sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Bem... tem a sua razão!

O Gonçalo acabou de jantar e perguntou-me se podia ir ver televisão:

"Mas desde quando é que vês televisão depois de jantar? Sabes perfeitamente que não podes!" - disse-lhe.

"Vá lá!" - insistiu.

"Não. Além disso, estás com dores de ouvidos e quanto mais depressa te fores deitar, mais depressa te passa a dor."

"Ai é?" - respondeu-me no tom choramingo-pedinchão-sou-um-coitadinho -"Pui acaso a cama é mágica?! É?!" - rematou.

CONSULTÓRIO: Lutas entre crianças

(texto escrito pela psicóloga Vera Lisa Barroso, Psicóloga Clínica da Oficina de Psicologia)
Foto Pinterest
"Hoje, quando a minha mãe me foi buscar à escola, perguntou entre o assustado e o admitarado: «O que aconteceu filho?»

Eu tinha a cara cheia de arranhões, nódoas negras nas pernas e a minha t-shirt preferida rasgada..."


Esta é uma das situações que mais preocupam os pais: os filhos poderem andar às lutas com os seus pares.

Independentemente de quem é o culpado, o seu filho ou os outros, é crucial participar na vida escolar dos seus filhos e não ignorar o ocorrido.

É importante ensinar ao seu filho as formas mais dignas de interagir e relacionar-se com os outros, assim como a importância do convívio entre amigos. Ensine-o a respeitar os colegas e a evitar os confrontos físicos como meio de resolver conflitos e desentendimentos. Uma situação como esta exige uma conversa, onde perceba em primeiro lugar o que aconteceu exactamente. Tenha em atenção que muitas vezes as crianças não dizem porque andaram a lutar, por terem medo, vergonha ou até mesmo por estarem a ser vítimas de bullying na escola.

Em caso de bullying é crucial que os Professores e Direção da escola tomem conhecimento da situação, de forma a poderem tomar medidas preventivas no espaço escolar. Se ele se magoou, evite frases como “é para aprenderes”, “bem feita” ou “eu não te avisei?”... Será suficientemente problemático e humilhante para ele ter sido ferido.

Em crianças pequenas talvez seja aconselhável falar com os pais do outro (ou outros) interveniente(s), de forma a transformar a situação de luta numa situação amigável, onde as crianças poderão tirar as suas aprendizagens e pedir desculpa uma à outra (independentemente de quem foi o culpado).

As crianças estão a descobrir o mundo e a experimentar relações, lutam e fazem as pazes com alguma frequência. A raiva faz parte do crescimento de qualquer criança e torna-se passageira se for bem contextualizada pelos adultos responsáveis.

Transmita-lhe confiança, dizendo que estará sempre a seu lado, que o quer ajudar e que a violência não resolve os problemas. A melhor forma de resolver as diferenças é o diálogo.

Vera Lisa Barroso
Psicóloga Clínica
Equipa Infanto-Juvenil
Oficina de Psicologia







quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Filho, vais ver que eu tenho razão! Pelo menos desta vez!

Estava abraçadinha ao Gonçalo e a dada altura disse-lhe:

"É tão bom estar assim a namorar contigo!"

"Bheeerrr! Que nojo! Namoiai!" - respondeu-me enquanto fazia uma careta.

"Quando fores mais crescido vais arranjar uma namorada e vais ver que não vais achar nada nojento." - disse-lhe a rir.

Aquilo passou.

Passados uns minutos, do nada, pergunta-me ele:

"Tens a ceteza que não vou achái nojento?"


eheheheheheh

Vencedores Passatempo Lutsine e Entre Biberons e Batons


O passatempo Lutsine já tem vencedores e é mais que chegada a hora de os dar a conhecer (já estou atrasada, bem sei. Sorry!) :)

Mas vamos lá. as felizardas são: a Sara Liliana Matos, a Sara Magina, a Inês Leite, a Inês Braga, a Isabel Gomes, a Joana Santos Costa, a Vânia Pereira, a Denise Vicente, a Mariana Leal e a Sílvia Ávila :)

Muitos parabéns meninas!!!

À noite envio-vos um e-mail a pedir-vos a morada. Depois, envio-a para a agência da marca, e ela fas-vos chegar o prémio :)

Chamem-me radical se quiserem, mas é a minha opinião!

Joaquim Silva é juiz, tem 54 anos e é protagonista de uma entrevista dada à revista Visão. E porquê? Porque se destaca de alguns dos seus pares por tentar que famílias em guerra encontrem a paz, em nome do bem-estar das crianças. Porque pais em guerra que usam os filhos como arma contribuem para que estes possam desenvolver problemas psicológicos, alguns deles graves, para além de estarem a falhar enormemente enquanto pais; já que uma das suas principais missões é a de protegerem os seus filhos (e não os seus interesses pessoais ou egos).

