estava a fazer confusão. Peguei-o ao colo, abracei-o e fiquei com ele aninhadinho em mim. Até que ele me diz, cheio de mimo na voz:
- Mamã. Dói-me alguma coija!
- Dói filho? O quê?
- O pé. Tá com fio.
Quando ele está assim murchinho, a pergunta que lhe faço sempre é se lhe dói alguma coisa. Assim. Com estas palavras.
Há bocado, quando saiu do banho, ele devia estar com a febre a subir. Estava a tremer imenso e até me estava a fazer confusão. Peguei-o ao colo, abracei-o e fiquei com ele aninhadinho em mim. Até que ele me diz, cheio de mimo na voz:
- Mamã. Dói-me alguma coija!
- Dói filho? O quê?
- O pé. Tá com fio.
Mais cor do fim-de-semana
Não pensem que foi só o Gonçalo a usufruir do colorido que Águeda oferece. Eu também aproveitei e adorei este detalhe em particular. Não acham o máximo? :)
| Vai uma voltinha? |
É só mimo!
Fui buscar o Gonçalo à escola ainda antes de almoço. Ligaram-me a dizer que ele estava com febre. Ontem à noite já me pareceu que ele estava a chocar alguma, mas achei que a coisa ia passar. Estou convencida que deve ser uma constipaçãozita. Está ranhoso e manifesta todos os sinais disso.
Quando lá cheguei para o ir buscar e ele me viu, veio abraçar-se a mim e eu perguntei-lhe se doía alguma coisa ao meu amorzinho. Ele faz um ar pensativo, e responde-me num tom choroso e sofrido:
"Xim. Dói o joelho e a péna."
Quando lá cheguei para o ir buscar e ele me viu, veio abraçar-se a mim e eu perguntei-lhe se doía alguma coisa ao meu amorzinho. Ele faz um ar pensativo, e responde-me num tom choroso e sofrido:
"Xim. Dói o joelho e a péna."
1º trabalho da escola (ainda o ano nem arrancou oficialmente!)
Mas nem tudo se fez de regabofe este fim-de-semana. Isto, porque na sexta-feira, deram-me um trabalho de casa para fazer na escola do Gonçalo. Deram-me uma almofada para as mãos e "ai e tal, agora decore-a!"
Eu, como tenho tanto jeito para a costura e para artes como sei lá o quê, toca de levar a almofada para a sogra, que se ajeita bastante bem com estas coisas.
Eis o resultado: eu contribui com a parte criativa e a minha sogra executou-a eximiamente! :) (faltam uns detalhes, como desenhar a estrada, por exemplo, mas o fim-de-semana não deu para mais)!
Nada mal, não acham? :)
Eu, como tenho tanto jeito para a costura e para artes como sei lá o quê, toca de levar a almofada para a sogra, que se ajeita bastante bem com estas coisas.
Eis o resultado: eu contribui com a parte criativa e a minha sogra executou-a eximiamente! :) (faltam uns detalhes, como desenhar a estrada, por exemplo, mas o fim-de-semana não deu para mais)!
Nada mal, não acham? :)
O colorido do nosso fim-de-semana
Fomos passar o fim-de-semana a Águeda; terra do meu marido.
O Gonçalo adora ir lá, sobretudo com este tempo. Lá ele anda à "solta", sabem? Corre no jardim, dá milho às galinhas, manda maçãs às ovelhas para elas comerem, rega as couves e as flores, é mimado pelos avós 110% do dia... aquilo é o paraíso para ele. É delicioso ver a felicidade dele!!! É que ele, quando está lá, nem precisa de sair de casa para se divertir o dia todo!
Ficam duas fotos que retratam bem aquilo que foi o nosso fim-de-semana: colorido, calmo e feliz ;)
O Gonçalo adora ir lá, sobretudo com este tempo. Lá ele anda à "solta", sabem? Corre no jardim, dá milho às galinhas, manda maçãs às ovelhas para elas comerem, rega as couves e as flores, é mimado pelos avós 110% do dia... aquilo é o paraíso para ele. É delicioso ver a felicidade dele!!! É que ele, quando está lá, nem precisa de sair de casa para se divertir o dia todo!
Ficam duas fotos que retratam bem aquilo que foi o nosso fim-de-semana: colorido, calmo e feliz ;)
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| Ignorem o facto de atrás dele estar a silhueta de uma mulher que arece que está a dançar no varão, ok? :) |
Sweet Coobie
Chama-se Coobie e é uma marca 100% portuguesa, direcionada a crianças dos 0 aos 10 anos.
Criada por duas mães, a linha de roupas da Coobie é elegante, misturando o tradicional e o moderno, de uma forma muito harmoniosa. Além disso, é tudo tido em conta, desde os tecidos ao mais ínfimo pormenor, com a preocupação de criar peças originais.
Conheçam algumas delas ;)!
Criada por duas mães, a linha de roupas da Coobie é elegante, misturando o tradicional e o moderno, de uma forma muito harmoniosa. Além disso, é tudo tido em conta, desde os tecidos ao mais ínfimo pormenor, com a preocupação de criar peças originais.
Conheçam algumas delas ;)!
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| Este modelo já faz parte da nova coleção. |
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| E este também ;) |
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| Estes conjuntos são um amor! <3 |
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