terça-feira, 2 de maio de 2017

Um dia eles vão saber que são os meus anjos

Supostamente somos nós, os pais, os adultos, que temos o dever (e a obrigação) de proteger os filhos. De os ensinar a viver. De lhes dar força e ânimo. De os ajudar a andar em frente. De os guiar.

É assim em teoria, mas tenho-me apercebido que as coisas não funcionam bem desta forma. Pelo menos nem sempre.

Olhando para a minha realidade e para a de muitas pessoas à minha volta, e estou a falar de pessoas adultas, apercebo-me que as coisas funcionam exatamente ao contrário. São os filhos, aqueles seres pequeninos e puros, que aparentemente não sabem nada da vida, que nos dão força para continuarmos em frente, de pé. 

Ultimamente, tem sido assim comigo. E até digo mais. É aos meus filhos que devo os meus sorrisos mais sentidos e as gargalhadas mais genuínas. 


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