sábado, 30 de junho de 2012

Sim, sim… não queriam mais nada!

Como tinha dito, ontem lá foi a festa da escola do Gonçalo. Nunca o tinha visto tão bem disposto. Dava gosto ver! Tudo indica que neste aspeto sai à mãe J Gosta de um bom “agito”!


Não faltou nada que uma festa deve ter: música, bailarico, animação, comes, bebes (sem álcool, claro) e excessos. Sobretudo de comida e de correria. Aquilo é que foi um corrupio. Os miúdos andavam loucos de um lado para o outro! Os pais tentavam acalmar um pouco os ânimos, mas volta que não volta algum desabafava: “a ver se com esta agitação caem na cama e dormem a noite toda!”. Com estas ou outras palavras, foram vários os pais que comentaram o mesmo. E é aqui que digo: “Sim, sim… não queriam mais nada!”. Não sei se os outros pais tiveram sorte, mas por cá a coisa não aconteceu como “idealizámos”. Quando chegámos ele ainda estava num “excitex” tal que só adormeceu já passava largamente das 22h (isto quando ele se costuma deitar lá para as 20h30). E pensam vocês “ah, mas pelo menos dormiu a noite toda!”, ao que eu respondo, “Não, não foi isso que aconteceu!”. Ele não só se deitou tardíssimo, como às 3 e pouco da manhã eu já tinha contabilizado umas 10 vezes que me tinha levantado para ir ter com ele. Ou porque chorava por causa de um sonho qualquer ou porque queria água ou porque perdia a chucha... Não aguentei. Mandei as teorias para trás das costas (às vezes faço isto) e às 4 e tal da manhã levei-o para a minha cama. Eu sei que não é aconselhável pela maioria das pessoas e, na verdade, isto não é uma coisa que faça com frequência, mas sou apologista que os pais devem ligar mais à sua intuição que às teorias. Até porque muitas vezes quem tece as teorias não tem conhecimento de causa (é muito fácil virem dizer que não se deve levar os filhos para a cama, porque “que horror” e mais não sei quê, mas depois vai-se a ver e são daqueles pais que têm filhos que regra geral dão boas noites e dormem como “calhaus”. Ora, assim é fácil!”). O que vos digo é que precisava de dormir e resultou. Além disso, de vez em quando sabe bem dormir com os meus dois homens J!

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Pequenos grandes passos



Hoje, é dia de festinha na escola do Gonçalo! Eles são muito criativos e põem sempre os pequenotes a fazer coisas fofas. Nestes momentos é engraçado ver os pais todos derretidos, a olhar para os filhos como se eles estivessem na festa de formatura! Realmente é impressionante como nos babamos com todos os passinhos que eles vão dando.

Ainda me lembro quando o Gonçalo mudou de sala quando tinha pouco mais de um ano. Por mais ridículo que possa parecer, aquilo emocionou-me mesmo. O meu pequenito!

Esta mudança representou uma espécie de abanão que me gritava o quão rápido ele estava a crescer. Assustadoramente rápido! Lá ia ele para a sala dos “grandes”. Até me senti ridícula por estar tão lamechas. No entanto, ao falar com outra mãe, percebi que ela sentia exatamente o mesmo. Lá ficámos as duas, com os olhos brilhantes, a falar dos nossos filhos, como se eles tivessem entrado na Universidade de Oxford!

Enfim… As “pequenas” conquistas deles são vitórias gigantes para nós. Foi assim quando ele bateu as primeiras “palminhas”, quando sorriu pela primeira vez, quando deu a primeira gargalhada, quando apareceu o primeiro dente, quando começou a gatinhar, quando se pôs de pé pela primeira vez, quando disse a primeira palavra, quando começou a andar…

São “pequenas coisas” que nos fazem sorrir com todo o nosso corpo e alma. São “pequenas coisas” que nos enchem verdadeiramente e que fazem com que ganhemos não só o dia, como a vida!

Novas regras de apoio à maternidade

A partir de segunda-feira que vem, os subsídios de Natal e de férias deixam de contar para apoios à maternidade. A notícia é de ontem mas, para quem não viu, pode ver aqui.


quinta-feira, 28 de junho de 2012

Multistasking em ação!


Não ligo particularmente a futebol mas, quando joga a Seleção, mexe-me cá nas entranhas e fico possuída. Não praguejo (muito) nem nada disso, fico é com um nervoso miudinho que dá cabo de mim. Ontem, no prolongamento, pensei que ia ter uma crise de ansiedade. Enfim… lá perdemos, a vida continua e apesar da derrota acho que a Seleção Portuguesa de Futebol está de parabéns, sobretudo pelo espírito de equipa que mostraram ter.

