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sábado, 4 de fevereiro de 2017

Ele pode!

Quando o Gonçalo está doente, como foi o caso destes últimos dias, fica tão mariquinhas que é uma coisa por demais! Estão a ver todos os clichés que existem em relação aos homens quando estão doentes? O Gonçalo consegue reunir todos. A questão é que, no caso dele, isso só o faz parecer mais fofo :)

Mas bem... quem pode, pode! :)

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

O que realmente importa

Esta foto tem quase dois anos! Dois anos!!! O tempo voa mesmo e, de ano para ano, esta constatação é (assustadoramente) mais evidente.
Não tem sido um início de ano nada fácil (sendo que isto é algo que já vem do ano passado e, provavelmente, ainda vai demorar a passar).

Muitas vezes, confesso, dou por mim exausta, zangada, triste... perdida! No entanto, todos os dias olho para estes dois e bato na boca antes de pensar sequer em maldizer a minha vida. Porque eles são, sem sombra de dúvidas, a minha maior bênção e dão um sentido pleno à minha vida. Fazem-me sorrir, gargalhar até, e fazem com que eu, no meio disto tudo, me consiga sentir genuinamente feliz.

Tenciono dizer-lhes isto muitas vezes, mas espero que não sejam precisas palavras para que, daqui a uns anos, quando eles tiverem mais maturidade, tenham consciência de que foram, são e decerto serão, o meu oxigénio. O meu tudo!


terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Que orgulho!

Ainda é aos tropeções, meio inseguro, mas já se nota uma diferença enorme desde que começaram as aulas. O Gonçalo já vai lendo o que lhe aparece pela frente e ontem leu um textinho de cinco linhas. Coisa pouca mas, aos meus olhos, foi o suficiente para me encher de orgulho (só faltou babar).

O meu pequenino está a crescer! O meu pequenino está, cada vez mais, a caminhar por ele. E isso tem tanto de maravilhoso, como de nostálgico!

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Sabem aqueles momentos na vida...

... em que tudo o que precisávamos era dormir um mês inteiro e quando acordássemos ter os problemas resolvidos?

(era isso que eu precisava!)

domingo, 22 de janeiro de 2017

Amizade

Uma das coisas que tento/ quero ensinar aos meus filhos, é que a amizade é dos bens mais preciosos da vida. Que os amigos, os verdadeiros, aqueles que nos ouvem, que estão sempre ao nosso lado, que não nos julgam, e que querem, genuinamente o nosso bem, podem salvar-nos. Literalmente.

Quero que eles percebam que a amizade não deve ser desvalorizada e que tem de ser alimentada e cultivada, tal como diz o sábio Principezinho.

É fundamental que eles percebam que uma boa amizade, daquelas verdadeiras, pode fazer a diferença entre conseguirmos ou não ultrapassar momentos menos bons. De conseguirmos ou não nos manter sãos e com um sorriso nos lábios, mesmo quando a vida nos dá poucos motivos para sorrir.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Feeling blessed!

No meio da bagunça que anda a minha vida, há dias "tropecei" no melhor cenário do mundo. Do meu mundo.

Os meus filhos estavam sentados à mesa, a ver uma série cómica de animação, e riam os dois com gosto. Com alegria. O Francisco com um ar super malandro e o Gonçalo com aquela carinha de reguila. Ali estavam eles, felizes e cúmplices. E eu senti, no mais fundo do meu ser, que só tenho de me sentir abençoada <3

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Coisas do outro mundo (ou então, simplesmente, coisas de quem tem filhos pequenos)

Esta noite, estava eu a dormir profundamemnte (coisa rara nos últimos tempos), quando acordei sobressaltada com um uma voz estridente a dizer: "Oláááá! Escolhe uma letra!"

Era um brinquedo do Francisco que se ligou sozinho! Vocês não estão a ver o cagaço que apanhei!

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Que saudades disto! (NOT)

Com dois filhos pequenos, é mais que natural que as manhãs não sejam propriamente fáceis. Sobretudo quando o mais velho tem de estar na escola às 8h30. É uma verdadeira corrida contra o tempo, porque já se sabe que os miúdos têm um ritmo próprio e há que contar com os imprevistos. Seja como for, as nossas manhãs até têm sido bastante pacíficas. Sempre a correr, sim, mas pacíficas.

Hoje, e para matar saudades, houve gritos, ralhetes, choro e ameaças de castigos... foi o bolo completo! O que vale é que durou 10 minutos e depois já estava tudo tranquilo mas, mesmo assim, não tinha saudades nenhumas disto!

sábado, 7 de janeiro de 2017

São fases

Na vida, há fases boas e fases más. Eu não estou na melhor das fases. Pelo contrário. Daí que a minha disponibilidade para escrever aqui no blog não seja tão grande. A disposição não é muita, confesso, por mais que goste deste espaço e por mais que ele me faça muito bem.