Numa altura em que quase todas as notícias que ouvimos na televisão realçam o lado mau do ser humano, é muito bom saber que há pessoas que estão lá em cima, em cargos de  poder, que se preocupam com o que vai para lá do que por vezes parece ser óbvio. Que fazem aquilo que deveria ser básico, mas que infelizmente, e a avaliar pela realidade, não é o que acontece. Que investigam as causas. Que tentam perceber. Que se preocupam!

Se calhar posso estar a ser radical, mas o simples facto de a alienação parental ser algo que põe em causa, seriamente, o bem estar e saúde da criança, revela uma crueldade e egoísmo atroz da parte de quem o pratica! E para mim, pessoas assim não merecem ser pais.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Passatempo Let it Sweet e Entre Biberons e Batons


Há uns tempos a Letícia, mentora do projeto Let it Sweet, enviou estes anjinhos gordos para os meus bebés.

Eu sou suspeita, porque adoro anjos, mas mal os vi fiquei deliciada! Achei-os super amorosos!

Agora, é com muito gosto que vos digo que a Letícia vai também oferecer um anjinho personalizado a um leitor do blog :) Ou seja, vão poder escolher entre os tecido que a Letícia tiver disponível e pedir para bordar o nome do vosso filhote ou filhota :) Não é o máximo? :)

Para participarem só têm de:

- Fazer Like na Página de Facebook da Let it Sweet

- Fazer Like na Página de Facebook do Entre Biberons e Batons

- Ser seguidor do blog

- Responder ao questionário abaixo:


Podem participar (uma vez por pessoa) até ao dia 19 de fevereiro, e o vencedor será conhecido entre os dias 20 e 22 de fevereiro.

Participa, partilha e boa sorte ;)



Estou a ficar senil ou então é o universo que me quer baralhar!

Há uns meses valentes perdi o meu cartão do cidadão. O meu e o do Gonçalo. Procurei em tudo quanto era lado. Carteiras, malas, gavetas, bolsos de casacos e calças... a sério, eu revirei a casa do avesso, mas nada! Não os encontrei.

Lá tivemos os dois de ir para a Loja do Cidadão e perder uma manhã inteira!

Hoje, estava a tirar um cartão da minha carteira - a mesma que uso TODOS os dias- e senti uma coisa dura debaixo do forro. 

Já adivinharam o que era, certo?

Pois lá estavam eles, a olhar para mim todos lampeiros. :/

Como se a situação já não fosse suficientemente parva e frustrante, dei por mim a olhar para o cartão de Cidadão do Gonçalo como se fosse o Francisco. Até o mostrei à minha colega como sendo ele! Depois é que me apercebi que não - que disparate - que era o Gonçalo!

Nesta foto ele devia de ter mais ou menos a idade do Francisco. São tão parecidos! <3




Estão-me a estragar o miúdo

O Gonçalo até tinha um gosto musical coincidente com o meu e o do pai; o que nos deixava contentes. No entanto, desde que está nesta escola, de vez em quando canta e pede para ouvir umas coisas tão más que até arrepia!

No outro dia não parava de falar num tal ursinho Gummy. Eu, convencida que devia ser qualquer coisa fofa, fui à procura no Youtube e até me ia dando uma coisinha quando encontrei vídeos do dito! Que coisa tão feia, credo!

Ainda não refeitos do trauma, esta manhã ao pequeno-almoço começa a cantar e a dançar (feito alucinado) uma espécie de gangnam stlyle versão portuguesa! (nem sei se vos diga se vos conte!)

Bem sei que gostos não se discutem, mas isto é demais para nós! :P

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Se se pudesse morrer de saudades!

Como sabem, todas as mulheres devem ir ao ginecologista pelo menos uma vez por ano. Supostamente, eu devia ter ido em dezembro, mais ou menos, visto que o Francisco nasceu em novembro. Mas bem, fui hoje, em fevereiro, mais concretamente há bocado (sim, às tantas da noite! E até este aspeto acentuou os sentimentos).

Entrar ali, naquele consultório, deu-me umas saudades tão grandes de quando estava grávida! (Sobretudo porque sei que não vou estar mais vezes).

É uma decisão racional, mas não quer dizer que não custe um bocadinho! :/

Enfim, devo dizer que fiquei meia melancólica!

Uma pessoa dá um braço...

... e querem logo a perna.

Neste caso, uma mãe oferece, muito gentilmente, um bocado da sua cama para o filho dormir, e quando chega lá apercebe-se que a cama foi completamente invadida por criaturas felpudas!
Foi assim ontem à noite!

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