Mas, na verdade, não é o jogo de ontem em si que me leva a escrever este post. Ontem, durante o jogo, constatei que ser mulher e mãe é, durante um jogo de futebol, o seguinte:

- Ver o jogo, comer uns tremoços e beber uma cervejinha;

- Durante a primeira parte olhar para o jogo com um olho e com o outro ver bem o que é que o meu filho está a fazer e tentar entretê-lo de algum modo;

- Pensar no jantar do pequenote para o dia seguinte;

- Fazer uma lista mental das coisas que tenho de fazer (de repente lembrei-me de um papel da escola dele que tinha de assinar, de uma lista de compras para a casa que não me podia esquecer de fazer; de uns mails que tinha de enviar…);

- Organizar mentalmente a estrutura de um mail importante que tinha de enviar hoje;

- Tirar o verniz das unhas porque já não estavam com bom ar;

- Pensar que raio de roupa vou vestir numa gala de trabalho que tenho hoje e que surgiu quase à última hora;

- Pensar como levo o cabelo para a dita gala;

- Pesquisar na Internet o que posso fazer para a festa da escola do Gonçalinho. Pediram-me para levar qualquer coisa na categoria dos salgados e preciso de qualquer coisa rápida, já que hoje à noite não vou conseguir fazer nada. Resumindo: ainda não sei se vou fazer ou comprar!;

- Perder 15m do final da primeira parte para ir adormecer o pequenote.

… Estou com a sensação que me estou a esquecer de alguma coisa! Mas no geral é isto. Qual ver o jogo sossegadita, qual quê?!

quarta-feira, 27 de junho de 2012

P.O.R.T.U.G.A.L!

Vamos lá vestir o equipamento! :)

Breath in… breath out…


O meu filho está naquela fase em que está constantemente a testar os limites da minha paciência. E nem dois anos tem, o pirralho.  Amo-o com todas as minhas forças, mas às vezes é TÃO difícil arranjar paciência. Minha nossa!!! Pergunto-me onde é que as crianças vão buscar certas coisas? Agora está com a mania de dizer que não e depois vira-me a cara! Como se tivesse voto na matéria! Juro que só me apetece bater-lhe. E às vezes leva um “tau-tau” na fralda, pois leva. É um ato psicológico, mas garanto-vos que ele percebe que estou zangada (antes tentava aquela coisa de me colocar no nível dele, olhos nos olhos, falar calmamente e mais não sei quê. Uma teoria muito gira que, deixem-me pensar quantas vezes funcionou com o meu filho? … deixa ver… mais um bocadinho… Ah, já sei. NUNCA!)

De qualquer modo, ele percebe bem a intenção do “tau-tau”. Acompanho o gesto com um tom de voz zangado, que não precisa de ser alto, mas às vezes é, e com cara de má. Quando chego a este ponto ele fica a olhar para mim com um ar como quem diz: “Uiii. Se calhar desta vez abusei mesmo da paciência dela. Agora vou estar sossegado, pôr a minha cara de anjo e esperar que lhe passe!”. A sério que parece que o raciocínio dele é este. Ele lá acalma uns minutos; os necessários para me derreter. Sim, porque eu também tenho o meu limite para manter o ar zangado… é que ele é tão fofinho!!! Lá estou eu. Veem??! Manipulador de uma figa!

Mas a verdade é que esta teimosia dele não é de agora. Ele começou assim por volta de um ano de idade. Na altura não lidei nada bem com a situação. Não sabia como agir e pensei que se ele estava a ter “aquele” comportamento, então eu devia estar a fazer alguma coisa errada no que dizia respeito à educação dele. Além disso, por um lado queria ralhar, mas por outro não queria abusar do “não”. Não lhe queria impor demasiados limites, porque a verdade é que ele é um bebé e é natural que queira mexer nos comandos quando nos vê a fazê-lo, por exemplo, ou fazer coisas que ele não percebe que não pode ou não deve fazer. No entanto, as coisas assim também não podiam continuar. Assim que pude falei com a pediatra e ela disse-me que era normalíssimo e acrescentou que a fase se ia manter por muito mais tempo. “Que bom”, pensei! Acrescentou que a partir daquele momento a palavra de ordem era “firmeza”. Que tínhamos de manter o “não” quando o usássemos, que neste caso não podíamos ceder e que o pai e a mãe teriam sempre de estar em sintonia. Se um diz não, o outro não pode dizer que sim.

