quarta-feira, 11 de julho de 2012

Dia não


Ontem foi daqueles dias que, infelizmente, acontecem mais vezes do que gostaria. Ainda não eram 15 horas quando recebi um telefonema da escolinha do G. a dizer que ele estava com 39.2 graus de febre. Lá fui eu a correr. Larguei tudo o que estava a fazer no trabalho e fui buscar o meu pequenito. Trouxe comigo o portátil para trabalhar em casa, mas qual quê?! Se eu disser que ele esteve a choramingar desde as três da tarde até se ir deitar, a sério que não estou longe da verdade. Parte-me o coração vê-lo assim, claro que sim, mas isso não invalida que hoje não esteja num estado de nervos gigante. Sinto que toda eu tremo por dentro, como se estivesse prestes a explodir! Sei bem que se ele está birrento é porque não se sente bem e não tem culpa nenhuma, tadinho do meu anjo, mas bolas, está tão chatinho!

Sei que é horrível dizer isto, mas hoje só queria que ele acordasse bem para ele poder ir para a escola e eu para o trabalho. E graças a Deus acordou sem febre; e digo isto porque se ele está bem eu também estou (independentemente da minha falta de vontade de passar mais um dia igual à tarde e à noite de ontem). Seja como for, confesso que fiquei aliviada. Sinceramente, não sei até que ponto aguentaria mais um dia igual! É que não é só o facto de estar a ouvir choramingar o tempo todo, é também o stress de querer trabalhar, porque tenho coisas que têm de ser feitas, ter de interromper de 2 em 2 minutos o que estou a fazer e chegar ao fim do dia sem nada feito como deve de ser. E à noite quando ele está a dormir, já me sinto demasiado cansada para conseguir produzir o que quer que seja com qualidade. E depois claro, vem a culpa por estar a sentir estas coisas.

Amo o meu filho incondicionalmente, e ai de quem insinuar o contrário, mas também sou humana e como tal sinto-me cansada, exausta e a chegar ao ponto de ebulição! Sabem que mais? Precisava de um dia de férias sozinha e num SPA!

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