Com isto apenas vos quero pedir alguma paciência e que não deixem de me vir visitar. Prometo continuar a fazer um esforço para vir aqui, pelo menos para contar as peripécias dos meus meninos, que são quem me faz sorrir... apesar de tudo.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Persuasão é com ele!

O Gonçalo queria brincar comigo e eu disse-lhe que "ok", podia ser, desde que não fosse às lutas, porque não gosto nem tenho paciência.

Começámos então a brincar com os legos, depois passámos para os bonecos da Playmobil e mal dei por mim estava a brincar às lutas.

"Ó Gonçalo, desculpa lá, mas não gosto disto! Não gosto de brincar a estas coisas."

"Então olha, depois se vier um ladrão a nossa casa, não te queixes que não te sabes defender!"

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Pois... afinal era mais bolos!

Estão a ver o meu post de ontem? Das noites do Francisco? Pois... dá-se que afinal foi falso alarme. Ele não só continua a não dormir a noite toda, como a noite passada deu-me uma das piores noites dos últimos tempos! :/

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

É que era tão bom!

O Francisco não dorme a noite toda seguida. É raríssimo quando isso acontece mas, a noite passada, aconteceu.

Como estamos num novo ano, dei por mim a ter a vaga esperança (mesmo vaga, confesso) de que isto signifique um ponto de viragem. De que o miúdo comece, de uma vez por todas, a deixar-me dormir (até porque já vai sendo altura).

Seria tãããão bom!

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Um clássico!

Ontem, o Gonçalo viu, pela primeira vez, o "Sozinho em casa".

Vimo-lo juntos, enroscados no sofá, e apesar de eu já ter visto o filme dezenas de vezes, ontem soou-me tudo a novidade. Por mais tonto que possa parecer, a ideia de que aquele momento poderia ser o nascer de uma tradição nossa, tornou tudo especial.

E o que ele se riu! O que nós nos rimos! :)

Daqui a a um par de anos espero que o Francisco se junte a nós, para a "tradição" ficar com um sabor ainda mais doce :)

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

A parte mais "complicada" das férias (até agora)

Esta semana estamos de férias.

Já não me lembro da última vez que tirei férias sem o objetivo de ir a algum lado e, sinceramente, está-me a saber bem. Ando cansada e, desde sábado, que ando a aproveitar todos os momentos possíveis para descansar e, claro, para estar com os meus pequenotes.

Mas é claro que nem tudo é fácil. Estar 24 sobre 24 horas com os filhos pode trazer alguma tensão (devo dizer que até ao momento as coisas até se estão a fazer bem), mas a casa... minha nossa senhora! Parece que andamos todos em guerra aqui dentro, tal é o caos! Brinquedos no chão, almofadas, sacos... O nível de caos instalado aqui dentro até faz confusão! Sobretudo aos meus nervos :)

Fora isso, está-se bem :) Muito bem!

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Confesso que me "encanitei!"

Já manifestei algumas vezes aqui no blog o meu desagrado com os TPC, sobretudo se estivermos a falar de miúdos de 6, 7 anos. Chega a ser violento eles trazerem trabalhos para casa, quando estão na escola desde as 8h30 ou 9 da manhã, e só saem de lá por volta das 18h30 / 19h; que é quando os pais os podem ir buscar (eu incluo-me nesta lista. E não, não o vou buscar a esta hora porque ando a laurear a pevide).

Quando me vêm com aquela teoria de “ah, pois, os pais não gostam porque se querem desresponsabilizar”, acho piada e até irónico, pois esta filosofia de mandar trabalhos para casa, depois dos miúdos passarem tantas horas na escola, dá-me a sensação tratar-se exatamente do contrário: que são os professores que se querem desresponsabilizar.

Tantas horas na escola tinham/ deviam de ser suficientes para as crianças aprenderem o que está no plano curricular!

Durante a semana os pais já passam tão pouco tempo com os filhos, que acho completamente desnecessário passarem o pouco tempo que têm a fazer outras coisas que não seja brincar ou usufruírem da companhia uns dos outros. Acho triste que a meia horita que se tem com os filhos à noite (isto com sorte, porque quem não tem empregada também tem de fazer o jantar, tratar dos banhos, etc, tudo em pouco mais de uma hora) seja passada a fazer trabalhos de casa. Momentos que acabam, muitas vezes, por dar azo a choros dos miúdos e stresses para ambos os lados. Toda esta logística se complica quando se tem mais filhos para cuidar, sobretudo se forem pequenos, e se se estiver sozinho com eles.

Também há o outro lado. Quando a professora do Gonçalo disse que costumava enviar trabalhos de casa com frequência, explicou porque é que o fazia e eu até achei que tinha lógica. Ela disse que não mandava muitos trabalhos e que a ideia era, apenas, incutir-lhes sentido de responsabilidade e os habituar a uma nova rotina. Fez-me sentido.