Teorias à parte, a verdade é que na prática as coisas são bem mais complicadas. E quando ele tem uma crise de teimosia, dou por mim a pensar com os meus botões: “Vá Sofia, Breath in, Breath out, breath in, breath out… “. E ocorre-me sempre que, afinal, aqueles exercícios de respiração que nos ensinam para aplicarmos no trabalho de parto, também se vêm a revelar úteis depois de termos a criança!

terça-feira, 26 de junho de 2012

Em pleno estado de graça


Foto tirada por Rosa Vilas

Ao longo dos tempos tem sido possível identificar no meu grupo de amigas e conhecidas vários tipos de grávidas: as chill-out, que passam a gravidez como se não estivessem grávidas (não porque não querem saber, mas porque são mega descontraídas); as enciclopédias, que seguem a gravidez ao minuto e acompanham a evolução do bebé recorrendo a várias pesquisas na Internet e a centenas de livros; as stressadas, que estão sempre preocupadas em fazer tudo como deve de ser e que descompensam com a chegada de uma ecografia ou dos resultados dos exames; as pró, que já foram mãe antes e que encaram a gravidez com uma sabedoria quase ancestral, apesar de estarem na casa dos 30; as “bitch”, que ficam com mau feitio e com as hormonas todas desreguladas e que usam constantemente a gravidez como desculpa para "levar tudo à frente"; as românticas, que adoram estar grávidas e que por elas prolongavam a gravidez por vários anos, etc, etc, etc. E também há as como eu, que variam entre vários destes estados, só naquela de tornar a coisa ainda mais intensa (como se já não fosse o suficiente)!

Seja como for, independentemente do tipo de grávida que se é, quando uma mulher vive este estado de graça transforma-se, por excelência, num ser poderoso. Supremo! Abençoado! Lembro-me perfeitamente como me senti no primeiro segundo em que descobri que estava grávida. Invadiu-me uma sensação de felicidade gigante, impossível de reproduzir em palavras. O que senti foi tão intenso que só foi superado quando o meu filhote nasceu. Quando estava grávida sentia-me um ser para lá de importante e especial (e olhem que coisa que não sou é presunçosa!). Sentia-me assim… uma espécie de José Mourinho! Nem mais nem menos.

Na minha cabeça, a partir daquele momento, eu seria capaz de tudo o que eu quisesse e tudo seria traduzido em vitórias. Dava por mim a andar na rua, no supermercado, ou onde quer que fosse, com um sorriso totalmente aparvalhado, e acho que de algum modo estava convencida que tinha escrito na testa: “Eu estou grávida e sou a maior!” e que por isso todos me iriam colocar num pedestal ou tratar-me como uma princesa (a mim e a todas as grávidas, claro). Eu sei que soa a ridículo, mas acho perfeitamente legítimo me ter sentido assim! Depois acordei… mas durante nove meses (37 semanas mal feitas, vá!), eu é que fui a “special one”... Só me faltavam mesmo os milhões no banco! 

Fofo todos os dias!

Os nossos filhos são, por excelência, os bebés/ crianças mais bonitos do universo e arredores. Não há nada a fazer. Está-lhes no sangue!

Tal como os outros, obviamente, que também o meu é o mais bonito e fofo do mundo, em qualquer situação e circunstância. Quando domingo fomos ao hospital, e uma vez que ele estava com febre alta, pediram-me para lhe tirar as calças, de modo a que a temperatura corporal baixasse. Ele ficou nesta figurinha que podem ver na foto. Tinha tudo para ficar ridículo, e aposto que esta é daquelas fotos que ele não me vai deixar mostrar à namorada e aos amigos, mas ficou ou não uma fofura?!

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Eu Vou!


Já estava marcado na minha agenda, mas agora é que não vou mesmo perder o próximo Barrigas, que vai acontecer já no próximo domingo, dia 1 de julho. O “programa das festas” já está online e dá mesmo vontade de ir… E até de engravidar outra vez J

As atividades para pais, grávidas, recém-mamãs, e até para bebés e crianças, são mais que muitas e só é pena que não possamos ser omnipresentes para podermos fazer várias coisas ao mesmo tempo. Só para terem uma ideia, no programa constam atividades como localizada para grávidas; recuperação pós parto; ginástica com o bebé; um espaço para os pais cozinharem com as crianças; sessões de esclarecimento sobre o parto; as células estaminais; como conciliar o trabalho e a família; aprender a lidar com as birras (pessoalmente preciso de ir a esta :P); alimentação da criança ; como preparar o filho para o nascimento de um irmão; educação para a poupança (cada vez mais útil nos dias que correm), etc, etc, etc.

Podem saber tudo o que reserva a 6ª Edição do Barrigas de Amor aqui:  http://tinyurl.com/63qxdwh

domingo, 24 de junho de 2012

Mamãs e futuras-mamãs, get ready!


É já daqui a uma semana, mais concretamente no dia 1 de julho, domingo, que se realiza a 6ª Edição do Barrigas de Amor; que este ano é dedicada ao papel da Mulher na Família. Tal como nos anos anteriores, esperam-se várias atividades que, segundo a página de Facebook do Barrigas, serão conhecidas já esta segunda-feira. Eu prometo ficar atenta e expor no B&B algumas das atividades previstas.

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