quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Férias, lanche com amigos e informalidades


Hoje, aproveitámos que estamos no Algarve e fomos lanchar a casa de uma grande amiga. Ela vive há já alguns anos em Silves, mas por um ou outro motivo só este ano é que nos encontrámos lá. Foi uma ótima pausa à rotina habitual do verão. Não me lembraria de melhor!

A A., eu e o Gonçalinho, em Silves.
Nesta belíssima tarde, para além de ter tido tempo para conversar, rir, passear e, claro, comer e comer (comi um bolo fantástico de banana e chocolate), acabei por constatar que venho para o Algarve há 10 mil anos e não conheço nada; Silves fica perto do local onde vou sempre e é lindíssimo e é imperdoável que nunca tenha ido lá antes.

Outra coisa que constatei, é que ser mãe é incompatível com formalidades. Quando cheguei a casa da A., a minha amiga, estava lá o namorado dela, o P., que eu ia finalmente conhecer. Então e qual é a melhor forma de conhecer alguém, qual é? Eu respondo. É entrar pela casa “adentro”, mal cumprimentar as pessoas e dizer: “preciso urgentemente de mudar a fralda ao Gonçalo porque ele está todo borrado!” Dito isto, corro para o quarto, mudo a fralda e o segundo cartão de visita é deixar o quarto empestado com um fedor inimaginável, ao ponto deles se terem visto obrigados a abrir a janela e acender uma vela aromática!

E é isto. Mas sinceramente, não acho mal ter perdido o meu lado híper-formal. Era-o por nada em especial, e muito menos por questões de snobismo (era mesmo uma questão de educação; os meus pais ensinaram-me assim). No entanto, desde que fui mãe que noto que mudei muito. Sinceramente, gosto mais. Sinto-me muito mais descontraída. 

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