No entanto, a semana passada aconteceu uma situação que me deixou com os nervos em franja. 

Estava eu a trabalhar e recebo uma chamada da escola. Fiquei logo em pânico, sobretudo porque, se bem se lembram, há bem pouco tempo o Gonçalo magoou-se na escola e foi para o hospital.

Então o que era? Ao que parece, era a segunda vez que o Gonçalo não fazia os trabalhos de casa. E era isto.

Juro que me apeteceu mandá-los para um sítio.

Costumo ser atenta e pergunto todos os dias ao Gonçalo se tem trabalhos, mas pronto. Lá deve ter havido uma vez que, ou me esqueci de perguntar, ou ele se esqueceu ou mentiu (o que não é dele).


Da outra vez ele não fez porque eu bati o pé. Porque o miúdo teve teste na segunda, terça e quarta (o que significa que estive a estudar com ele no domingo, segunda à noite e terça à noite) e a professora mandou trabalhos para ele fazer no feriado. Achei que era demais! Queria sair com o meu filho e queria que ele se desligasse da escola por um dia. Um! (chamem-me ingénua, mas não acho que ele vá ficar mais burrinho ou indisciplinado por causa disso!)

sábado, 10 de dezembro de 2016

Ai queres festa? Agora aguenta!

Ontem fui sair com as minhas amigas e cheguei tarde a casa. Diverte-me imenso e soube-me pela vida mas, quando se tem filhos pequenos, este tipo de "avarias" pode sair-nos do pêlo. (e eu que o diga)

Hoje, às 7h30, já o pequenote andava de roda de mim, sem dó nem piedade, e claro, lá tive de me levantar!

Resumindo: estou que nem posso!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Já é Natal cá em casa!

Este ano o meu espírito natalício está no nível zero. Creio que é a primeira vez que me acontece. No entanto, não quis deixar de seguir a tradição: fazer a árvore de Natal no primeiro feriado do mês de dezembro. (até porque o Gonçalo não se calava :) )

Posto isto, ontem, apesar de ter acordado com dores de cabeça, ouvidos e garganta, muni-me de forças e lá fui eu buscar a parafernália de decorações natalícias. E ainda bem que o fiz. É que apesar do Francisco ter começado logo a partir uma bola e, passados uns minutos, o Gonçalo ter feito o mesmo, eles andavam felicíssimos da vida. O que bastou para eu ficar mais animada também :)





terça-feira, 22 de novembro de 2016

O tempo voa - II


Na próxima quinta-feira, dia 24, o meu bebé fará dois aninhos.

Mal posso acreditar! Por um lado parece que foi há muito tempo, mas por outro lembro-me de tudo tão bem...

Sinto umas saudades gigantes de muita coisa, mas disto, deste olhar, destes momentos... quando penso neles a intensidade das saudades quase que fazem o meu coração explodir!

O meu bebé está a crescer, com saúde, e sinto-me tão feliz e abençoada por isso <3

O tempo voa!



Há dois anos estava assim. Com mais 9 quilos, em felicidade absoluta e já algo ansiosa por ter o meu Francisco nos braços. Estava em contagem decrescente, a contar os minutos para o poder sentir, cheirar, beijar, abraçar...

Há dois anos estava assim; em pleno estado de graça!


quinta-feira, 17 de novembro de 2016

O telefonema que me deixou com os nervos à flor da pele

Tinha acabado de almoçar e de beber café. Estava a caminho da Igreja. Ia rezar um pouco, juntamente com mais dois colegas, pela filha de uma amiga, que está muito doente. Entretanto, o meu telefone começou a tocar de um número desconhecido.

Como mãe, e tendo os meus filhos na escola,  esta é daquelas situações que me deixam logo com o coração a palpitar.

Atendi e do outro lado perguntaram se era a mãe do Gonçalo.

Gelei! Ele não anda adoentado e para me estarem a ligar é porque alguma coisa tinha acontecido.

E tinha.

O Gonçalo tinha caído das escadas e fez um galo enorme, que estava com muito mau aspeto. As palavras usadas pela auxiliar foram estas. Rematou dizendo que o iam levar para o hospital.

Ao mesmo tempo que ia assimilando a informação e me tentava manter calma, perguntei umas dez vezes se ele estava bem, ao mesmo tempo que traçava um plano mental sobre qual a forma mais rápida de me pôr no hospital, uma vez que ele estava em Oeiras e eu no centro de Lisboa.

Acabei por chegar ao hospital primeiro que ele.

Graças a Deus foi só o susto. Ele passou bem a noite - já eu acordei mil vezes para ver se ele estava bem - e hoje quando acordou galo estava menos inchado.

Tadinho do meu docinho <3 Fiquei tão assustada e com tanto medo! Mas ser mãe é mesmo assim. Uma "atividade" recheada de adrenalina :P

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