quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Sem surpresa!

Devorei este livro; o que só pode querer dizer que gostei dele :) Na verdade, o facto de ter gostado não me surpreendeu. É que apesar de não simpatizar com o escritor, quando compro um livro dele tenho quase a certeza de que vou gostar (algo que me faz alguma espécie, confesso!)

Apesar de estar longe do Equador, gostei e recomendo :)


Não te largo!

Gosto muito de tecnologias, gosto sim senhor, mas não há volta a dar. Aliás, estou desconfiada que quando estou a trabalhar há uma senhora de 70 anos que baixa em mim e faz com que eu não consiga prescindir do meu bloco de notas e de uma caneta!

Soa a old school, eu sei, mas é a mais pura verdade!

Ah e tal o papel morreu! Pois para mim não! Para mim, continua vivinho da Silva. Ele e a amiga caneta! No meu entender, eles os dois, mais a tecnologia toda que existe, formam a equipa perfeita :)




Quem sabe não vira moda!

Fui eu levar o Gonçalo à escola apenas com uma malinha à tiracolo como acessório (para não ir ainda mais carregada), e venho da escola assim... com mais três apetrechos (os companheiros que ele tinha escolhido para lhe fazerem companhia hoje, os quais demorou meia hora a escolher, acabaram por voltar para casa comigo!)!

Quem sabe se isto não vira moda :P


quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Momento nonsense do dia!

Na verdade, nem sou destas coisas, mas hoje saíu-me...

Situação: Estou na sala de estar a falar com o Marco por causa das arrumações cá de casa e das trocas e baldrocas que para aqui houve.

Eu: Tens de prender estes móveis na parede.

Marco: Ok. A ver se arranjo camarões.

Eu (num tom sério): Espero que a parede não seja alérgica.

Ele faz aquela pausa como quem está a processar o que ouviu, olhou-me com um ar como quem diz "mais uma dessas e interno-te!", mas limitou-se a um "Ok!". Daqueles que se diz aos malucos!

"Tava" quase!

Há bocado passei de carro por uma loja onde consegui ler, à primeira vista, as palavras "Espiga Amarela". Estavam escritas a amarelinho. Pensei: "ah que giro, abriram aqui uma padaria ou um café!" Achei curioso, porque antes aquela casa era uma loja de colchões!

Eis se não quando olho melhor... e não. Não é nem um café nem uma padaria. É uma funerária!

Estava lá quase!

Planos para os próximos minutos...

... Ouvir música e escrever, escrever, escrever!


terça-feira, 6 de agosto de 2013

Smile :)

Porque também é bom acabar o dia a rir :)


Dúvida...

Agora, fiquei na dúvida se estava a vestir o pijama ao Gonçalo ou a um touro bravo!

Até estou a transpirar! Irra!

Uma questão de fé



Este fim de semana, fui à missa. Já não ia a uma há algum tempo (se a memória não me falha, já lá vão dois anos; desde o batizado do Gonçalo).

Sou católica e, durante muitos anos, fui também praticante. No entanto, os anos foram passando e o entendimento que fui tendo de Deus, de Jesus, daquela religião que me enchia o coração, não batia certo com muitas ideias defendidas pela Instituição Igreja. Já andava a remoer nisto há muito tempo, até que um dia, numa missa, um padre fez um infeliz e imbecil comentário machista e eu pensei: "Ok, é desta!"

E assim foi. Passaram-se muitos anos desde então. De vez em quando sinto uma inexplicável necessidade de ir à missa falar com Deus e com Jesus (costumo fazê-lo em casa ou em qualquer lado mas, por vezes, sinto necessidade de ir a casa Deles). 

É curioso mas, numa missa, sente-se qualquer coisa difícil de explicar. Acho que é porque, naqueles minutos, quem está ali, naquele espaço, independentemente de ser boa ou má pessoa, rica ou pobre, preto ou branco, tem um objectivo comum: aproximar-se de Deus. Estou convencida que esse facto se deva transformar numa espécie de energia boa. Ainda assim, e apesar de me ter sabido bem, confesso, voltei a constatar que não me identifico com a cerimónia. É triste, melancólica, ultrapassada, pouco ritmada… Falta-lhe alegria, um discurso mais positivo, talvez algum humor… porque não?

Cada vez que vejo vídeos do Papa Francisco penso que é mesmo por aquele caminho que a Igreja precisa, urgentemente, de ir! Ele é simpático, transborda felicidade e bondade, positivismo, tem saídas que nos fazem rir e sorrir...

Seja como for, e independentemente desta minha relação ambígua com a Igreja, continuo a ter uma fé inabalável e gigante. Não tenho argumentos racionais que a expliquem, nem preciso de os ter. Sinto-a e pronto! 

E ainda bem. Por tudo mas, sobretudo, pelo que me disse um dia uma amiga muito importante para mim. Dizia-me ela que a fé (e isto aplica-se a todas) é como um cobertor  no inverno. Não faz com que o inverno deixe de existir, mas ajuda-o a tornar-se muito mais quentinho!

Arquivo do blogue

Seguidores